As últimas patacoadas da meganhagem golpista

10.11.2017
Do blog O CAFEZINHO
Por 

Vou reproduzir aqui duas notícias, cujo ridículo falam por si. O ridículo, desta vez, não é tanto o jornalismo e sim o papelão do sistema de justiça. Enquanto mais de 60 mil brasileiros são vítimas de mortes violentas a cada ano, o sistema de justiça, obedecendo à mídia corrupta e entreguista, tenta desviar atenção da opinião pública através de uma perseguição cada vez mais doentia e neurótica a Lula e Dilma.

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Na Gazeta do Povo

Morte do cachorro de Dilma vira caso de polícia e deputado depõe em delegacia

Denúncia feita há um ano pelo deputado Ricardo Izar (PP-SP) ao então procurador-geral da República Rodrigo Janot seguiu adiante. Parlamentar depôs ontem à Polícia Civil do Distrito Federal

Por Evandro Éboli

Quase um ano depois de ter deixado em definitivo o Palácio da Alvorada, afastada do cargo por um impeachment, a ex-presidente Dilma Rousseff ainda responde a uma pendência. Há pouco menos de um ano, foi sentida falta do labrador Nego na sua mudança. O cachorro foi um presente de José Dirceu para ela, quando a petista foi morar na residência oficial que foi ocupada pelo também ex-ministro da Casa Civil, em 2005. O sumiço causou consternação, que foi maior quando se soube que ele morreu. Foi sacrificado.

Dilma divulgou uma nota na época dizendo que, por orientação de um veterinário, teve de sacrificar o cão, que morreu com aplicação de injeções. Ele teria sido diagnosticado com uma “mielopatia degenerativa canina”, uma doença crônica. A petista disse ainda na nota que tomou tal atitude de forma “relutante”, poucos dias antes de deixar Brasília.

O caso indignou o deputado federal Ricardo Izar (PP-SP), presidente da Frente em Defesa dos Animais na Câmara. Diante das notícias e dos rumores, ele foi para o plenário, dia 13 de setembro de 2016, e fez um discurso duro, culpando a petista pela morte de Nego. E anunciando que iria levar o caso adiante e pedir investigação da Procuradoria-Geral da República.

“Ela mandou matar o cachorro, dizendo que ele estava velho e doente. Se isso servisse como desculpa, ela também está velha e doente. E quebrou o Brasil”, disse à época Izar.

Não contente, encaminhou um pedido de explicação à ex-presidente, resposta que não recebeu até hoje. Mais indignado, então, fez a representação ao então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pedindo para que a morte de Nego fosse investigada.

O próprio Izar não levava a mínima fé que o caso fosse adiante, contou à Gazeta do Povo. Pois foi. Janot enviou o caso para a Justiça Federal do Distrito Federal que, por sua vez, o repassou às autoridades policiais do Distrito Federal. E Ricardo Izar foi surpreendido esta semana, na segunda-feira, quando recebeu uma correspondência solicitando seu comparecimento a uma delegacia para depor sobre o assunto.

O deputado depôs nesta terça-feira (7) na Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e a Ordem Urbanística, ligada à Polícia Civil. E contou que tomou tal atitude dada as notícias e as centenas de mensagens de apelo e indignação que recebeu nas suas redes sociais.

“Mas não acreditava nunca que iria para a frente. Essas denúncias de maus-tratos de animais que faço nunca continuam. Talvez por ser a Dilma, essa foi”.

Izar ficou de ajudar na investigação e tentar descobrir o nome do veterinário que fez o diagnóstico. O delegado responsável pelo caso, Vitor de Mello Duarte, segundo Izar, disse que Dilma pode ser ouvida no caso. Se, no final dessa história, Dilma vier a ser condenada poderá pegar de três meses a um ano de detenção, além de multa. É a previsão do artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais para quem pratica ato de abuso, maus-tratos, fere ou mutila animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.

Por intermédio de sua assessoria, Dilma informou que não irá comentar o assunto.

