Geap lança planos de saúde sem coparticipação

10.O8.2017
Do portal da GEAP AUTOGESTÃO EM SAÚDE

Novos beneficiários já podem aderir. Quem já é inscrito poderá migrar

Os beneficiários da Geap Autogestão em Saúde já podem aderir aos novos planos com assistência integral a todas as idades, sem coparticipação. O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), autorizou, nesta terça-feira (08/08), a disponibilização do Geap Saúde Vida e do Geap Referência Vida aos beneficiários do Convênio Único.

Nas novas modalidades, não há cobrança de coparticipação por procedimento realizado. Pagando apenas o valor da contribuição mensal, o beneficiário tem acesso à cobertura ambulatorial e hospitalar na rede credenciada em todo o País, além dos programas de promoção à saúde e serviços especializados oferecidos pela Operadora.

O Geap Referência Vida cobre todos os procedimentos exigidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Já o Geap Saúde Vida é um plano premium, com cobertura de procedimentos além dos previstos pela ANS.

Para mais informações sobre valores e programas da Geap contemplados nos novos planos de saúde, ligue para a Central de Atendimento 0800 728 8300, acesse aqui pelo nosso site, ou vá à unidade da Geap em seu Estado.

Cuidado com a saúde em todas as fases da sua vida: esse é o nosso jeito!
*****
Fonte:http://www.geap.com.br/NOTICIAS/noticias-lista.asp?NroNoticia=4341

Mais de 192 mil pessoas deixam planos de saúde em janeiro

17.02.2017
Do portal da AGÊNCIA BRASIL
Por Ivan Richard Esposito – Repórter da Agência Brasil

Pelo quinto mês consecutivo, em janeiro, os planos de saúde registraram queda do número de beneficiários. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o total de beneficiários dos planos de saúde no primeiro mês do ano ficou em 47.592.368, uma queda 192,2 mil beneficiários, ou 0,4%. Desde agosto do ano passado, os planos de saúde do país vêm perdendo clientes.

Já em relação aos planos exclusivamente odontológicos, o levantamento feito pela ANS, mostra que houve aumento de aproximadamente 169 mil beneficiários, totalizando 22.209.112 usuários desse tipo de planos em janeiro. Alta de 0,77% na comparação com os 22.040.120 que tinham planos odontológicos em dezembro do ano passado.

Segundo a ANS, nove estados apresentaram aumento de beneficiários em planos de assistência médica na comparação com dezembro: Acre, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Piauí, Roraima e Sergipe.

Os planos coletivos (38.007.221) lideram o total de contratações dos planos de saúde, seguido pelos coletivo empresarial (31.534.854), individual ou familiar (9.364.517) e os coletivos por adesão (6.463.205)

De acordo com a ANS, em janeiro, a taxa de cobertura dos planos de saúde privados era de 24,54% da população. Ao todo, 818 operadoras estavam em atividade e elas disponibilizaram 17.786 planos.

Líder do mercado, a Amil registrou, em janeiro, queda de 0,34% no número de beneficiários. A Bradesco Saúde, segunda no ranking, também teve variação negativa no primeiro mês do ano. Já a Hapvida, a Notre Dame Intermédica Saúde e a Sul América, terceira, quarta e quinta do ranking dos planos de saúde, aumentaram o número de beneficiários no mês de janeiro. 

Edição: Fábio Massalli

****
Fonte:http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2017-02/mais-de-192-mil-pessoas-deixam-planos-de-saude-em-janeiro

ANASPS ANUNCIA QUE VAI ENTRAR COM AÇÃO JUDICIAL CONTRA AUMENTO DE 23,44% DA GEAP PARA 1º DE FEVEREIRO DE 2017

04.01.2017
Do blog ANASPS ONLINE, 22.12.16

O Conselho de Administração da GEAP Auto Gestão em Saúde aprovou, pelo voto de minerva, seja pelo voto do representante do Governo no Conselho de Administração, CONAD, em que os três representantes dos empregados votaram conta, um novo aumento de 23,44% a partir de 1º fevereiro de 2017 para os 600 mil participantes, tendo a Associação Nacional dos Servidores Públicos da Previdência e da Seguridade Social-ANASPS , a maior entidade dos servidores da Previdência, com 50 mil associados, anunciado que entrará com ação judicial contra o aumento que considera exorbitante e mito além da capacidade de pagamento dos servidores que tiveram aumento de 5% em 2016 e terão aumento de 5% em 2017.

São representantes dos servidores: Elienai Ramos Coelho, do INSS,  Irineu Messias de Araujo e Luiz Carlos Correia Braga. São representantes do Governo: Paulo a=Antenor de Oliveira, suplente de Senador e Secretário de Finanças de Tocantins, que deu o voto de minerva,  Luis Fernando Ferreira Costa e Rodrigo de Andrade Vasconcelos.

