Cerveró: Esquema com Delcídio na Petrobras começou sob FHC e filho do ex-presidente foi beneficiado por contrato

03.06.2016
Do blog VI O MUNDO

Captura de Tela 2016-06-03 às 02.20.03Captura de Tela 2016-06-03 às 02.20.14Captura de Tela 2016-06-03 às 02.20.24Captura de Tela 2016-06-03 às 02.20.38

Da Redação

Em trecho de sua delação premiada (ver íntegra no pé do post), o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró reafirma que as propinas na Petrobras começaram durante o governo de Fernando Henrique Cardoso.

Ele mesmo, Cerveró, abriu sua primeira conta na Suiça quando trabalhava sob Delcídio do Amaral, então integrante do PSDB, para receber propina de U$ 600 a U$ 700 mil.

Também foi neste período que Delcídio teria recebido pelo menos R$ 10 milhões em propina durante a implantação das termelétricas mandadas construir por FHC para enfrentar o apagão.

Cerveró denunciou que o filho de Fernando Henrique Cardoso, Paulo, foi beneficiado por um negócio ligado à termelétrica Termo Rio, por orientação do então presidente da Petrobras, Philippe Reischtul.

Cerveró não especificou qual era o negócio, apenas que o filho de FHC atropelou os interesses de uma empresa espanhola de nome Union Fenosa.

É daquele período a constituição da empresa WWP, World Wide Partnership, à qual Paulo Henrique Cardoso se associou formalmente em 2004, conforme denunciou a CartaCapital.

A WWP fechou negócio com a Braskem, da Odebrecht, supostamente para produzir resinas especiais de PVC. Quando o contrato foi formalizado, Paulo Henrique Cardoso aparecia como sócio da WWP.

A WWP foi registrada no Panamá. O filho de FHC tinha como sócios Luiz Eduardo Ematne e Stephen Timothy Fitzpatrick.

Paulo Henrique Cardoso não reconheceu como sendo dele a empresa mencionada por Cerveró, a PRS Participações.

FHC, seu filho e os negócios em família

Sócio de uma offshore no Panamá e ligado a suspeitos de corrupção, Paulo Henrique Cardoso prosperou à sombra do pai

por Lúcio de Castro — publicado 05/04/2016, na Carta Capital

Os negócios da família do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vão muito além das contas no exterior do patriarca investigadas pela Polícia Federal.

Incluem também transações do filho Paulo Henrique com a Odebrecht, as offshore no Panamá e no Reino Unido, além de uma sociedade com o ex-braço direito do presidente argentino Mauricio Macri que se suicidou em meio a um escândalo de corrupção.

Paulo Henrique Cardoso manteve durante uma década negócios com a Braskem, uma sociedade entre a Odebrecht e a Petrobras, por meio da World Wide Partnership Importação e Exportação, empresa de comércio de produtos petroquímicos.

Embora PHC só conste como sócio da WWP a partir de 26 de outubro de 2004, dois anos depois do término do segundo mandato presidencial do pai, a WWP foi aberta em 31 de março de 1999, no auge do processo de abertura do setor no País que resultou na liderança da Odebrecht na indústria petroquímica.

A WWP assinou uma parceria com a Braskem para produzir resinas especiais de PVC no ano em que Paulo Henrique aparece oficialmente no quadro societário da companhia.

PHC tem também uma offshore no Panamá. Criada em 19 de novembro de 2011, a empresa tem os mesmos sócios e o mesmo nome da matriz paulista.

Além disso, em sociedade com o pai abriu outra companhia, desta vez no Reino Unido, a Ibiuna LLP, datada de 30 de março de 2009.

Ibiuna é uma referência à cidade no interior paulista onde fica a fazenda na qual o ex-presidente descansava durante o mandato.

FHC assinou em novembro de 1995 a emenda constitucional que acabou com o monopólio da Petrobras. No mesmo ano, a Odebrecht fundou a OPP Petroquímica.

Em janeiro de 1998, FHC criou a Agência Nacional do Petróleo e entregou a presidência ao genro David Zylbersztajn.

Um ano depois, nasce a WWP. No período, 27 empresas do ramo petroquímico foram privatizadas, com amplo financiamento do BNDES, o banco estatal de fomento.

Em 2002, a Odebrecht reuniu todas as empresas petroquímicas que havia adquirido sob o chapéu da Braskem.

A Petrobras se tornaria sócia minoritária do empreendimento (a estatal anunciou a intenção de deixar o negócio neste ano).

Em 2010, a Braskem deu início a um processo de internacionalização. No ano seguinte, a WWP abriu a offshore no Panamá.

Segundo documentos obtidos na Junta Comercial do Panamá, os sócios de PHC na offshore são Luiz Eduardo Ematne e Stephen Timothy Fitzpatrick.

Ematne aparece como fundador da matriz brasileira em 31 de março de 1999. Em 24 de janeiro de 2001, o norte-americano Fitzpatrick ingressa na sociedade.

Ematne afirma não se lembrar de detalhes da WWP.

Em uma conversa rápida por telefone, falou vagamente sobre a sociedade: “Não me lembro de quando ele (PHC) entra. Uns 8, 9, 10 anos. A empresa tem 12, 14 anos. Foi aberta há pouco tempo no Panamá, 2, 3 anos. É da área de tecnologia, distribuidora de resina. Existe empresa no Japão que comprou nossa tecnologia. Por isso abrimos empresa no Panamá. Constituída legalmente. Mas o Paulo já saiu na de lá também. O volume de vendas é nada”.

O empresário alegou estar em trânsito e sugeriu outra conversa mais tarde. Novamente procurado, mudou de ideia e foi taxativo: “Não vou mais falar. Não tenho obrigação de falar. Meu advogado me disse que não devo falar nada”.

O escritório panamenho Sucre, Arias e Reyes foi responsável pelo suporte na constituição da WWP no país.

Na offshore, PHC aparece não só como sócio, mas tesoureiro. Consta seu endereço residencial em São Conrado, no Rio de Janeiro.

