Paneleiros e trouxinhas hipócritas estão tontos de tanto ver corrupção

09.06.2017
Do Twitter de 

Paneleiros e trouxinhas hipócritas estão tontos de tanto ver corrupção de quem eles defenderam para derrubar a honrada Dilma! Ah, vá…

*****
Fonte:https://twitter.com/turquim5/status/873338364921032704/photo/1

Anúncios

Maioria dos juízes do TST aponta 50 ‘lesões’ em projeto de reforma trabalhista

26.05.2017
Do portal REDE BRASIL ATUAL, 25.05.17
Por  Redação RBA 

Proposta do governo irá reduzir, “de imediato ou a médio prazo”, várias dezenas de direitos individuais e sociais, afirmam magistrados. Oposição tenta conter tramitação 

Ministros do TST contra reforma trabalhista

Para ministros do TST, proposta de reforma “produz uma significativa redução do patamar civilizatório mínimo fixado pela ordem jurídica trabalhista vigorante no Brasil”

São Paulo – Dezessete dos 27 juízes que compõem o Tribunal Superior do Trabalho (TST), incluindo dois ex-presidentes (João Oreste Dalazen e Antônio José de Barros Levenhagen), posicionaram-se contra o projeto de lei (PLC 38) de reforma trabalhista, apontando 50 “lesões” a direitos. O documento foi entregue ontem (24) ao presidente do Senado, Eunício de Oliveira (PMDB-CE), e protocolado no gabinete do relator do texto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) da Casa, Ricardo Ferraço (PSDB-ES). A principal Corte trabalhista do país ratifica sua visão contrária à reforma do governo, contrariando inclusive o presidente do TST, Ives Gandra Filho. Hoje, Eunício recebeu alguns dos ministros signatários.

“A grande preocupação dos ministros do TST que subscrevem este documento – os quais contam, todos, com várias décadas de experiência diária no segmento jurídico trabalhista – é com o fato de o PLC n. 38/2017 eliminar ou restringir, de imediato ou a médio prazo, várias dezenas de direitos individuais e sociais trabalhistas que estão assegurados no País às pessoas humanas que vivem do trabalho empregatício e similares (relações de emprego e avulsas, ilustrativamente”, afirmam os magistrados. O presidente da Anamatra, associação nacional da categoria, Germano Siqueira, também participou da entrega.

Apenas a “ampla autorização” para a terceirização de serviços, afirmam, “produz uma significativa redução do patamar civilizatório mínimo fixado pela ordem jurídica trabalhista vigorante no Brasil”. O documento, de sete páginas, cita ponto a ponto os direitos que estariam expostos à redução ou eliminação, como horas in itinere (no percurso para o trabalho), “pactuação genérica” do regime de 12 horas de trabalho por 36 horas de descanso, período de uma hora de refeição, entre outros, além de questões como aumento do trabalho em tempo parcial.

Segundo os juízes, o PLC 38 atinge não apenas o Direito individual e coletivo do Trabalho, mas também o Direito processual, restringindo o acesso da população à Justiça, especialmente pessoas “simples e pobres”. O texto entregue ao Senado critica ainda a possibilidade de formação de comissões de representação dos empregados sem participação dos sindicatos e a determinação da prevalência do negociado sobre o legislado, “em afronta ao princípio constitucional da norma mais favorável”.

Confira aqui a íntegra do documento. 

A oposição no Senado apresentou hoje (25) algumas medidas para tentar impedir o andamento do PLC 38. Não houve leitura do parecer na reunião de terça-feira (23) na Comissão de Assuntos Econômicos da Casa, devido a um tumulto, mas o presidente do colegiado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), considerou o texto como lido e concedeu vista coletiva. Isso permite que o relatório de Ricardo Ferraço seja votado na semana que vem.

As senadoras Gleisi Hoffman (PT-PR) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) apresentaram questões de ordem contra o andamento do projeto. “Em momento algum o presidente anunciou que matéria seria colocada em discussão. Em momento algum passou a palavra para o relator ler o relatório. Em momento algum o relatório foi lido. É uma clara afronta ao regimento. Relatórios dados como lidos só são possíveis com acordo nas comissões”, argumentou Gleisi. O presidente Eunício de Oliveira disse que decidirá posteriormente. 

Com informações da Agência Senado

*****
Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/trabalho/2017/05/juizes-do-tst-apontam-lesoes-em-projeto-de-reforma-trabalhista

O que significa mexer na Previdência?