Em 2016, a ANASPS, não aceitou o aumento de 37,55% e entrou ação judicial que beneficiou seus associados, tendo o juiz definido que o aumento não poderia ser superior a 20%. Este foi o aumento repassado aos servidores da Previdência, associados da ANASPS. Os demais participantes da GEAP tiveram que pagar o aumento de 37,55%.

A GEAP continua com duas diretorias fiscais, espécie de “intervenção branca”, tanto na área de previdência , decretada pela PREVIC, como de saúde, decretada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS considerando que a má administração , da GEAP não cumpriu os ajustes para superar as dificuldades operacionais de gestão.

Para o Vice Presidente Executivo da ANASPS, Paulo César Régis de Souza, desde o início do Governo Temer que uma nova diretoria desembarcou na GEAP, com plenos poderes para afastar os dirigentes anteriores, só que as pessoas indicadas pelo Gabinete Civil da Presidência da República não se comprometeram  em recuperar a GEAP. Mas agravar o seu quadro de dificuldades, impondo o aumento de 37,55%  que levou milhares de associados a se desligar e não se alteraram os padrões de qualidade na prestação dos serviços, pondo em risco o equilíbrio financeiro da entidade e sua sustentabilidade.

                Os representantes dos servidores do CONAD Manifestaram-se contra o aumento considerando que a gestão de GEAP não tem transparência, não havendo comprometimento com a melhoria da oferta e da qualidade dos serviços, além do que são desconhecidos os indicadores de eficiência na gestão administrativa.

Assinale-se que ANS reajustou de julho de 2016 a junho de 2017:

14,01% para a Amil.

13,47% para itaúseg Saúde, Sul América e Bradesco Saúde.

******
Fonte:http://www.anasps.org.br/anaspson-line-ano-xivedicao-no-1-521/

MPF/AL ajuíza ação contra ANS e operadoras de planos de saúde

28.09.2016
Do portal GAZETAWEB, 11.04.16
Por Gazetaweb, com assessoria do MPF-AL

MPF também quer obrigar ANS a regulamentar reajustes de planos de saúde coletivos

Órgão busca coibir reajustes abusivos de mensalidades pelas operadoras GEAP, Fundação Assefaz e CAPSESP

O Ministério Público Federal (MPF) em Alagoas ingressou, na última quinta-feira (7), com uma ação civil pública, com pedido de liminar, contra a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a GEAP – Autogestão em Saúde, a Fundação ASSEFAZ e a CAPESESP – Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde. A iniciativa da procuradora da República Niedja Kaspary busca combater aumentos abusivos das mensalidades, no que concerne aos usuários idosos. A ação também objetiva obrigar a ANS a cumprir com o seu dever de regulamentar os planos de saúde coletivos, principalmente no tocante aos reajustes das mensalidades.

A ação – já distribuída a 2ª Vara da Justiça Federal – é fruto de representações dos usuários dos referidos planos de saúde, que questionam os aumentos das mensalidades, razão pela qual buscaram a intervenção ministerial. Segundo os usuários, os planos de saúde têm sido reajustados de forma abusiva, o que vem impossibilitando o cumprimento do pagamento em dia das mensalidades, além do risco da perda da qualidade de segurados.

Para a procuradora da República Niedja Kaspary, questão torna-se de maior gravidade quando se percebe que, exatamente na idade em que o usuário mais necessita do plano de saúde, vê-se numa situação que o impossibilita de arcar com as mensalidades, terminando por ser “expulso” do plano. Por isso, o MPF busca rechaçar os reajustes abusivos de mensalidades, em especial, dos planos de saúde das pessoas com mais de 60 anos de idade, protegidas Estatuto do Idoso, pelo Código de Defesa do Consumidor e pela Lei 9.656/98 (Lei dos Planos de Saúde). Busca, ainda, a devolução, em dobro, dos valores cobrados indevidamente, além de combater a omissão e deficiência dos procedimentos regulatórios e fiscalizatórios da ANS no que concerne aos planos de saúde coletivos.

Versão das operadoras 

Já as operadoras, segundo o MPF-AL, alegaram que tais aumentos/reajustes são regulamentados por meio de resoluções que disciplinam a questão. De acordo com o Ministério Público, foi apurada prática de reajustes diferenciados por faixa etária, o que é vedado pelo Estatuto do Idoso. Foi também denunciado um aumento de mais de 400% (num período de três anos) na mensalidade de uma das representantes idosas. 