O Sucre, Arias e Reyes é conhecido pela assistência na abertura de empresas de fachada para lavagem de dinheiro naquele paraíso fiscal.

Em 2005, em um dos mais rumorosos escândalos a envolver o Cartel de Cali, da Colômbia, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos apontou que as corporações usadas como lavanderia eram constituídas essencialmente por três bancas panamenhas, entre elas a Sucre, Arias e Reyes.

Em sua propaganda, o escritório ressalta a “agilidade para constituição das offshore que vão manejar contas bancárias, adquirir imóveis e proteger ativos”.

Com os préstimos da Sucre, Arias e Reyes, a WWP teve seu registro assentado às 10h48 de 18 de novembro de 2011 e entrou no sistema de informática da repartição pública no dia seguinte.

No ano passado, a Polícia Federal identificou uma comunicação entre o Instituto FHC e a Braskem para acertar o pagamento de uma doação da petroquímica.

De acordo com o e-mail que consta em laudo da PF, a secretária do Instituto FHC e um representante da Braskem combinaram a forma do desembolso.

“Gostaria que você verificasse com a Braskem qual a melhor maneira para fazer a doação… Acho que a Braskem/Odebrecht já fez doações para a Fundação iFCH.”

A reportagem identificou a participação de PHC em nove empresas, três em sociedade com FHC. Uma delas é a offshore na Inglaterra, a Ibiuna LLP.

No Brasil, pai e filho são sócios na Goytacazes Participações e na Córrego da Ponte, antiga parceria entre o ex-presidente e o ex-ministro Sérgio Motta.

Outras três são de “consultorias empresariais”: a Analiti(K), a Intrabase e a Corporate Idea, esta última criada juntamente com a irmã Luciana em 8 de agosto de 1997, quando o pai ainda estava no primeiro mandado.

Na Analiti(K), aberta em 23 de setembro de 2005, PHC teve como sócio um dos mais polêmicos personagens da recente história argentina, que cometeu suicídio em meio a uma série de denúncias de corrupção.

Apesar de estrangeiro, Gregorio Centurión tinha um CPF brasileiro.

Amigo desde os bancos escolares de Mauricio Macri, comandou e foi o marqueteiro do atual presidente desde o mandato de deputado federal.

Centurión cuidou da comunicação de Macri na campanha à prefeitura de Buenos Aires e virou secretário de Comunicação Social da capital.

Era o coração do chamado núcleo duro do “macrismo”. Antes disso, desempenhou funções vitais nas empresas da família.

No poder, Centurión dispensou as licitações para contratar empresas prestadoras de serviço entre os anos de 2009 e 2010. Ancorado na Lei nº 2.095 de Buenos Aires, contratava diretamente os fornecedores. Privilegiou grupos de comunicação ao pagar mais pelos anúncios para quem tinha dez vezes menos audiência.

Aplicou em ritmo frenético a estratégia de privilegiar empresas amigas enquanto a verba destinada à secretaria multiplicava-se a cada ano. O esquema funcionou até a deputada Rocio Sánchez Andía apresentar uma denúncia contra ele e outros dois secretários.

Em 25 de novembro de 2010, enquanto Macri estava em lua de mel por conta de um terceiro casamento, o juiz Gustavo Pierreti autorizou uma operação policial nas dependências da prefeitura.

Os domínios de Centurión foram os principais alvos e dezenas de documentos acabaram apreendidos.

Captura de Tela 2016-06-03 às 02.06.16

Uma estranha operação com a Disney

Os delitos de administração infiel em prejuízo da gestão pública, malversação de verbas, negociações incompatíveis e descumprimento dos deveres do funcionário público ganharam musculatura com as apreensões e o sócio de PHC entrou em depressão. Antes disso, Centurión estivera envolvido em escândalo de escutas ilegais.

Na noite de 19 de dezembro, o principal auxiliar de Macri disparou um tiro de escopeta contra a própria cabeça.

Em 9 de junho de 2011, segundo o Diário Oficial do Estado de São Paulo de 26 do mesmo mês, os sócios da consultoria Analiti(K) se reuniram, em mesa presidida por PHC, para promover a “dissolução parcial da Sociedade e consequente redução do capital social, tendo em vista o falecimento do sócio Gregorio Centurión, ocorrido em 19 de dezembro de 2010”.

Em 2009, no auge dos negócios do parceiro Centurión com as rádios portenhas, PHC abriu a Rádio Holding Participações, uma “holding de instituições não financeiras”.

Entre os sócios aparecem a americana ABC Ventura Corp, além de Jobelino Vitoriano Locateli e José Tavares de Lucena, representante no quadro societário de diversas empresas no País.

Em geral, afirmam especialistas, representantes como Locateli e Lucena servem para resguardar a identidade de quem não deseja aparecer diretamente em uma sociedade, normalmente estrangeiros.

Entre as sociedades representadas por Locateli está a Sport World Group, sócia da Traffic Sports World, que tem entre seus sócios o empresário J. Hawilla, em prisão domiciliar nos Estados Unidos por participação no escândalo da Fifa.

A Rádio Holdings chegou a ser mencionada no Congresso Nacional em 2011, por controlar a Itapema, então retransmissora da Rádio Disney, acusada de ser a verdadeira proprietária do canal, algo vedado pela lei, que só permite a participação de estrangeiros no capital de meios de comunicação até o limite de 30%.

Em fevereiro de 2012, FHC criou a Goytacazes Participações, com finalidade de “outras sociedades de participações”, em parceria com a filha Luciana. PHC ingressou no quadro societário em janeiro do ano seguinte.

A reportagem ouviu o Instituto FHC sobre as relações da WWP com a Braskem. “São empresas privadas legalmente constituídas e declaradas. Paulo Henrique não faz mais parte da WWP.”

A reportagem informou para a assessoria do iFHC que, pelas bases de dados consultadas, tanto da Receita Federal quanto na Junta Comercial de São Paulo, a saída de PHC não constava até a presente data. O mesmo vale para o equivalente à Junta Comercial do Panamá.