Nota do Cafezinho: Dilma respondeu, sim, à notícia, através de nota em suas redes sociais. Leia abaixo:

Ainda sobre a morte do cachorro Nego

A propósito de notícias divulgadas pela imprensa sobre a abertura de investigação para apurar as circunstâncias da morte do cachorro Nego, o labrador de Dilma Rousseff, a assessoria de imprensa da presidenta eleita esclarece:

1. Nego nasceu em setembro de 2003 e morreu em setembro de 2016. Foi dado de presente por José Dirceu ainda em 2005 para Dilma Rousseff, quando ela assumiu a chefia da Casa Civil no governo Lula. Nego foi criado e amado pela presidenta e familiares durante os quase 12 anos em que conviveu com ela. Era um cão grande e forte, que gostava de nadar e correr. Era um dos prediletos de Dilma Rousseff.
2. A partir de 2015, Nego passou a apresentar displasia coxo-femural, doença típica dos labradores, além de mielopatia degenerativa. Ele tinha dificuldade de andar e, por conta da mielopatia, ficava agitado e buscava se movimentar de qualquer jeito. Por isso, sofria muito e deveria ser sacrificado, conforme orientação médica.
3. A presidenta relutou e adiou o quanto pode, com a esperança de uma recuperação da saúde do labrador. E isso, infelizmente, não veio a ocorrer. Nego foi sacrificado, para tristeza de Dilma Rousseff em setembro do ano passado. Era um cachorro excepcional, companheiro e inteligente.
4. Diante disso, é lamentável que, mais uma vez, queiram usar a relação de carinho e lealdade entre um cachorro e sua dona para reforçar a sórdida campanha acusatória que criou o ambiente para o Golpe de 2016, por meio do fraudulento impeachment sem crime de responsabilidade.
5. Essa campanha hedionda, baseada em falsidades, violência, intolerância e preconceito se perpetua mesmo agora, um ano após ter sido consumado o golpe parlamentar que retirou Dilma Rousseff do poder.
6. A perseguição chegou a ponto do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot determinar a abertura de um inquérito policial. Como se investigações mais graves não devessem ser apuradas, como a compra de votos para a aprovação do impeachment.
7. É lamentável que isso ocorra no país que virou sinônimo de Estado de Exceção. Aos olhos do mundo, vale tudo para achincalhar a imagem e a honra de Dilma Rousseff.
8. Tudo tem sido feito para satisfazer a sanha doentia de golpistas. Como mostra o deputado Ricardo Izar Júnior (PP-SP), que proferiu sórdidos ataques a Dilma, e se vangloria de ir depor contra a presidenta eleita do país numa história da qual não tem conhecimento nem sequer envolvimento direto. Apenas a busca pelos holofotes abjetos da mídia.

ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

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Outra notícia ridícula:

Na Bandnews

Lava Jato: Prova do sítio de Atibaia inclui picada de jararaca na cadela de Lula

Por Pablo Fernandez – 10 de novembro de 2017 781 0

Segundo documentos obtidos pela Força-Tarefa da Lava Jato, Mel, como é chamada, foi levada duas vezes a um veterinário da cidade e chegou a ficar internada depois de levar uma picada de cobra.

Os atendimentos, feitos em março e novembro de 2012, custaram R$ 1.253,00 e foram pagos com cheques de Dona Marisa Letícia.

O laudo – uma das provas de que o sítio seria de Lula – aponta que, da primeira vez, o animal foi picado por uma jararaca.

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Fonte:https://www.ocafezinho.com/2017/11/10/as-ultimas-patacoadas-da-meganhagem-golpista/

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PSDB teve o que mereceu: não há inocentes em um partido golpista

10.11.2017
Do blog DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO
Por Joaquim de Carvalho

O PSDB, quando tinha decência

A série Breaking Bad termina com a música Baby Blue, do Badfinger. A polícia se aproxima e o traficante Walter White caminha pelo laboratório onde se sentia absolutamente à vontade e se ouve a música com o verso: “Acho que eu tive o que mereci”.

Walter White trocou a vida medíocre de professor de Química pela de traficante, onde ganhou muito dinheiro, matou algumas pessoas e se impôs como homem mau.

No início, mentia para si mesmo: dizia que era tudo pela família — tinha câncer e precisava deixar a mulher e os dois filhos com dinheiro —, mas, no final, admite, diante da esposa derrotada:

“Eu fiz isso por mim. Eu gostei e era bom nisso.”