09.05.2017
Do blog PRAGMATISMO POLÍTICO, 14.03.17
Por Eric Gil*, Pragmatismo Político

significa mexer previdência temer reforma aposentadoria

Segundo a “historiografia oficial”, a Previdência Social brasileira tem início na promulgação da chamada Lei Eloy Chaves, de 1923, “que cria, em cada uma das empresas de estrada de ferro existentes no país, uma Caixa de Aposentadoria e Pensões para os respectivos empregados”. Mas as primeiras experiências datam de um período anterior, ainda no século XIX, como pode ser visto no livro “(Im) Previdência Social: 60 anos de história”, de Jaime Oliveira e Sonia Teixeira.

Desde então a nossa Previdência resistiu à algumas ondas mundiais de neoliberalismo, que exigia que a previdência mudasse da concepção de seguridade para a de capitalização. Isto torna o nosso sistema previdenciário um dos mais “justos” (apesar dos pesares!) da nossa região.

Mas quando falamos da Previdência Social, qual é a dimensão desta política social?

Segundo o Anuário Estatístico da Previdência Social de 2015 (a publicação mais recente que temos acesso) eram 32,66 milhões de benefícios ativos em dezembro daquele ano, com um valor médio de R$ 1.101,13 mensais. A clientela urbana é esmagadora maioria, 71,3%, sendo os outros 28,7% no campo.

O que isto significa? Se pensarmos nos efeitos diretos, contabilizando uma família média brasileira, com 4 membros, isto poderia alcançar mais de 130 milhões de pessoas, o que significaria mais de 65% da população brasileira daquele ano. Então estamos falando de uma reforma que atinge muito mais da metade dos que moram em nosso país.

Okay, alguns poderão dizer que aposentados (que é 55,6% dos “beneficiados”) não sustentam outras três pessoas. Mas se ele não sustentar outras três pessoas (apesar de muitos sustentarem sim, filhos e netos com uma mísera aposentadoria), teríamos um outro efeito, que é o de que outras pessoas (filhos, mais provavelmente) teriam que sustentá-lo. Então acho que esta conta é muito plausível quando nos referimos aos efeitos diretos da aposentadoria.

Uma reforma impiedosa

A PEC 287 é, em sua integralidade, maléfica aos brasileiros. Mas destaco três pontos gerais desta reforma que são os piores: (i) a idade mínima de 65 anos e 25 anos de contribuição (mas só com 49 anos pra ter 100% do benefício); (ii) a unificação das idades para homens e mulheres, e também para trabalhadores rurais; e (iii) a desvinculação do salário mínimo para o caso de pensão por morte, o que possibilitará uma pessoa a receber apenas 60% do valor (acrescido de 10% por cada dependente, até chegar os 100%).

Sobre a idade mínima e o tempo de contribuição, muitos críticos à PEC já falaram. A expectativa de vida de algumas regiões mais pobres, mesmo dentro de grandes metrópoles (na periferia) nem sequer chega aos 65 anos, o que fará com que muitos morram sem nem se aposentar. Já o tempo de contribuição de 49 anos para conseguir a integralidade do benefício é ridículo. Para se aposentar aos 65 anos com 100% do benefício teremos que ter alguém que tenha trabalhado desde os 16 anos sem nunca ter deixado de contribuir um dia sequer (ou seja, sem nunca ter sido demitido). Isto é uma realidade para algum dos mais de 200 milhões de brasileiros? Eu chutaria que não, ainda mais numa época de alta rotatividade do trabalho.

Já sobre o segundo ponto, mais especificamente sobre igualar a idade mínima de homens e mulheres, o recente estudo do Ipea já nos mostra que é de uma tremenda injustiça.

A pesquisa do Ipea – a partir de dados da Pnad, do IBGE – demonstrou que as mulheres, por conta da dupla jornada, trabalhavam 7,5h a mais do que os homens por semana. Bem, vamos fazer alguns cálculos simples. Considerando 7,5 h a mais por semana, teríamos que em 11 meses (considerando um mês de férias, que nem sempre é verdade), então um ano de trabalho, as mulheres trabalhariam 359,5h a mais do que os homens. Considerando isto, em 49 anos de contribuição previdenciária (que será o mínimo para ganhar a integralidade), a mulher teria trabalhado 17,6 mil horas a mais do que os homens. Isto equivale a 2.202 dias a mais de jornada de trabalho (de 8 h diárias e de 5 dias por semana), o que quer dizer que a mulher teve 3,06 anos a mais de trabalho do que o homem. Além disto, temos que considerar que o trabalho é mais intenso, pois é feito em um espaço de tempo menor, o que deteriora ainda mais o corpo e a mente de qualquer ser humano. A diferenciação de idade da aposentadoria não é só uma forma de tentar minimizar o mundo machista em que vivemos, onde se joga uma carga de trabalho monstruosa na mulher, mas é uma questão de sobrevivência da própria mulher como trabalhadora.