Sobre a parceria com a empresa de Paulo Henrique Cardoso, a Braskem, por meio da assessoria de imprensa, enviou a seguinte nota para a consulta da reportagem: “A Braskem assinou acordo com a WWP em 2004, detentora exclusiva de tecnologia para a fabricação de resinas especiais de PVC. Por meio desse acordo, a Braskem produziu e distribuiu essas resinas voltadas para a aplicação de especialidades vinílicas até 2013, quando as relações comerciais foram encerradas. Como empresa privada, a Braskem seleciona suas tecnologias com foco em sua estratégia empresarial. Atualmente, a empresa possui pelo menos três dezenas de acordos assinados para uso de tecnologia de terceiros. O contrato assinado com a WWP representou menos de 0,01% do faturamento da companhia”.

Apenas para efeito de estimativa aproximada, tomando o ano de 2014, último a constar no site da Braskem com resultados financeiros ali publicados, a receita bruta no ano foi de 54,1 bilhões de reais e a receita líquida de 47,3 bilhões de reais.

Outras questões foram enviadas para PHC. Como a razão por só constar na WWP em 2004, após o governo do pai. E se confirmava a existência e participação da WWP no Panamá. Em caso de comprovação, a razão da empresa e se estava registrada na Receita Federal.

Através do iFHC, Paulo Henrique Cardoso limitou-se a dizer que “não faz parte mais da WWP e que a Ibiuna já foi encerrada. São negócios privados, todos devidamente declarados à Receita Federal”, ignorando o questionamento sobre a offshore do Panamá.

A reportagem perguntou também sobre Gregorio Centurión, se PHC conhecia as denúncias de corrupção do sócio.

PHC ignorou as indagações sobre corrupção do ex-sócio. “Trata-se de empresa privada, com atuação regular e com todas as informações registradas na Junta Comercial de São Paulo.”

Indagado pela reportagem sobre a existência da Ibiuna, empresa no exterior em sociedade com o filho PHC, o ex-presidente FHC afirmou, através da assessoria de imprensa do Instituto FHC que “a empresa citada foi efetivamente aberta em Londres, para recebimento de proventos de palestras. Sempre foi devidamente declarada no Imposto de Renda. Foi encerrada em 2013. O saldo equivalente a 5,5 mil reais foi repatriado ao Brasil via Banco Central.”

Diante da resposta sobre o motivo da abertura da empresa, a reportagem pediu se era possível saber a data, contratantes e valores das palestras entre 2009 e 2013.

A assessoria respondeu que “o iFHC é uma Fundação: está submetido à Curadoria de Fundações do Ministério Público de São Paulo, que audita as suas contas. A praxe sobre as palestras que o presidente faz, privadamente, é a de que quem as contrata divulga ou não os dados”.

A reportagem perguntou para PHC a razão para constar da sociedade com o pai na Ibiuna LLP, inscrita na Inglaterra, já que a empresa foi aberta para “recebimento de proventos de palestras” de FHC, sem resposta.

A Receita Federal não responde sobre casos específicos de registros de empresa. De acordo com a Receita Federal, “todas as pessoas jurídicas domiciliadas no Brasil, inclusive as equiparadas pela legislação do Imposto sobre a Renda, estão obrigadas a inscrever no CNPJ cada um de seus estabelecimentos localizados no Brasil ou no exterior, antes do início de suas atividades”.

Segundo o órgão, “em relação à Pessoa Jurídica que possui filial, sucursal, controlada ou coligada no exterior, a informação sobre as participações e os resultados apurados por essas participações no exterior são informados à Receita Federal por meio da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica (DIPJ). A sanção pelo não cumprimento da obrigação relacionada à DIPJ é prevista legalmente”.

*Reportagem publicada originalmente na edição 895 de CartaCapital, com o título “Negócios de família”

******
Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/cervero-esquema-na-petrobras-comecou-sob-fhc-e-filho-do-ex-presidente-foi-beneficiado-por-contrato.html

Anúncios

Um comentário sobre “Cerveró: Esquema com Delcídio na Petrobras começou sob FHC e filho do ex-presidente foi beneficiado por contrato

  1. FHC, A CIA, O GOLPE E A ENTREGA DO PRESAL

    REITOR DA UFSC SOFREU TORTURAS FÍSICAS E PSICOLÓGICAS TREINADAS PELA CIA NO PROJETO PONTE (MORO FOR TREINADO NO PROJETO “CIA 2009 – BRAZIL-PARAGUAY- COERCITIVE TORTURES AND JUDGES PROCEDURES”, MAIS CONHECIDO COMO “CIA-2009- COOPERATION BRIDGE PROJECT COERCITE”. AS TORTURAS PSICOLÓGICAS E FÍSICAS FORAM TREINADAS PELA CIA PARA DERRUBAR GOVERNOS E GARANTIR A ENTREGA DE RIQUEZAS NATURAIS, COMO OCORREU NO PARAGUAI (COM AJUDA DOS IRMÃOS METRALHA ÁLVARO DIAS E OSMAR DIAS ELES USARAM 500 MILHÕES DE REAIS DESVIADOS NO PARANÁ (COM AJUDA DE LUIZ ANTONIO PAOLICCHI MORTO LOGO APÓS O CRIME PARA QUEIMA DE ARQUIVO) E AINDA ALUGARAM COM “DINHEIRO PÚBLICO”O JATO DE ALBERTO YOUSSEF EM CAMPANHAS E VIAGENS A ASSUNÇÃO NA VÉSPERA DO GOLPE CONTRA FERNANDO LUGO , A MANDO DE SERGIO MORO E ERICA NO “BRAÇO DA LAVA JATO EM SC”