A ação aponta, ainda, que uma pesquisa divulgada no dia 25 de junho de 2013 pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC mostrou que, entre 2005 e 2013, planos de saúde coletivos chegaram a reajustar mensalidades em até 538,27%, enquanto o aumento médio de um plano de saúde individual, segundo a referida pesquisa, foi de 7,93% ao ano.

No que tange à ANS, como agência reguladora, deve esta, por imposição legal, exercer a política regulatória e fiscalizadora decorrente da competência administrativa da União em proteger os interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta dos planos de saúde. No entanto, ainda segundo o MPF, foi apurado que a referida agência se omitiu quanto à obrigação prevista na Lei 9.961/00. 

“Quando se trata de planos de saúde coletivos, a ANS descura dos encargos previstos nos artigos 3º e 4º, mormente quanto aos incisos XVII e XXI, no que tange aos reajustes e outras questões, tais como a evolução dos preços de planos de assistência à saúde e seus prestadores de serviços, conduta esta de tamanha gravidade, que vem estimulando a carência de ofertas de planos individuais, os quais representam, atualmente, apenas 30% do mercado em questão”, diz trecho da decisão.

E em razão da urgência que o caso requer, o MPF requereu, dentre outras medidas, a concessão de tutela liminar no sentido de determinar a suspensão imediata dos efeitos das resoluções que implementaram os aumentos abusivos.

*****
Fonte:http://gazetaweb.globo.com/portal/noticia.php?c=7670&?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

Troca forçada de plano de saúde

21.07.2016
Do portal da ABIMED,18.07.16
Por Rodolfo Costa e Hamilton Ferrari*

Quem precisa usar o plano de saúde sabe muito bem a dor de cabeça que é. Independentemente do valor pago como mensalidade, as operadoras sempre fazem questão de criar dificuldades. Mas nada se compara ao drama enfrentado por mais de 3 milhões de consumidores que se associaram a convênios de empresas que entraram em regime de liquidação especial ou faliram. Da noite para o dia, foram obrigados a transferirem os planos para outras companhias, cujos serviços são piores do que os prestados pelas firmas que quebraram.

Dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) apontam que há hoje, em todo o país, 220 operadoras em regime especial de liquidação ou em processo de falência, por má gestão. Há casos de empresas cujos donos sumiram com todo o patrimônio, deixando a clientela a ver navios. Muitas das companhias prometiam convênios a preços baixos, sem a menor condição de prestar os serviços ofertados. Mas há casos de gigantes, como a Unimed Paulistana e a Unimed Brasília, que ruíram por incompetência administrativa e desvios de recursos.

A ANS alega que a quebradeira de empresas é pontual e representa muito pouco do universo de 50 milhões de brasileiros que têm planos de saúde. O problema é que, com o agravamento da crise econômica, o desemprego e a perda do poder de compra das famílias, muita gente deixou de pagar os convênios. Assim, as operadoras que já estavam com problemas de caixa ficaram de joelhos. O risco de a insolvência aumentar e de os consumidores se verem desprotegidos ficou maior.

Portanto, dizem os especialistas, é fundamental ficar atento à saúde das operadoras. E, sobretudo, saber o que fazer no caso de quebradeira de empresas. Pelas regras da ANS, os clientes podem recorrer a dois tipos de portabilidade para migrarem de plano: as extraordinárias e as especiais, ambas com carência de até 60 dias. Isso exige, porém, muita pesquisa, pois nem sempre o que é oferecido num primeiro momento pode se adequar ao perfil do consumidor. Pressa, nesse caso, significa perigo. A dica é vasculhar todo o contrato dos futuros convênios, ver os serviços previstos, os prazos das carências e as políticas de reajuste das mensalidades.

Os alertas valem, sobretudo, para os consumidores de planos individuais, familiares e coletivos empresariais com até 30 adesões, diz o advogado Rodrigo Araújo, sócio do escritório ACJ Advogados. “Esse público tem poucas opções de transferência. Acaba, na maioria dos casos, saindo prejudicado com a portabilidade”, afirma. “Muitos são transferidos para empresas com pouca capacidade de atendimento”, assinala. Os problemas, acrescenta ele, são comuns mesmo no caso de grandes empresas problemáticas. Os usuários também sofrem. “Foi o que se viu na Unimed Paulistana. Muitas pessoas fizeram a portabilidade para operadoras pequenas e sem tradição que ostentavam a bandeira Unimed”, conta. Os planos dessas empresas davam acesso muito restrito à rede credenciada e os preços eram maiores do que os cobrados pela firma falida.

Muitas falhas

“Infelizmente, os consumidores precisam ficar muito atentos”, destaca Araújo. Não sem razão. As pessoas que usam convênios médicos são o lado mais fraco da moeda e não contam com um agente fiscalizador e regulador forte o suficiente para protegê-los. A ANS demonstra estar muito mais preocupada em proteger os interesses das empresas do que os do público em geral. O motivo é simples: vários dirigentes, depois que deixam os cargos na agência, são cooptados pelas companhias.