Leia aqui todos os textos de Eric Gil

Já para o trabalhador rural é algo mais óbvio ainda. Quem consegue trabalhar no campo até, no mínimo, os 65 anos? O efeito de propagação da miséria no campo será devastador, o que fará crescer ainda mais a migração para as grandes cidades, aumentando as favelas, pois quem migra totalmente desassistido tende a reproduzir a pobreza da qual foge.

Por fim, um benefício como a pensão por morte poder ser abaixo do salário mínimo é um enorme retrocesso. Quem consegue viver com 60% do salário mínimo? Segundo o DIEESE, o salário mínimo de verdade deveria ser, hoje, de R$ 3.658,72. Como alguém sobreviveria, então, com 60% de R$ 937, que equivale a R$ 562,20? Creio que os deputados e senadores que votarão isto, não. Muito menos Temer, que se aposentou com mais de 30 mil reais aos 55 anos.

Bem, se esta Reforma passar tenham certeza que a miséria brasileira irá se expandir, e muito.

Leia também:
As escalas da tragédia previdenciária: A PEC-287 e o fim da aposentadoria rural
Dieese: Reforma da Previdência será maior desmonte social da história
Por que sou contra a reforma da Previdência?
Reforma da Previdência de Temer afeta todos os cidadãos com menos de 50 anos
A Ponte para o Passado de Michel Temer

*Eric Gil é economista formado pela Universidade Federal da Paraíba, mestre e doutorando em Ciência Política pela Universidade Federal do Paraná; escreve quinzenalmente para Pragmatismo Político

****
Fonte:http://www.pragmatismopolitico.com.br/2017/03/significa-mexer-previdencia.html

AL JAZEERA QUESTIONA POR QUE MÍDIA BRASILEIRA IGNOROU A GREVE GERAL

07.05.2017
Do portal BRASIL247

******
Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/294243/Al-Jazeera-questiona-por-que-m%C3%ADdia-brasileira-ignorou-a-greve-geral.htm

Câmara aprova fim dos direitos trabalhistas no Brasil e da CLT; veja quem são os traidores

27.04.2017
Do blog VI O MUNDO
Por Redação

Por 296 votos a favor e 177 contra, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (26/04), o substitutivo do projeto de lei n º6787/2016, da reforma trabalhista.

Ela acaba com direitos trabalhistas no Brasil. É o fim da CLT.

Representa o maior massacre dos trabalhadores na história do Brasil.

Veja como votou cada deputado.

55a. LEGISLATURA
TERCEIRA SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA
SESSÃO EXTRAORDINÁRIA Nº 094 – 26/04/2017

Abertura da sessão: 26/04/2017 17:24

Encerramento da sessão: 26/04/2017 22:31

Proposição: PL Nº 6787/2016 – SUBEMENDA SUBSTITUTIVA GLOBAL – Nominal Eletrônica

Início da votação: 26/04/2017 21:56
Encerramento da votação: 26/04/2017 22:29

Presidiram a Votação:
Rodrigo Maia
Beto Mansur

Resultado da votação

Sim: 296
Não: 177
Total da Votação: 473
Art. 17: 1
Total Quorum: 474
62.6%37.4%0180200220240260280300SimNão

Presidente da Casa em exercício: 
Rodrigo Maia – DEM /RJ

Presidiram a Sessão: 
Rodrigo Maia – 17:24
Beto Mansur – 20:04
Rodrigo Maia – 20:16
Beto Mansur – 21:58
Rodrigo Maia – 21:59