    SEGUNDO DEPOIMENTO DOS FAMILIARES DO REITOR DA UFSC ELE FOI PRESO INJUSTAMENTE NUMA OPERAÇÃO ABUSIVA DA LAVA RATOS DE CURITIBA PARA DESVIAR OS FOCOS SOBRE A PESADA CORRUPÇÃO DO “QUADRILHÃO” LADRÕES DE MALAS DE DINHEIRO DA QUADRILHA, OS 300 CORRUPTOS DA QUADRILHA DE MI-SHELL TEMER. SEGUNDO PARENTES DO REITOR ELE SOFREU TORTURAS NA “GESTAPO TUPINIQUIM” E NA PERSEGUIÇÃO PARANÓICA DE SERGIO MORO, O JUIZ TUCANO SEM TOGA, SEM OAB, QUE DESDE 1997 ESTÁ BLINDANDO OS CRIMES DEMOTUCANOS NO PARANÁ HÁ 20 ANOS. SERGIO MORO, VICENTE CHELOTI (EX-DIRETOR DA FHC QUE ARQUIVOU O “DOSSIÊ CAYMAN” ELE FOI PRESSIONADO POR FHC E AMEAÇADO DE DEMISSÃO EM 1999) E CARLOS FERNANDES SOLTARAM ALBERTO YOUSSEF, OLGA YOUSSEF, ADIR ASSAD E OUTROS 70 DOLEIROS PRESOS NO PARANÁ E AINDA BLINDARAM 300 POLÍTICOS E FAMILIARES DE FHC E JOSÉ CHIRICO SERRA NA “OPERAÇÃO MACUCO” DO DELEGADO JOSÉ CASTILHO NETO QUE INVESTIGOU OU O MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DA REPÚBLICA: O “ESCÂNDALO BANESTADO” . A SINISTRA “TEIA DE PROTEÇÃO JUDICIÁRIA” CRIADA POR FHC, GILMAR MENDES E O EX-PGR SR GERALDO BRINDEIRO, PRIMO DO VICE MARCO MACIEL, ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA NA SINISTRA ERA DE FHC. FHC TRANSFORMOU O PALNALTO NUM “BANCO DE NEGOCIATAS COM MEGA ESPECULADORES MULTINACIONAIS E BANQUEIROS INTERNACIONAIS NEGOCIOU PAGAMENTO DE PROPINAS A FAMILIARES E PARA 300 POLÍTICOS REMUNERADOS NO ESCÂNDALO BANESTADO”

    A CORRUPÇÃO ABAFADA PELA “TEIA DE PROTEÇÃO TUCANA NO JUDICIÁRIO” CRIADA EM 1995 PARA ABAFAR CRIMES E A CORRUPÇÃO DAS PRIVATARIAS E DA ROUBALHEIRA NO BANCO DO ESTADO DO PARANÁ- 125 BILHÕES DÓLARES- MEIO TRILHÃO DE REAIS- FORAM PAGOS PELAS MULTINACIONAIS A FAMILIARES DE FHC, SERRA E OUTROS 300 POLÍTICOS DO “QUADRILHÃO” NAS PRIVATARIAS TUCANAS, TUDO ABAFADO POR SERGIO MORO NO ESCÂNDALO BANESTADO ENTRE 1997 E 2002. O FILHO E GENRO DE FHC E PRIMO DE JOSÉ SERRA E O SENADOR TRAFICANTE AÉCIO NEVES CUNHA FORAM DELATADOS POR OLGA YOUSSEF, ALBERTO YOUSSEF, FERNANDO BAIANO E LÚCIO FUNARO. TODOS ESTÃO NAS LAMA DA CORRUPÇÃO SÃO DELATADOS E BLINDADOS NO STF E NO PARANÁ, MAIS SUJOS QUE PULEIRO DE GALINHEIRO.

    FERNANDO BAIANO DELATA CORRUPTO FILHO DE FHC SR PHC EM PESADO ESQUEMA DE CORRUPÇÃO USANDO EMPRESAS DE FACHADA OFFSHORE NO PANAMÁ E ILHAS CAYMAN E PROPINAS MILIONÁRIAS RECEBIDAS DE MULTINACIONAIS EM CONTRATOS ILÍCITOS NA ÉPOCA DOS APAGÕES, CONTRATOS DO GASBOL E NO DESASTRE DA PLATAFORMA P-36 COM GERMAN EFRAMOVITCH EM PARCERIA COM O CORRUPTO GENRO DE FHC DAVID ZYLBERSZTAJN