A polícia se aproxima e aponta para o fim trágico de quem escolheu o caminho errado.

A história lembra a agonia do PSDB. Como na ficção, o partido parece viver o drama terminal como o de Walter White, mas não se ouve a trilha “Acho que eu tive o que mereci.”

Pelo contrário.

Pelas declarações de Fernando Henrique Cardoso e Tasso Jereissati, o problema não são eles, mas outros, dentro do próprio partido.

“Esse PSDB desses caras não é o meu PSDB”, disse Tasso, afastado por Aécio Neves.

”Foi um ato covarde, violento e indigno. Aécio mostrou que não tem limites para alcançar seus objetivos espúrios”, acusou o senador Ricardo Ferraço.

“Já estávamos passando por um desgaste brutal. Agora estamos vendo o PSDB cometer um harakiri”, afirmou.

Aécio Neves é, seguramente, uma das figuras mais detestáveis do Brasil, ao lado de Michel Temer, mas é errado dizer que ele eu um golpe no PSDB.

Ele é o presidente do partido e tem poderes para fazer o que fez: reassumir, afastar Tasso e entregar o comando interino para Alberto Goldman.

Aécio tem também legitimidade para agir dessa forma, porque, nas vezes em que se ensaiou um confronto para tirá-lo da presidência, as vozes dissonantes afinaram, e a vontade dele prevaleceu.

Quem colocou Aécio na presidência do Partido e o acompanhou no movimento — este sim, de caráter golpista — para derrubar Dilma Rousseff?

São os mesmos tucanos que agora se dizem indignados com a decisão dele.

Hipocrisia e mimimi. 

Choro de quem está sem espaço num partido que escolheu o mau caminho, depois de perder quatro eleições presidenciais.

Mas nem sempre foi assim.

Em 1992, o PSDB, convidado, queria entrar no governo de Fernando Collor. Fernando Henrique Cardoso já tinha aceitado convite para ser ministro das Relações Exteriores, mas Mário Covas liderou uma rebelião e inviabilizou o acordo.

Aliado de FHC e de Collor, então governador do Ceará, Ciro Gomes tentou intimidar Covas, numa reunião em um hangar do aeroporto de Brasília.

Covas se manteve firme e o PSDB não aderiu ao governo que, alguns meses depois, acabaria por denúncias de corrupção.

Na época, a jornalista Miriam Dutra, então repórter da TV Globo, namorava Fernando Henrique Cardoso e ela conta que recebeu o então senador em casa, logo depois da reunião com Covas. “Ele (Fernando Henrique) estava furioso, dizia que o Covas tinha destruído a carreira dele”, disse Miriam.

Desde 2014, o PSDB tem se curvado à aventura golpista de Aécio Neves. Nas discussões internas, não houve uma voz que se levantasse contra esse movimento.

Todos caminharam unidos nesta marcha.

São cúmplices.

São todos golpistas.

Ali não há vítima.

Nem golpe.

Fizeram por merecer.

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Fonte:http://www.diariodocentrodomundo.com.br/psdb-teve-o-que-mereceu-nao-ha-inocentes-em-um-partido-golpista-por-joaquim-de-carvalho/

Waack, Huck e Globo: a cara escarrada do racismo da elite brasileira

10.11.2017
Do blog O CAFEZINHO, 09.11.17
Por  

(Imagina, Kamel)

Por Pedro Breier

William Waack, Luciano Huck e Globo têm tudo a ver, como diz o manjado slogan.

Eles são a representação perfeita do racismo da elite brasileira.

Waack, apresentador do Jornal da Globo, é conhecido por seu reacionarismo estridente. Costuma, inclusive, dar palestras em convescotes da direita liberal, como o fórum da liberdade (que nome!).

O racismo implícito das suas posições conservadoras tornou-se absolutamente explícito com a divulgação de um vídeo em que Waack, minutos antes de entrar no ar quando cobria a eleição dos EUA, ouve uma buzina na rua e diz o seguinte: “tá buzinando por quê, ô seu merda do cacete? Não vou nem falar, porque eu sei quem é… é preto. É coisa de preto! Com certeza!”. Waack e o comentarista riem do absurdo proferido pelo apresentador.