Orientação

PpPtnPTdoB: Sim
PMDB: Sim
PT: Não
PSDB: Sim
PR: Sim
PSD: Sim
PSB: Não
DEM: Sim
PtbProsPsl: Sim
PRB: Sim
PDT: Não
Solidaried: Não
PCdoB: Não
PSC: Sim
PPS: Sim
PHS: Liberado
PSOL: Não
PV: Sim
Repr.REDE: Não
Repr.PEN: Sim
Repr.PMB: Não
Minoria: Não
Maioria: Sim
GOV.: Sim
Parlamentar Partido Bloco Voto
Roraima (RR)
Abel Mesquita Jr. DEM   Sim
Carlos Andrade PHS   Não
Edio Lopes PR   Sim
Hiran Gonçalves PP PpPtnPTdoB Sim
Maria Helena PSB   Sim
Remídio Monai PR   Sim
Shéridan PSDB   Sim
Total Roraima: 7
Amapá (AP)
André Abdon PP PpPtnPTdoB Sim
Cabuçu Borges PMDB   Sim
Janete Capiberibe PSB   Não
Jozi Araújo PTN PpPtnPTdoB Sim
Marcos Reategui PSD   Sim
Professora Marcivania PCdoB   Não
Vinicius Gurgel PR   Sim
Total Amapá: 7
Pará (PA)
Arnaldo Jordy PPS   Não
Beto Faro PT   Não
Beto Salame PP PpPtnPTdoB Não
Delegado Éder Mauro PSD   Sim
Edmilson Rodrigues PSOL   Não
Elcione Barbalho PMDB   Sim
Francisco Chapadinha PTN PpPtnPTdoB Sim
Hélio Leite DEM   Sim
Joaquim Passarinho PSD   Sim
José Priante PMDB   Sim
Josué Bengtson PTB PtbProsPsl Sim
Júlia Marinho PSC   Não
Lúcio Vale PR   Sim
Nilson Pinto PSDB   Sim
Simone Morgado PMDB   Não
Wladimir Costa Solidaried   Sim
Zé Geraldo PT   Não
Total Pará: 17
Amazonas (AM)
Alfredo Nascimento PR   Sim
Arthur Virgílio Bisneto PSDB   Sim
Átila Lins PSD   Sim
Conceição Sampaio PP PpPtnPTdoB Não
Hissa Abrahão PDT   Não
Pauderney Avelino DEM   Sim
Sabino Castelo Branco PTB PtbProsPsl Não
Silas Câmara PRB   Sim
Total Amazonas: 8
Rondonia (RO)
Expedito Netto PSD   Não
Lindomar Garçon PRB   Sim
Lucio Mosquini PMDB   Sim
Luiz Cláudio PR   Sim
Marcos Rogério DEM   Sim
Mariana Carvalho PSDB   Sim
Marinha Raupp PMDB   Sim
Nilton Capixaba PTB PtbProsPsl Sim
Total Rondonia: 8
Acre (AC)
Alan Rick PRB   Sim
Angelim PT   Não
Flaviano Melo PMDB   Sim
Jéssica Sales PMDB   Sim
Leo de Brito PT   Não
Total Acre: 5
Tocantins (TO)
Carlos Henrique Gaguim PTN PpPtnPTdoB Sim
César Halum PRB   Sim
Irajá Abreu PSD   Sim
Josi Nunes PMDB   Sim
Lázaro Botelho PP PpPtnPTdoB Sim
Professora Dorinha Seabra Rezende DEM   Sim
Vicentinho Júnior PR   Sim
Total Tocantins: 7
Maranhão (MA)
Alberto Filho PMDB   Sim
Aluisio Mendes PTN PpPtnPTdoB Sim
André Fufuca PP PpPtnPTdoB Sim
Cleber Verde PRB   Sim
Deoclides Macedo PDT   Não
Eliziane Gama PPS   Não
Hildo Rocha PMDB   Sim
João Marcelo Souza PMDB   Sim
José Reinaldo PSB   Sim
Junior Marreca PEN   Sim
Juscelino Filho DEM   Sim
Luana Costa PSB   Não
Pedro Fernandes PTB PtbProsPsl Sim
Rubens Pereira Júnior PCdoB   Não
Victor Mendes PSD   Sim
Waldir Maranhão PP PpPtnPTdoB Sim
Weverton Rocha PDT   Não
Zé Carlos PT   Não
Total Maranhão: 18
Ceará (CE)
Adail Carneiro PP PpPtnPTdoB Sim
André Figueiredo PDT   Não
Aníbal Gomes PMDB   Sim
Cabo Sabino PR   Não
Chico Lopes PCdoB   Não
Danilo Forte PSB   Sim
Domingos Neto PSD   Sim
Gorete Pereira PR   Sim
José Airton Cirilo PT   Não
José Guimarães PT   Não
Leônidas Cristino PDT   Não
Luizianne Lins PT   Não
Moses Rodrigues PMDB   Sim
Odorico Monteiro PROS PtbProsPsl Não
Raimundo Gomes de Matos PSDB   Sim
Ronaldo Martins PRB   Não
Vaidon Oliveira DEM   Sim
Vitor Valim PMDB   Não
Total Ceará: 18
Piauí (PI)
Assis Carvalho PT   Não
Átila Lira PSB   Sim
Heráclito Fortes PSB   Sim
Iracema Portella PP PpPtnPTdoB Sim
Júlio Cesar PSD   Sim
Maia Filho PP PpPtnPTdoB Sim
Marcelo Castro PMDB   Sim
Paes Landim PTB PtbProsPsl Sim
Rodrigo Martins PSB   Sim
Silas Freire PR   Sim
Total Piauí: 10
Rio Grande do Norte (RN)
Antônio Jácome PTN PpPtnPTdoB Não