    FERNANDO BAIANO DELATOU EM VÍDEO O MEGA CORRUPTO FILHO DE FHC O VAGABUNDO PHC NA CORRUPÇÃO COM MULTINACIONAIS EM CONTRATOS ILÍCITOS E OBRAS SUPERFATURADAS PARA CONSTRUÇÃO DE USINAS TERMELÉTRICAS NOS APAGÕES PLANEJADOS DE FHC NOS ESCÂNDALOS DO GASBOL E DA TERMO-RIO. NÃO FOI GRATUITA A NOMEAÇÃO DE PEDRO PARENTE COMO MINISTRO DOS APAGÕES, DO BANQUEIRO FRANCÊS HENRY PHILLIPE REISCHTULL AMIGO PESSOAL DO GENRO DE FHC NA PRESIDÊNCIA DA PETROBRAS, A NOMEAÇÃO DE BARUSCO NOS PROGRAMAS DE TERCEIRIZAÇÃO E AFRETAMENTOS. PARA NOMEAR ESTRANGEIROS NAS ESTATAIS FHC FEZ MUDANÇAS NO ESTATUTO E “RASGOU ACORDOS COLETIVOS” PARA A NOMEAR O ESPANHOL NESTOR CERVERÓ E NOMEAR PAULO ROBERTO COSTA FEROZ ALIADO DE FHC, E NOMEAR OS TUCANOS SR DELCIDIO DO AMARAL (PSDB-MT) E SERGIO MACAHADO (PSDB-CE) EMPOSSADOS POR FHC EM 1996 PARA MONTAR OS ESQUEMAS DAS PRIVATARIAS TUCANAS NA ÁREA DE PETRÓLEO E ENERGIA, JUSTIFICADAS PELOS APAGÕES PLANEJADOS DE FHC.
    ISSO EXPLICA AS FORTUNAS BILIONÁRIAS DO FILHO DE FHC O CORRUPTO PAULO HENRIQUE CARDOSO NAS ILHAS CAYMAN E NO “PANAMÁ PAPERS” E AQUELE APARTAMENTO DE 37 MILHÕES DE REAIS NA CHAMPS ELISSÉS EM PARIS EM NOME DE FHC E TAMBÉM AS CONTAS SECRETAS BILIONÁRIAS NO CARIBE (CONTA TUCANO, CONTA MARÍLIA E CONTA CH J&T COM MAIS DE HUM BILHÃO DE DÓLARES).
    AS EMPRESAS AMERICANAS ENVOLVIDAS COM A MAIOR PARTE DA CORRUPÇÃO QUE REMUNEROU COM PROPINAS BILIONÁRIAS O FILHO E O GENRO DE FHC E OS FAMILIARES DE JOSÉ SERRA E DE 300 POLÍTICOS DEMOTUCANOS SÃO A ENRON, SHELL, CHEVRON, EXXON MOBIL, AES E A EL PASO E BHP SAMARCO. TODAS ESSES ESQUEMAS DE CORRUPÇÃO FORAM CRIADOS NO GOVERNO FHC AINDA EM 1995 PARA PROMOVER AS PRIVATARIAS TUCANAS, DESMONTAR O ESTADO NACIONAL, FAZER OS TERRÍVEIS APAGÕES E ENTREGAR AS 137 MAIORES EMPRESAS NACIONAIS E AS RESERVAS MINERAIS E PETROLÍFERAS PARA O CAPITAL ESTRANGEIROE ESSAS PASSAGENS. O DELEGADO JOSÉ CASTILHO NETO DA PF PRENDEU OLGA YOUSSEF, ALBERTO YOUSSEF E OUTROS 70 DOLEIROS NO PARANÁ PASMEM, TODOS FORAM MANTIDOS SOLTOS PELO JUIZ TUCANO SERGIO MORO ORIENTADO NAQUELA SINISTRA “TEIA DE PROTEÇÃO TUCANA NO JUDICIÁRIO” CRIADA EM 1995 POR GERALDO BRINDEIRO E GILMAR MENDES.
    OS MAPAS DA CORRUPÇÃO MONTADA NO GOVERNO FHC ESTÃO DETALHADOS NOS LIVROS:
    1- “FHC, CRISE, DECADÊNCIA E CORRUPÇÃO”, H Fontana
    2- “O MAPA DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC”, Larissa Burtone
    3- “A OUTRA HISTÓRIA DA LAVA JATO” , Paulo Moreira Leite
    4- “A PRIVATARIA TUCANA”,Amaury Junior
    5- “YOUTUBE: REQUIÃO: BANESTADO FOI A MAIOR CORRUPÇÃO DA REPÚBLICA E ENVOLVE OS MESMOS JUIZES, OS MESMOS DOLEIROS E OS MESMOS POLÍTICOS DA LAVA JATO”
    6- “EL COMPLT DEL FMI PARA LAS NACCIONES DE IBERO AMERICA”, lindon Larouche, 1993
    7- “O BANESTADO E A LAVA JATO UM FEITIÇO DO TEMPO: OS MESMOS DOLEIROS E OS MESMOS JUÍZES E OS MESMOS PROCURADORES”, Jandira fegali
    8- “TARDE DEMAIS PARA ESQUECER”, Bendito C Bonfim, 1995
    9- “A PÁTRIA PEDE SOCORRO”, brigadeiro Ivan Frota, 1995
    10_ “YOUTUBE: “BILL CLINTON PASSA SERMÃO EM FHC PELA PESADA CORRUPÇÃO NO ESQUEMA BANESTADO QUE USOU AGÊNCIA EM NY”, Florença Itália, novembro 1999

    O PATRIMÔNIO PÚBLICO FOI PARA O RALO DA CORRUPÇÃO NO “ESQUEMA BANESTADO NAS PRIVATARIAS DE FHC”: ISSO MESMO 15 TRILHÕES DE DÓLARES, PARA OS BOLSOS DOS GRINGOS E PARA O RALO DA CORRUPÇÃO NO GOVERNO FHC!!MUITOS MIDIOTAS TEM PREGUIÇA DE LER LIVROS, TODA A BIBLIOGRAFIA ESTÁ CITADA NAS FONTES CITADA NA MATÉRIA, MAS VAMOS LÁ:

    RESPOSTA SOBRE OS VALORES PATRIMONIAIS DOADOS POR FHC EM TROCA DE PROPINAS BLIONÁRIAS PAGAS PELAS MULTINACIONAIS NO “ESQUEMA BANESTADO- BANCO DO ESTADO DO PARANÁ” QUE O DELEGADO JOSÉ CASTILHO NETO INVESTIGOU E PRENDEU 70 DOLEIROS NO PARANÁ E INDICIOU 300 POLÍTICOS DEMO-TUCANOS
    Sugiro uma leitura no documento publicado no RR RELATÓRIO RESERVADO (no Google) PRELIMINARY IDEAS STEP BAY STEP FOR A PRIVATIZATION MASTER PLAN IN BRAZIL OF ELETROBRAS GROUP, TELEBRAS GROUP, PETROCHEMICAL GROUP, PETROBRAS GROUP, VALE DO RIO DOCE GROUP AND INFRAERO GROUP – CONFIDENTIAL MEMORANDUM”. A elaboração desse documento teve a partiucipação de notáveis traidores e lesa pátrias: FHC então ministro das relações exteriores e o sr Henrique Meireles atuou como diretor do First Suisse Bank of Boston pelo Brasil; o lesa pátria Salinas pelo México que foi o mandante da morte do candidato presidenciável Luis Donaldo em 1994, o lesa pátria Carlos Menen e Cavallo pela Argentina, todos figuras notáveis da corrupção. O sr Meirelles ao sair do banco americano ele tornou-se diretor financeiro do GRUPO JBS e lá permaneceu entre 1999 e 2015 todos conhecem o final desse filme de Meirelles com a JBS.
    valores patrimoniais que foram doados por FHC e seus 300 políticos corruptos remunerados pelas multinacionais no ESCÂNDALO BANESTADO NO PARANÁ (ABAFADO POR SERGIO MORO ENTRE 1997 E 2002):
    1- O ESCÂNDALO DA PRIVATARIA DA VALE DO RIO DOCE: 5 TRILHÕES DE DÓLARES (18 TRILHÕES DE REAIS)