A avalanche de críticas, ontem, fez com que a Globo o afastasse do Jornal da Globo, com uma nota dizendo que Waack é “um dos mais respeitados profissionais brasileiros” e que a Globo é “visceralmente contra o racismo”.

Balela.

A Globo é a grande perpetuadora do abismo social entre brancos e negros no nosso país, ao atacar impiedosamente qualquer governo que tente, nem que seja minimamente, reduzir esse abismo.

Há um episódio, contado no Tijolaço, no qual Roberto Marinho, ao ser perguntado por Brizola sobre o que achou do projeto dos Cieps, responde o seguinte: “Olha, governador, se o senhor quer construir escolas, está muito bem. Mas não precisa disso tudo. Faça umas escolinhas… Pode até fazê-las bonitinhas, tipo uns chalezinhos…”.

Nesta simples frase do fundador da Globo está embutida a razão do racismo – a ideia tão abominável quanto ridícula de que alguns são superiores a outros por causa da porcaria da cor da pele – ainda se manter vivo em pleno 2017: a elite econômica não quer que os negros e pobres tenham educação de qualidade ou ingressem no ensino superior porque isso encarece a mão de obra.

Não há peão de obra ou empregada doméstica barata se esse pessoal começar a estudar. Uma classe social rouba o tempo da outra à preço vil, como diz o sociólogo Jessé de Souza. É egoísmo, burrice e mesquinharia em estado puro.

Falemos agora sobre Luciano Huck, o candidato a presidenciável da Globo.

Quando Daniel Alves comeu uma banana após ouvir insultos racistas em um jogo na Espanha, a agência de publicidade de Neymar lançou uma campanha, como se tivesse partido espontaneamente do atacante brasileiro, com o mote “Somos todos macacos”.

Huck entrou na campanha e na sequência lançou uma camiseta com a frase estampada ao lado de uma banana por R$ 69.

O episódio chamou a atenção para a sua marca de roupas e descobriu-se que na coleção vendida pelo apresentador apareciam camisetas infantis com os dizeres “Vem ni mim que eu tô facin” e camisetas para adultos onde constava “Salvem as baleias, eu salvo as sereias” e “Quando um não quer, o outro insiste”.

Huck quase completou o bingo das opressões ao tentar lucrar não apenas em cima do racismo, mas também da sexualização de crianças, da gordofobia e da cultura do estupro. Loucura, loucura, loucura.

Não é à toa que Huck e Waack são duas das estrelas da Globo.

Como bom funcionários modelo, seguem à risca a linha dada pelos patrões.

Posam de respeitados apresentadores cheios de preocupações com o Brasil, mas na verdade representam uma das piores faces da elite brasileira.

Waack vacilou ao escancarar o que deve ficar velado. Ali Kamel não deve ter gostado nada de mais uma desmoralização para o seu bizarro livro cuja capa ilustra este post.

O racismo serve muito bem aos interesses econômicos da nossa elite. É um dos grandes sustentáculos do status quo.

E ainda pode ser usado para posar de bom moço – e ganhar algum – vendendo camisetas.

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Fonte:https://www.ocafezinho.com/2017/11/09/waack-huck-e-globo-cara-escarrada-do-racismo-da-elite-brasileira/

CRIADOR DA CAMPANHA DO PATO DELATA SKAF E APONTA FRAUDE NO SISTEMA S

09.11.2017
Do portal BRASIL247

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Fonte:https://www.brasil247.com/pt/247/sp247/326487/Criador-da-campanha-do-pato-delata-Skaf-e-aponta-fraude-no-Sistema-S.htm?utm_source=social_monitor&utm_medium=widget_vertical

GOLPISTAS SEM MORAL:Socialite que se divertiu tachando Lula de “marginal” é presa em Manaus por evasão de divisas

07.11.2017
Do blog VI O MUNDO, 06.08.17

Isabel era discreta militante contra Dilma e Lula nas redes sociais, assumindo a defesa do deputado Pauderney Avelino, do DEM, quando ele foi chamado de ‘golpista’ durante manifestação no aeroporto de Manaus

PF prende ‘socialite’ dona da CVC de Manaus no aeroporto quando tentava embarcar com grande quantia de dólares

do CM7, 05.08.2017

A Polícia Federal prendeu na tarde deste sábado (05) Isabel Christine de Mello Távora, proprietária da CVC Manaus.