Beto Rosado PP PpPtnPTdoB Sim
Fábio Faria PSD   Sim
Felipe Maia DEM   Sim
Rafael Motta PSB   Não
Rogério Marinho PSDB   Sim
Zenaide Maia PR   Não
Total Rio Grande do Norte: 7
Paraíba (PB)
Aguinaldo Ribeiro PP PpPtnPTdoB Sim
André Amaral PMDB   Sim
Benjamin Maranhão Solidaried   Sim
Efraim Filho DEM   Sim
Hugo Motta PMDB   Sim
Luiz Couto PT   Não
Pedro Cunha Lima PSDB   Sim
Rômulo Gouveia PSD   Sim
Veneziano Vital do Rêgo PMDB   Não
Wilson Filho PTB PtbProsPsl Sim
Total Paraíba: 10
Pernambuco (PE)
Adalberto Cavalcanti PTB PtbProsPsl Sim
André de Paula PSD   Sim
Augusto Coutinho Solidaried   Sim
Betinho Gomes PSDB   Sim
Bruno Araújo PSDB   Sim
Carlos Eduardo Cadoca PDT   Sim
Daniel Coelho PSDB   Sim
Danilo Cabral PSB   Não
Eduardo da Fonte PP PpPtnPTdoB Não
Fernando Coelho Filho PSB   Sim
Fernando Monteiro PP PpPtnPTdoB Sim
Gonzaga Patriota PSB   Não
Jarbas Vasconcelos PMDB   Sim
João Fernando Coutinho PSB   Sim
Jorge Côrte Real PTB PtbProsPsl Sim
Kaio Maniçoba PMDB   Sim
Luciana Santos PCdoB   Não
Marinaldo Rosendo PSB   Sim
Mendonça Filho DEM   Sim
Pastor Eurico PHS   Não
Ricardo Teobaldo PTN PpPtnPTdoB Sim
Silvio Costa PTdoB PpPtnPTdoB Não
Tadeu Alencar PSB   Não
Wolney Queiroz PDT   Não
Total Pernambuco: 24
Alagoas (AL)
Arthur Lira PP PpPtnPTdoB Sim
Cícero Almeida PMDB   Não
Givaldo Carimbão PHS   Não
JHC PSB   Não
Nivaldo Albuquerque PRP PtbProsPsl Sim
Paulão PT   Não
Pedro Vilela PSDB   Sim
Ronaldo Lessa PDT   Não
Rosinha da Adefal PTdoB PpPtnPTdoB Não
Total Alagoas: 9
Sergipe (SE)
Adelson Barreto PR   Não
Andre Moura PSC   Sim
Fábio Mitidieri PSD   Não
João Daniel PT   Não
Jony Marcos PRB   Não
Laercio Oliveira Solidaried   Sim
Valadares Filho PSB   Não
Total Sergipe: 7
Bahia (BA)
Afonso Florence PT   Não
Alice Portugal PCdoB   Não
Antonio Brito PSD   Não
Arthur Oliveira Maia PPS   Sim
Bacelar PTN PpPtnPTdoB Não
Bebeto PSB   Não
Benito Gama PTB PtbProsPsl Sim
Cacá Leão PP PpPtnPTdoB Sim
Caetano PT   Não
Claudio Cajado DEM   Sim
Davidson Magalhães PCdoB   Não
Elmar Nascimento DEM   Sim
Erivelton Santana PEN   Sim
Félix Mendonça Júnior PDT   Não
Irmão Lazaro PSC   Não
João Carlos Bacelar PR   Sim
Jorge Solla PT   Não
José Carlos Aleluia DEM   Sim
José Carlos Araújo PR   Sim
José Nunes PSD   Não
José Rocha PR   Sim
Jutahy Junior PSDB   Sim
Lucio Vieira Lima PMDB   Sim
Márcio Marinho PRB   Sim
Mário Negromonte Jr. PP PpPtnPTdoB Sim
Nelson Pellegrino PT   Não
Pastor Luciano Braga PRB   Sim
Paulo Azi DEM   Sim
Paulo Magalhães PSD   Sim
Roberto Britto PP PpPtnPTdoB Sim
Robinson Almeida PT   Não
Ronaldo Carletto PP PpPtnPTdoB Sim
Uldurico Junior PV   Não
Valmir Assunção PT   Não
Waldenor Pereira PT   Não
Total Bahia: 35
Minas Gerais (MG)
Adelmo Carneiro Leão PT   Não
Ademir Camilo PTN PpPtnPTdoB Não
Aelton Freitas PR   Sim
Bilac Pinto PR   Sim
Brunny PR   Sim
Caio Narcio PSDB   Sim
Carlos Melles DEM   Sim
Dâmina Pereira PSL PtbProsPsl Não
Delegado Edson Moreira PR   Sim
Dimas Fabiano PP PpPtnPTdoB Não
Domingos Sávio PSDB   Sim
Eduardo Barbosa PSDB   Sim
Eros Biondini PROS PtbProsPsl Não
Fábio Ramalho PMDB   Sim
Franklin Lima PP PpPtnPTdoB Sim
Jaime Martins PSD   Sim
Jô Moraes PCdoB   Não
Júlio Delgado PSB   Não
Laudivio Carvalho Solidaried   Não
Leonardo Monteiro PT   Não
Leonardo Quintão PMDB   Sim
Lincoln Portela PRB   Não
Luis Tibé PTdoB PpPtnPTdoB Sim
Luiz Fernando Faria PP PpPtnPTdoB Sim
Luzia Ferreira PPS   Sim
Marcelo Álvaro Antônio PR   Não
Marcelo Aro PHS   Sim
Marcos Montes PSD   Sim
Marcus Pestana PSDB   Sim
Margarida Salomão PT   Não