    A CIA VALE DO RIO DOCE E TODAS AS SUAS SUBSIDIÁRIAS (DOCENAVE: 49 NAVIOS), JAZIDAS MINERAIS EM PLENA PRODUÇÃO EM MINAS GERAIS, BAHIA, GOIÁS, MATO GROSSO, PARÁ (CARAJÁS), ETC: PATRIMÔNIO 5 TRILHÕES DE DÓLARES (18 trilhões de reais).
    Uma auditoria avaliou os equipamentos e instalações da VALE DO RIO DOCE em 380 bilhões de dólares, hum trilhão e meio de reais, e as jazidas de metais avaliadas em cinco trilhões de dólares, TUDO FOI DOADO PELA BAGATELA DE 3 BILHÕES DE REAIS NA “BACIA DAS ALMAS” (MENOS QUE O,2% DO VALOR PATRIMONIAL) PARA O GRUPO BHP SAMARCO E GRUPO BILLITON COM PARTICIPAÇÃO DO BRADESCO PARTICIPAÇÕES NAS NEGOCIATAS (envolve o ex-diretor do BRADESPAR SR ROGER AGNELLI QUE APÓS PERMANECER 15 ANOS NA PRESIDÊNCIA DA VALE PRIVATIZADA ELE SOFREU UM DESASTRE AÉREO EM SP LOGO APÓS O ACIDENTE DA SAMARCO EM MARIANA QUE GEROU PREJUIZOS DE 370 BILHÕES DE REAIS AO BRASIL (MINAS GERAIS E ESPÍRITO SANTO) E A COMPLETA DESTRUIÇÃO DO RIO DOCE. Esses valores de avaliação da maior mineradora do planeta A VALE DO RIO DOCE na época da sua privataização, foram publicados no livro “EL COMPLOT PARA ANIAQUILAR LAS NACCIONES DE IBERO AMERICA”, Lindon Larouche, 1993. O livro cita FHC como signatário do famigerado Consenso de Washington e dos acordos secretos com o FMI e MEGA ESPECULADORES INTERNACIONAIS. 460 BILHÕES DE DÓLARES + 160 BILHÕES DE DÓLARES EM SISTEMAS FIXOS QUE ESTÁ SENDO DOADO AGORA POR KASSAB NO GOVERNO GOLPISTA DE “MI-SHELL” TEMER QUE PLANEJOU O GOLPE COM SERRA E O PAVÃO DE CURITIBA PARA ENTREGAR O PRESAL QUE VALE 20 TRILHÕES US$ CONFIRAM NA ENTREVISTA NO YOUTUBE: “ROCKEFELLER: “PRESAL VALE 20 TRILHÕES DE US$ E SEIS MILHÕES DE EMPREGOS: 30 VEZES O PIB DO BRASIL” . ESSA PARTE NÃO VAMOS COMENTAR NO PREJUIZOS POIS FOI O ALVO PRINCIPAL DO GOLPE DE 2016 MAIS RECENTE, VAMOS FOCAR NA MATÉRIA ANEXA. OS PREJUIZOS COM A PERDA DO PRESAL E A DOAÇÃO DE RESERVAS PARA AS PETROLÍFERAS FORAM ARMADAS NO PLANEJAMENTO DO GOLPE E NO TREINAMENTO DE SERGIO MORO NA CIA EM 2009 (PROJETO PONTE)

    2- PRIVATARIAS DAS TELECOMUNICAÇÕES- MAIS CONHECIDO COMO “ESCÂNDALO DAS TELES NO LIMITE DA IRRESPONSABILIDADE” -OUTUBRO 1998- 300 BILHÕES DE DÓLARES E MAIS 160 BILHÕES DE DÓLARES EM PRÉDIOS, INSTALAÇÕES, ANTENAS SATÉLITES E ESTAÇÕES TERRESTRES.
    Os grampos da Polícia Federal foram publicados pela REVISTA ISTOE em outubro de 1998, conversas palacianas falam descaradamente sobre corrupção e concessão de empréstimo-doação no BNDES (MARCIO FORTES E MENDONÇA DE BARROS, SERGIO MOTA, FHC, VERÔNICA SERRA, DANIEL DANTAS E JOSÉ SERRA) de dois bilhões de dólares para os gringos ganhadores das raspadinhas da doação de 38 empresas de telefonia móvel e celular. O banqueiro Dantas e o tucano Jereissati receberam a doação de 8 empresas de telefonia celular no norte e nordeste tendo a filha de Serra como testa de ferro, e os gringos da RTP TELECOM DE PORTUGAL E A ESPANHOLA TELEFÔNICA RECEBERAM A DOAÇÃO DE 28 EMPRESAS DE TELEFONIA FIXA E CELULAR NOS DEMAIS REGIÕES DO BRASIL. O prejuízo estimado foi de 300 bilhões de dólares cerca de hum trilhão e meio de reais na época dessa privataria. AS PROPINAS FORAM PAGAS NO ESQUEMA BANESTADO NO PARANÁ E LAVADAS PELOS DOLEIROS OFFICE BOYS DOS TUCANOS NO PARANÁ ALBERTO YOUSSEF E OLGA YOUSSEF E OUTROS 70 DOLEIROS PRESOS NO PARANÁ E SOLTOS POR SERGIO MORO ELES FORAM PRESOS EM 1999 NA “OPERAÇÃO MACUCO”

    3- A PRIVATARIA DOS CAMPOS PETROLÍFEROS DO BRASIL EM LEILÕES LESA PÁTRIAS: 4 TRILHÕES DE DÓLARES (14 TRILHÕES DE REAIS)

    ESSA PERDA REPRESENTA 20% DO VALOR DA DOAÇÃO FEITA PELA PEC LESA PÁTRIA DE JOSÉ SERRA (PEC-131) PARA ENTREGA DOS CAMPOS GIGANTES E ULTRA PRODUTIVOS DO PRESAL DOADOS PELO VAMPIRÃO CONDE DRÁCULA “MI-SHELL” TEMER EM 2016 E 2017 ESSE FOI O PREÇO DO GOLPE PARLAMENTAR E JUDICIÁRIO NO BRASIL. DESDE 2011 O EX AGENTE DA CIA EDWARD SNOWDEN JÁ ALERTAVA QUE O BRASIL SERIA ESPIONADO E GOLPEADO COM A AJUDA DE JUÍZES TREINADOS EM 2009 PELA CIA E FBI JUNTO COM JUIZES DO PARAGUAI.