Ela foi presa no momento que tentava embarcar para Miami com grande quantia em dólares no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, na zona Oeste de Manaus.

A prisão foi efetuada por policiais da Polícia Federal

De acordo com os policiais que efetuaram a prisão da Isabel, os dólares foram encontrados dentro de uma mala.

Em depoimento a infratora confessou que iria levar o dinheiro para uma pessoa desconhecida, em Miami.

Isabel já foi presa em 2007 na Operação “Farol da Colina”, pela Polícia Federal, que desencadeou uma megaoperação em sete Estados brasileiros contra doleiros e pessoas ligadas a eles, acusados de evasão de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

Condenação de Isabel na Operação ”Farol da Colina”

Em 2007 o Juiz Federal, da 2ª Vara da Seção Judiciária do Estado do Amazonas, Márcio Coelho de Freitas, condenou Isabel Christine de Melo Távora a 6 (seis) anos de reclusão, em regime semiaberto e ao pagamento de 140 (cento e quarenta) dias-multa à razão diária de 5 (cinco) salários-mínimos, pela prática do delito descrito no art. 22, parágrafo único, da Lei 7.492/1986 e do art. 1º, caput, VI da Lei 9.613/1998 (fls. 253/262).

PS do Viomundo: Art. 22. Efetuar operação de câmbio não autorizada, com o fim de promover evasão de divisas do País.

Leia também:

Lula condenado em segunda instância na capa do Estadão

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/socialite-que-se-divertiu-taxando-lula-de-marginal-e-presa-em-manaus-por-evasao-de-divisas.html

Imprensa lavajatense reage mal a depoimento de Tacla Duran

03.11.2017
Do blog O CAFEZINHO
Por Miguel do Rosário

Para entender a Lava Jato, é preciso atentar para o fato de que ela nunca foi apenas uma operação policial.

A Lava Jato é uma operação midiática.

Foi concebida para derrubar o governo Dilma, criminalizar o PT e destruir a indústria brasileira de óleo e gás, com objetivo de beneficiar multinacionais do petróleo, em especial as norte-americanas.

A Lava Jato foi concebida para dar o golpe no Brasil e entregar o poder político a bandidos do mercado financeiro e à Globo.

Depois do golpe, ela tenta disfarçar, fingindo que investiga ali, investiga acolá, sabendo que tudo irá resultar em pizza.

Mas o objetivo foi cumprido: houve o golpe e o Brasil foi entregue a bandidos sem nenhum tipo de compromisso com a população e totalmente obedientes às diretrizes do mercado financeiro, lá fora, e à Globo, aqui dentro.

As histórias de que o golpe foi dado com objetivo de “parar a Lava Jato” são ingênuas. O golpe foi dado pela Lava Jato. E agora que não importa mais se a Lava Jato continua ou não, porque o serviço já foi feito.

Depois da Lava Jato, o Brasil suspendeu projetos de construção de refinarias, paralisou as refinarias já construídas, e passou a importar quantidades recordes de derivados de petróleo de refinarias norte-americanas.

Depois da Lava Jato, o Brasil iniciou a entrega do pré-sal, já vendeu partes importantes da Petrobrás, já destruiu ou quase destruiu suas principais indústrias, paralisou o projeto de energia nuclear, e agora se prepara para privatizar a Eletrobrás, entregando ao estrangeiro a matriz energética mais limpa do mundo.

Os “prêmios” de Sergio Moro na Globo e nos Estados Unidos tem essa explicação.

A Lava Jato sempre atacou pela mídia, que ela também corrompeu, desde o início.

Ao escolher a dedo para quem irá entregar vazamentos ilegais, a Lava Jato corrompe e controla a mídia, que se deixa corromper e se deixa controlar, até porque entendeu que tinha os mesmos objetivos políticos.

A mídia brasileira, corrupta, plutocrática e antinacional, identificou-se imediatamente com a Lava Jato.

Hoje, a Lava Jato planta uma matéria na Folha, intitulada “Fugas e cidadania estrangeira atrasam processos da Lava Jato com Moro“, que não passa de uma tentativa grosseira de atacar Rodrigo Tacla Duran.