Mauro Lopes PMDB   Sim
Misael Varella DEM   Sim
Newton Cardoso Jr PMDB   Sim
Padre João PT   Não
Patrus Ananias PT   Não
Paulo Abi-Ackel PSDB   Sim
Raquel Muniz PSD   Sim
Reginaldo Lopes PT   Não
Renato Andrade PP PpPtnPTdoB Não
Renzo Braz PP PpPtnPTdoB Sim
Rodrigo de Castro PSDB   Sim
Rodrigo Pacheco PMDB   Sim
Saraiva Felipe PMDB   Sim
Stefano Aguiar PSD   Não
Subtenente Gonzaga PDT   Não
Tenente Lúcio PSB   Sim
Toninho Pinheiro PP PpPtnPTdoB Sim
Weliton Prado PMB   Não
Zé Silva Solidaried   Não
Total Minas Gerais: 49
Espírito Santo (ES)
Carlos Manato Solidaried   Não
Dr. Jorge Silva PHS   Não
Evair Vieira de Melo PV   Sim
Givaldo Vieira PT   Não
Helder Salomão PT   Não
Lelo Coimbra PMDB   Sim
Marcus Vicente PP PpPtnPTdoB Sim
Norma Ayub DEM   Sim
Paulo Foletto PSB   Sim
Sergio Vidigal PDT   Não
Total Espírito Santo: 10
Rio de Janeiro (RJ)
Alessandro Molon REDE   Não
Alexandre Serfiotis PMDB   Sim
Altineu Côrtes PMDB   Sim
Arolde de Oliveira PSC   Sim
Aureo Solidaried   Não
Benedita da Silva PT   Não
Cabo Daciolo PTdoB PpPtnPTdoB Não
Celso Jacob PMDB   Sim
Celso Pansera PMDB   Não
Chico Alencar PSOL   Não
Chico D´Angelo PT   Não
Cristiane Brasil PTB PtbProsPsl Sim
Dejorge Patrício PRB   Não
Deley PTB PtbProsPsl Não
Felipe Bornier PROS PtbProsPsl Não
Francisco Floriano DEM   Sim
Glauber Braga PSOL   Não
Jair Bolsonaro PSC   Sim
Jandira Feghali PCdoB   Não
Jean Wyllys PSOL   Não
Julio Lopes PP PpPtnPTdoB Sim
Laura Carneiro PMDB   Sim
Luiz Carlos Ramos PTN PpPtnPTdoB Não
Luiz Sérgio PT   Não
Marcelo Delaroli PR   Sim
Marcelo Matos PHS   Sim
Marcos Soares DEM   Sim
Miro Teixeira REDE   Não
Otavio Leite PSDB   Sim
Paulo Feijó PR   Sim
Pedro Paulo PMDB   Sim
Rodrigo Maia DEM   Art. 17
Rosangela Gomes PRB   Sim
Sergio Zveiter PMDB   Sim
Simão Sessim PP PpPtnPTdoB Sim
Soraya Santos PMDB   Sim
Sóstenes Cavalcante DEM   Sim
Wadih Damous PT   Não
Walney Rocha PEN   Não
Wilson Beserra PMDB   Sim
Zé Augusto Nalin PMDB   Não
Total Rio de Janeiro: 41
São Paulo (SP)
Adérmis Marini PSDB   Sim
Alex Manente PPS   Sim
Alexandre Leite DEM   Sim
Ana Perugini PT   Não
Andres Sanchez PT   Não
Antonio Bulhões PRB   Sim
Antonio Carlos Mendes Thame PV   Sim
Arlindo Chinaglia PT   Não
Arnaldo Faria de Sá PTB PtbProsPsl Não
Baleia Rossi PMDB   Sim
Beto Mansur PRB   Sim
Bruna Furlan PSDB   Sim
Capitão Augusto PR   Sim
Carlos Sampaio PSDB   Sim
Carlos Zarattini PT   Não
Celso Russomanno PRB   Sim
Dr. Sinval Malheiros PTN PpPtnPTdoB Não
Eduardo Bolsonaro PSC   Sim
Eduardo Cury PSDB   Sim
Eli Corrêa Filho DEM   Sim
Evandro Gussi PV   Sim
Fausto Pinato PP PpPtnPTdoB Sim
Flavinho PSB   Não
Gilberto Nascimento PSC   Sim
Goulart PSD   Sim
Herculano Passos PSD   Sim
Ivan Valente PSOL   Não
Izaque Silva PSDB   Sim
Jefferson Campos PSD   Sim
João Paulo Papa PSDB   Sim
Jorge Tadeu Mudalen DEM   Sim
José Mentor PT   Não
Keiko Ota PSB   Não
Lobbe Neto PSDB   Sim
Luiz Lauro Filho PSB   Sim
Luiza Erundina PSOL   Não
Major Olimpio Solidaried   Não
Mara Gabrilli PSDB   Sim
Marcelo Aguiar DEM   Sim
Marcelo Squassoni PRB   Sim
Marcio Alvino PR   Sim
Miguel Haddad PSDB   Sim
Miguel Lombardi PR   Sim
Milton Monti PR   Sim
Missionário José Olimpio DEM   Sim
Nelson Marquezelli PTB PtbProsPsl Sim
Nilto Tatto PT   Não
Orlando Silva PCdoB   Não
Paulo Maluf PP PpPtnPTdoB Sim
Paulo Pereira da Silva Solidaried   Não
Paulo Teixeira PT   Não
Pollyana Gama PPS   Sim
Pr. Marco Feliciano PSC   Sim
Renata Abreu PTN PpPtnPTdoB Sim
Ricardo Izar PP PpPtnPTdoB Sim
Ricardo Tripoli PSDB   Sim