    29 BACIAS SEDIMENTARES E 200 CAMPOS PETROLÍFEROS DOADOS PELA ANP LOGO APÓS A SUA CRIAÇÃO EM 1997. NOTEM QUE UM MÊS ANTES DE CRIA-LA FHC COLOCOU TROPAS DO EXÉRCITO NA SEDE DA EX-ESTATAL PETROBRAS E ROUBOU MILHARES DE MAPAS DE PETRÓLEO DA PETROBRAS E FHC ENTREGOU AO CORRUPTO GENRO DAVID ZYLBERSZTAJN QUE OS NEGOCIOU COM AS PETROLÍFERAS ESTRANGEIRAS

    O PREJUÍZO COM ESSA DOAÇÃO DE 200 CAMPOS PETROLÍFEROS EM 29 BACIAS SEDIMENTARES NO PÓS SAL FOI DE QUATRO TRILHÕES DE DÓLARES. CENTENAS DE CAMPOS FORAM VENDIDOS POR PREÇOS DE APARTAMENTOS E ATÉ DE UMA HONDA CIVIC NA BACIA DAS ALMAS EM TROCA DE PROPINAS PARA DAVID.

    O sinistro genro de FHC DAVID ZYLBERSZTAJN foi nomeado em janeiro de 1997 pelo sogro o corrupto sr FHC, MAIS CONHECIDO COMO “CROCODILO CAIMÃO FHC” pelas ações secretas e obscuras no ESCÂNDALO BANESTADO E O DOSSIÊ CAYMAN MANTIDO ABAFADO PELO PRG GERALDO BRINDEIRO O ENGAVETADOR GERAL DA REPÚBLICA DE FHC.

    4- A DOAÇÃO DE 32 EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL E SUAS CENTENAS DE SUBSIDIÁRIAS – OS APAGÕES PLANEJADOS DE FHC PARA JUSTIFICAR AS PRIVATARIAS: PREJUÍZOS DE 3,5 TRILHÕES DE DÓLARES DE DÓLARES (13 TRILHÕES DE REAIS), AS CONTAS DE ENERGIA QUINTUPLICARAM DESDE 1999 PASSANDO O KWH DA FAIXA DOS CINCO CENTAVOS PARA OS ATUAIS NOVENTA CENTAVOS POR KWH (UM AUMENTO DE 4 MIL POR CENTO)
    Essa privataria foi a mais escandalosa do Brasil e foi planejada cuidadosamente através dos APAGÕES que foram ações de SABOTAGEM do governo FHC na paralisação de serviços de manutenção nas subestações, linhas de transmissão, redes públicas, estações abaixadoras, centrais hidrelétricas que geraram entre 1996 e 2001 muitos transtornos e enormes prejuízos para a indústria e para a população para JUSTIFICAR AS PRIVATARIAS. FHC CONFESSOU DE PRÓPRIO PUNHO NO LIVRO DIÁRIOS DA PRESIDÊNCIA QUE PLANEJOU OS APAGÕES COM AJUDA DE CONSULTORIAS ESTRANGEIRAS QUE ADMITIU ATOS DE SABOTAGEM E DESLEIXO NAS INSTALAÇÕES E CORTES DE INVESTIMENTOS NAS LINHAS DE TRANSMISSÃO PARA QUE A ENERGIA FOSSE PROPOSITADAMENTE RACIONADA E ASSIM JUSTIFICAR A ENTREGA DE EMPRESAS GIGANTES DE ENERGIA COMO A ELETROPAULO (DOADA PELO CORRUPTO GENRO DE FHC PARA A AMERICANA AES) E CENTENAS DE PRIVATARIAS, O CASO MAIS GRAVE FOI A PRIVATARIA DA CERJ CENTRAIS ELÉTRICAS DO RIO DE JANEIRO E A CEG – CIA ESTADUAL DE GÁS DOADAS PARA LIGHT E PARA A ELETRICITÉ DE FRANCE PASMEM NA BACIA DAS ALMAS E DEPOIS A SEGUNDA FOI REVENDIDA PELA EMPRESA FRANCESA PARA A LAIGHT TORNADO A CONCESSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E GÁS EM UMA UNICA EMPRESA: UM PERIGOSO NEGÓCIO PARA O ESTADO DO RIO DE JANEIRO. ENERGIA ELETRICA E GÁS PASSARAM A SER CONDUZIDOS PASMEM NUM UNICO DUTO GERANDO EXPLOSÕES DE BUEIROS: “A MUSICA DE CARNAVAL VIROU DEBOCHE “BUEIRO DO RIO CALOR QUE PROVOCA ARREPIO” LEMBRANDO OS VELHOS TEMPOS DAS CRÍTICAS À LIGHT NOS ANOS 1940 COM AMUSICA DE CARNAVAL DE 1944:”RIO CIDADE QUE RELUZ, DE DIA FALTA ÁGUA E DE NOITE FALTA LUZ!!”