A matéria não traz nenhum fato novo, nenhuma denúncia, nenhum documento, nada.

É apenas uma matéria chapa-branca em relação a Sergio Moro.

Uma matéria, em suma, vendida à Lava Jato.

Ora, Tacla Duran fez denúncias importantes.

Tem documentos.

Tacla Duran não está preso nas masmorras da Globo em Curitiba. Ou seja, não está sob tortura, como ocorre com todos os delatores da Lava Jato.

Não está fazendo “delação premiada”, pelo menos não com o Brasil.

Tacla Duran está simplesmente apresentando a sua versão dos fatos, de maneira livre e espontânea.

O que disse Tacla Duran?

Que a Lava Jato ameaçou sua família.

Que a Lava Jato falsificou documentos, ou aceitou, deliberadamente, documentos falsos.

Ele poderia simplesmente não falar nada. Silenciar-se.

Não.

Recebeu dois deputados brasileiros críticos à Lava Jato e gravou um depoimento franco e corajoso.

Como reage a imprensa brasileira?

Está curiosa para saber o que aconteceu?

Informou seus leitores sobre o teor das denúncias de Tacla Duran?

Não.

A imprensa lavajatense reagiu com silêncio e omissão, num primeiro momento.

E agora, com essa matéria na Folha, com um contra-ataque chapa-branca-policial da… Lava Jato.

Lava Jato e imprensa lavajatense sentiram o golpe.

Daqui a pouco, publicaremos, aqui no Cafezinho, a transcrição completa do áudio de Tacla Durán.

Leia o resumo do áudio escrito por Romulus Maya e publicado aqui no Cafezinho.

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Fonte:https://ocafezinho.com/2017/11/03/imprensa-lavajatense-reage-mal-depoimento-de-tacla-duran/

PAULO PAIM PROTESTA CONTRA REDUÇÃO DO SALÁRIO MÍNIMO FEITA POR TEMER

01.11.2017
Do portal BRASIL247, 30.10.17

Jefferson Rudy/Agência Senado

Senador Paulo Paim (PT-RS) se declarou indignado com mais uma redução no valor do salário mínimo proposta por Michel Temer; segundo Paim, o governo já havia baixado em R$10 o valor do mínimo na LDO para 2018; e agora o Ministério do Planejamento anunciou um corte de R$ 4 no valor para o próximo ano, passando de R$ 969 para R$ 965; “Catorze reais não são nada para o governo, mas para quem ganha o salário mínimo significa mais cinco litros de leite, significa mais cinco quilos de arroz ou significa mais três quilos de feijão. Significa muito”

Agência Senado – Em pronunciamento nesta terça-feira (31), o senador Paulo Paim (PT-RS) se declarou indignado com mais uma redução no valor do salário mínimo proposta pelo presidente Michel Temer. Segundo Paim, o governo já havia baixado em R$10 o valor do mínimo na LDO para 2018. E agora o Ministério do Planejamento anunciou um corte de R$ 4 no valor para o próximo ano, passando de R$ 969 para R$ 965.

— Catorze reais não são nada para o governo, mas para quem ganha o salário mínimo significa mais cinco litros de leite, significa mais cinco quilos de arroz ou significa mais três quilos de feijão. Sabe o que significa para quem não tem nada cinco quilos de arroz? Significa muito. Sabe o que significa três, quatro quilos de feijão a mais para quem não tem o que comer, para a família, às vezes, de três, quatro, cinco filhos? — questionou.

Além disso, Paulo Paim protestou contra a reforma trabalhista já aprovada pelo Palácio do Planalto e a tentativa de ressuscitar a reforma da Previdência, em análise na Câmara dos Deputados.

O senador ressaltou que o texto prevê o pagamento de benefício integral apenas após 65 anos de idade e 49 de contribuição. E garantiu que, com a realidade atual do mercado de trabalho, o brasileiro só terá direito ao valor máximo da aposentadoria depois de completar 90 anos.

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Fonte:https://www.brasil247.com/pt/247/poder/325199/Paulo-Paim-protesta-contra-redu%C3%A7%C3%A3o-do-sal%C3%A1rio-m%C3%ADnimo-feita-por-Temer.htm?utm_source=social_monitor&utm_medium=widget_vertical