Roberto Alves PRB   Sim
Roberto de Lucena PV   Não
Silvio Torres PSDB   Sim
Tiririca PR   Não
Valmir Prascidelli PT   Não
Vanderlei Macris PSDB   Sim
Vicente Candido PT   Não
Vicentinho PT   Não
Vinicius Carvalho PRB   Sim
Vitor Lippi PSDB   Sim
Walter Ihoshi PSD   Sim
Total São Paulo: 67
Mato Grosso (MT)
Carlos Bezerra PMDB   Sim
Ezequiel Fonseca PP PpPtnPTdoB Sim
Fabio Garcia PSB   Sim
Nilson Leitão PSDB   Sim
Professor Victório Galli PSC   Sim
Ságuas Moraes PT   Não
Valtenir Pereira PMDB   Sim
Total Mato Grosso: 7
Distrito Federal (DF)
Alberto Fraga DEM   Sim
Augusto Carvalho Solidaried   Não
Erika Kokay PT   Não
Izalci Lucas PSDB   Sim
Laerte Bessa PR   Sim
Rogério Rosso PSD   Sim
Ronaldo Fonseca PROS PtbProsPsl Não
Rôney Nemer PP PpPtnPTdoB Não
Total Distrito Federal: 8
Goiás (GO)
Alexandre Baldy PTN PpPtnPTdoB Sim
Célio Silveira PSDB   Sim
Daniel Vilela PMDB   Sim
Delegado Waldir PR   Não
Fábio Sousa PSDB   Sim
Flávia Morais PDT   Não
Giuseppe Vecci PSDB   Sim
Heuler Cruvinel PSD   Sim
Jovair Arantes PTB PtbProsPsl Sim
Lucas Vergilio Solidaried   Sim
Magda Mofatto PR   Sim
Marcos Abrão PPS   Sim
Pedro Chaves PMDB   Sim
Roberto Balestra PP PpPtnPTdoB Sim
Rubens Otoni PT   Não
Thiago Peixoto PSD   Sim
Total Goiás: 16
Mato Grosso do Sul (MS)
Carlos Marun PMDB   Sim
Dagoberto Nogueira PDT   Não
Elizeu Dionizio PSDB   Sim
Geraldo Resende PSDB   Sim
Mandetta DEM   Sim
Tereza Cristina PSB   Sim
Vander Loubet PT   Não
Zeca do Pt PT   Não
Total Mato Grosso do Sul: 8
Paraná (PR)
Alex Canziani PTB PtbProsPsl Sim
Alfredo Kaefer PSL PtbProsPsl Sim
Aliel Machado REDE   Não
Assis do Couto PDT   Não
Christiane de Souza Yared PR   Não
Delegado Francischini Solidaried   Não
Dilceu Sperafico PP PpPtnPTdoB Sim
Edmar Arruda PSD   Sim
Enio Verri PT   Não
Evandro Roman PSD   Sim
Giacobo PR   Sim
João Arruda PMDB   Sim
Leandre PV   Sim
Leopoldo Meyer PSB   Não
Luciano Ducci PSB   Não
Luiz Carlos Hauly PSDB   Sim
Luiz Nishimori PR   Sim
Nelson Meurer PP PpPtnPTdoB Sim
Nelson Padovani PSDB   Sim
Osmar Bertoldi DEM   Sim
Reinhold Stephanes PSD   Sim
Rocha Loures PMDB   Sim
Rubens Bueno PPS   Sim
Sandro Alex PSD   Sim
Sergio Souza PMDB   Sim
Takayama PSC   Sim
Toninho Wandscheer PROS PtbProsPsl Sim
Total Paraná: 27
Santa Catarina (SC)
Carmen Zanotto PPS   Não
Celso Maldaner PMDB   Sim
Décio Lima PT   Não
Esperidião Amin PP PpPtnPTdoB Não
Geovania de Sá PSDB   Não
João Paulo Kleinübing PSD   Sim
João Rodrigues PSD   Sim
Jorge Boeira PP PpPtnPTdoB Não
Jorginho Mello PR   Sim
Marco Tebaldi PSDB   Sim
Mauro Mariani PMDB   Sim
Pedro Uczai PT   Não
Rogério Peninha Mendonça PMDB   Sim
Ronaldo Benedet PMDB   Sim
Valdir Colatto PMDB   Sim
Total Santa Catarina: 15
Rio Grande do Sul (RS)
Afonso Hamm PP PpPtnPTdoB Não
Afonso Motta PDT   Não
Alceu Moreira PMDB   Sim
Bohn Gass PT   Não
Cajar Nardes PR   Sim
Carlos Gomes PRB   Sim
Covatti Filho PP PpPtnPTdoB Sim
Danrlei de Deus Hinterholz PSD   Sim
Darcísio Perondi PMDB   Sim
Heitor Schuch PSB   Não
Henrique Fontana PT   Não
Jerônimo Goergen PP PpPtnPTdoB Sim
João Derly REDE   Não
Jones Martins PMDB   Sim
José Fogaça PMDB   Não
Jose Stédile PSB   Não
Luis Carlos Heinze PP PpPtnPTdoB Sim
Marco Maia PT   Não
Marcon PT   Não
Maria do Rosário PT   Não
Mauro Pereira PMDB   Sim
Onyx Lorenzoni DEM   Sim
Paulo Pimenta PT   Não
Pepe Vargas PT   Não
Pompeo de Mattos PDT   Não
Renato Molling PP PpPtnPTdoB Sim
Ronaldo Nogueira PTB PtbProsPsl Sim
Sérgio Moraes PTB PtbProsPsl Não
Yeda Crusius PSDB   Sim
Total Rio Grande do Sul: 29