    5- A PRIVATIZAÇÃO BRANCA DA PETROBRAS – ENTREGA DE SEIS BILHÕES DE AÇÕES PREFERENCIAIS DA PETROBRAS NA BACIA DAS ALMAS NO DIA 10 DE JANEIRO DE 2000. PREJUIZO DE HUM TRILHÃO DE DÓLARES

    A PETROBRAS FOI A EMPRESA QUE MAIS SOFREU BAIXAS, EXTINÇÃO E PRIVATARIA DE DEZENAS DE SUBSIDIÁRIAS, DESMONTES, FATIAMENTO EM UNIDADES DE NEGÓCIO, ENTREGA DE SEIS BILHÕES DE AÇÕES VENDIDAS NA BACIA DAS ALMAS E TROCADAS POR MOEDAS PODRES DO MERCADO IMOBILIÁRIO, UMA VERGONHOSA NEGOCIATA FEITA POR FHC E O CORRUPTO GENRO DAVID E SR REISCHTULL NA BOLSA DE NEW YORK E FEROZES ATAQUES NA ERA FHC E PARA FAZER OS DESMONTES O SR FHC NOMEOU FEROZES ALIADOS NO COMANDO INCLUINDO O SINISTRO TUCANO SR PAULO ROBERTO COSTA, O ESPANHOL NESTOR CERVERO, BARUSCO E OUTROS CITADOS NA LAVA A JATO FORAM “PESSOAS NOMEADAS POR FHC” ELE SEGUIU PASSO A PASSO A ORIENTAÇÕES DA CONSULTORIA DO BANK OF BOSTON (SR MEIRELLES E DO BANCO JP MORGAN SR GROSS E DO PARIBAS PELO SR NENRY REISCHTULL QUE FOI NOMEADO POR FHC, MESMO SENDO ESTRANGEIRO, PAMSEM PARA A PRESIDÊNCIA DA EX ESTATAL PETROBRAS EM 1999)
    DESDE A ENTREGA DE SEIS BILHÕES DE AÇÕES NA BOLSA DE NY A PETROBRAS É OBRIGADA A ENVIAR PARA NEW YORK, TODOS OS ANOS, MAIS DE SESSENTA POR CENTO DOS SEUS LUCROS. A UNIÃO FICOU COM APENAS A METADE MAIS UMA DO TOTAL DE AÇÕES ORDINÁRIAS QUE REPRESENTA APENAS 30% DO TOTAL DO CAPITAL VOLANTE, UM GOLPE DE MESTRE NA PRIVATIZAÇÃO BRANCA DA EX ESTATAL PETROBRAS. ESSE GOLPE FOI PLANEJADO EM DEZEMBRO DE 1997 PELA SINISTRA LEI 9.478/97 UM GOLPE DE MESTRE QUE DEFINIU UM NOVO CONCEITO FAJUTO DE EMPRESA NACIONAL (51% DAS AÇÕES ORDINÁRIAS E NÃO MAIS 51% DO TOTAL DE AÇÕES A NOVA LEGISLAÇÃO LESA PÁTRIA DE FHC PERMITIU QUE UMA EMPRESA ESTRANGEIRA POSSUA 100 % DAS AÇÕES PREFERENCIAIS FOI O CASO DA PETROBRAS QUE FOI GOLPEADA NESSA PRIVATIZAÇÃO BRANCA NO DIA 10 DE JANEIRO DE 2000.

    6- A NEBULOSA E VERGONHOSA PRIVATARIA DAS SEIS EMPRESAS PETROQUÍMICAS GIGANTES DA PETROBRAS DOADAS PARA O GRUPO ODEBRECHT EM 1995 E 1996

    O corrupto sr FHC doou em 1995 e 1996 na bacia das almas TODAS as empresas petroquímicas SUPERLUCRATIVAS subsidiárias do grupo PETROBRAS PARA O SEU AMIGO PESSOAL DOM EMÍLIO ODEBRECHT (COPENE, PQU, BRASKEM, COPESUL, PETROFERTIL, FAFEN, ETC) ELAS VALIAM EM TORNO DE 2,5 TRILHÕES DE DÓLARES E GERAM LUCROS ANUAIS ESTRATOSFÉRICOS.
    Desde 1996 a ODEBRECHT que levou na mão grande as petroquimicas gigantes da Petrobras em leilões coroados de falcatruas, deixou de ser uma mera construtora para ser a GIGANTE DO SETOR PETROQUIMICO. Desde 1997 90% dos lucros da ODEBRECHT provém das superlucrartivas empresas petroquimicas que pertenciam a PETROBRAS e foram doadas por FHC para o amigo DOM EMILIO ODEBRECHT PASMEM TENDO COMO TESTA DE FERRO O FILHO CORRUPTO PAULO HENRIQUE CARDOSO, O PHC
    É MUITO CÍNICO ESSE SR FACHIN PROTEGENDO E BLINDANDO FHC E SEUS FAMILIARES CORRUPTOS NA SINISTRA “TEIA DE PROTEÇÃO TUCANA JUDICIÁRIA CRIADA EM 1995 POR GIULMAR MENDES E GERALDO BRINDEIRO PARA ABAFAR ESQUEMA BANESTADO” AGINDO COM O JUIZ PAVÃO DE CURITIBA AGENTE DA CIA SERGIO MORO NA “REDE DE PROTEÇÃO TUCANA NO JUDICIÁRIO”, E MAIS UMA VEZ BLINDANDO O CORRUPTO CROCODILO CAIMÃO FHC QUE ENVOLVEU TODA A FAMÍLIA EM NEGÓCIOS DA CORRUPÇÃO E EMPRESAS DE FACHADA O OFFSHORES NO CARIBE, FHC É O PAI DA CORRUPÇÃO NO ESQUEMA BANESTADO (PARANÁ)E NO MENSALÃO TUCANO (MINAS GERAIS) TEM CONTAS BILIONÁRIAS NAS ILHAS CAYMAN, APARTAMENTO DE 37 MILHÕES EM PARIS, IMÓVEIS MILIONÁRIOS EM BARCELONA E NO BRASIL E FORTUNAS EM NOME DE FILHOS, DO CORRUPTO PHC E DO GENRO CORRUPTO DAVID ZYLBERSZTAJN

    Curtir

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s