Servidor público e o voto em Bolsonaro

16.10.2018
Do blog BRASIL EM DEBATE, 10.18
Um servidor público deve pensar duas vezes antes de votar em Jair Bolsonaro. O candidato à Presidência pelo PSL, em meio a tantas declarações polêmicas, já defendeu a exoneração em massa de funcionários públicos. Em entrevista para o The New York Times no começo dos anos 1990, dizia que admirava o governo de Alberto Fujimori, declarando que “a Fujimorização é a saída para o Brasil”.
Referia-se à demissão de 400 mil funcionários públicos e outras políticas do governo peruano que promoveu o chamado “autogolpe”, quando dissolveu o Congresso e enquadrou o Poder Judiciário, o Ministério Público em colaboração com as Forças Armadas.

Recentemente, o candidato fez referência a colocar umponto final em todo ativismo no Brasil”  e ainda disse que a questão ideológica é tão ou mais grave que a corrupção , o que pode sinalizar para perseguições políticas de servidores públicos e exonerações.Essa perseguição política pode não afetar diretamente a todos, mas certamente vai contaminar o ambiente de trabalho dos servidores.
Além disso, nesse segundo turno já afirmou que o funcionalismo público é o grande problema da Previdência e propôs “acabar com as incorporações  (gratificações entre outros)” .
Os ataques ao funcionalismo público não param por aí. As privatizações dos serviços públicos, das universidades e das empresas estatais são centrais no seu projeto econômico, defendido pelo economista ultraliberal Paulo Guedes, e acarretaria enormes perdas de direito trabalhista entre os servidores públicos e do atendimento à população como um todo.
As tentativas do candidato de amenizar o discurso não apagam o histórico de afirmações que devem pelo menos, acender um sinal de alerta.
Crédito da foto da página inicial: Tomas Silva/Agência Brasil 
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Fonte:

Um comentário sobre “Servidor público e o voto em Bolsonaro

  1. *Alemanha ameaça romper com o Brasil e retirar todos os investimentos do país se bolsonaro vencer. VW, MBB, Siemens, entre outras, tchau queridas!*

    Um recado grave para a combalida economia brasileira veio neste sábado, 13, da Alemanha, país com mais investimentos de multinacionais no Brasil, como a Volkswagen, Mercedes e Siemens; segundo a presidente do Grupo Parlamentar Teuto-Brasileiro, Yasmin Fahimi, uma possível eleição do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) pode impedir uma retomada da parceria estratégica; “O Brasil está à beira de uma grande ruptura. Ficamos chocados como o fato de que, com Jair Bolsonaro, uma pessoa que tornou socialmente aceitável um discurso de ódio tenha chegado à liderança”, disse ela; “Do lado alemão, não vejo nenhuma base para uma parceria estratégica com o presidente Bolsonaro”

    https://www.terra.com.br/noticias/brasil/nao-ha-base-para-parceria-estrategica-se-bolsonaro-vencer,df9930ce33e6fd15c6d395f8396276e648ra7ch6.html

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