Desde 2012, a ANS decretou um total de 265 portabilidades excepcionais, sendo 113 extraordinárias e 152, especiais. Os dois sistemas são alvos de críticas de Araújo. Ele diz que, em situações de encerramento de atividades de operadoras, antes de os prazos para a portabilidade serem autorizados, é aberto um período de 30 dias para a venda compulsória de toda a carteira de clientes da empresa sem que nenhum consumidor seja ouvido. Em alguns casos, há uma segunda etapa. Por meio de uma espécie de leilão público, as companhias podem assumir apenas parte dos beneficiários.

*Matéria originalmente escrita no Correio Brasiliense
*****
Fonte:http://www.abimed.org.br/noticias/troca-forcada-de-plano-de-saude

Geap: Associação vai à ANS em defesa do plano de saúde

20.07.16
Do portal da ANFIP, 19.07.16

Atuando em mais uma frente em busca do fortalecimento da Geap Saúde, o presidente da ANFIP, Vilson Antonio Romero, e a vice-presidente de Aposentadorias e Pensões, Misma Suhett, reuniram-se nesta terça-feira (19) com o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), José Carlos de Souza Abrahão, para tratar do Regime de Direção Fiscal decretado pela agência na entidade de autogestão, em vigência desde outubro de 2015. A reunião foi intermediada pelo deputado federal Darcísio Perondi (PMDB-RS), que também participou do encontro, além do gerente-geral de Relações Institucionais da agência, Leopoldo Jorge Alves Neto.

Romero falou da preocupação da Entidade com as diversas interferências que têm ocorrido na Geap, caso da Direção Fiscal, da decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que barra a entrada de novos assistidos e ainda da ação que move a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que também vem criando obstáculos ao ingresso de novos beneficiários. Além disso, o reajuste médio de 37,55% nos planos de saúde esteve em pauta. “A Geap atende 600 mil pessoas, e é preciso avançar na resolução desses impasses, que hoje impedem o crescimento do plano e trazem insegurança jurídica à gestão da entidade”, frisou.

O diretor-presidente da ANS explicou que a Direção Fiscal tem como objetivo a busca do equilíbrio econômico-financeiro na Geap e que a ação tem alcançado bons resultados. “Em relação à Direção Fiscal, posso afirmar que hoje a Geap é uma entidade viável e também que os relatórios encaminhados pelo Diretor Fiscal têm sido aprovados pela ANS.”

Outras ações

A ANFIP também já solicitou audiência ao ministro do TCU Raimundo Carreiro, relator da cautelar que suspendeu o convênio entre a União e a Geap que permite a prestação de assistência médica a servidores públicos, vedando a adesão de novos beneficiários aos planos de saúde da entidade de autogestão.
*****
Fonte:http://www.anfip.org.br/informacoes/noticias/Geap-Associacao-vai-a-ANS-em-defesa-do-plano-de-saude_19-07-2016

ANFIP defende Geap em reunião na Câmara

06.07.2016
Do portal da ANFIP, 05.07.16

ANFIP defende Geap em reunião na Câmara

O presidente da ANFIP, Vilson Antonio Romero, e o vice-presidente de Política Salarial, Antonio Silvano Alencar de Almeida, se reuniram nesta terça-feira (5) com o deputado federal Darcísio Perondi (PMDB-RS) para definir estratégias de defesa da manutenção da Geap Saúde. O plano de saúde conta com cerca de 600 mil beneficiários e se encontra sob direção fiscal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Romero falou da preocupação da ANFIP com as indefinições na gestão da entidade que está impedida pela Justiça de aceitar novas adesões. “A Geap é uma entidade privada na qual o governo está interferindo. Nossa preocupação é buscar soluções para a questão da interferência administrativa, a decisão do Tribunal de Contas da União que barra a entrada de novos assistidos e a direção fiscal decretada pela ANS”, explicou o dirigente.

A ANFIP também alertou para os prejuízos que a falta de uma gestão administrativa democrática, transparente e profissional pode causar à operadora de saúde. “A Geap está sendo negociada politicamente. A política está inviabilizando o plano. Temos um plano de saúde com ótimo atendimento, que poderia ser o plano de saúde da União, e isso tudo está em risco”, criticou Romero.

O deputado Darcísio Perondi se colocou à disposição para buscar a interlocução com os setores envolvidos e para continuar dialogando com a ANFIP sobre medidas em defesa da Geap.
*****
Fonte:http://www.anfip.org.br/informacoes/noticias/ANFIP-defende-Geap-em-reuniao-na-Camara_05-07-2016