CENIN – Coordenação do Sistema Eletrônico de Votação

Veja também:

Patrões escreveram diretamente 35% das emendas anti-trabalhadores no Congresso

*****
Fonte:

Para pastores batistas, reforma da Previdência é ‘crueldade genocida’

26.04.2017
Do portal do REDE BRASIL ATUAL
Por Redação RBA

Para a Aliança de Batistas do Brasil, PEC 287 é mais um projeto injusto contra trabalhadores, idosos, negros e camponeses. Além dos batistas, outras denominações evangélicas se unem aos católicos 

evangélicos.jpg

Para setores da igreja evangélica, reforma da Previdência terá maior impacto sobre a vida das populações mais pobres

São Paulo –  Em nota assinada pelos pastores batistas Joel Zeferino, Marcos Adoniram Lemos Monteiro e Nívia Souza Dias, a Aliança de Batistas do Brasil repudia o teor do projeto de reforma da Previdência. Para os religiosos, a proposta do governo Temer se soma a uma série de outros projetos que consideram injustos por “desequilibrar ainda mais a relação capital-trabalho”, estruturalmente danosos para o trabalhador e para a classe mais pobre e ainda embute uma “crueldade genocida”.

No documento, os pastores afirmam que a reforma ameaça ainda a população mais pobre e os idosos, que historicamente sofrem com o achatamento das aposentadorias e pensões e com a progressiva dificuldade de inserção no mercado de trabalho por faixa etária.

Eles criticam o que chamam de cumplicidade da mídia conservadora, que mesmo diante de resistências e protestos de grande parcela da sociedade civil, apresenta a reforma de “modo adocicado”, demonstrando mais uma vez a leniência e parcialidade dos meios de comunicação. “O projeto tem sido apresentado como um evangelho, anúncio de salvação da pátria e do povo brasileiro”, afirmam os pastores. “A palavra evangelho é muito cara para nós, batistas. Denunciamos, então, esse projeto como um falso evangelho ou como um dysangelho, divulgação de um tipo de mundo contrário ao desejado por Deus.”

E destacam que a inconsistência de argumentos que respaldem a tese do déficit previdenciário e a inexistência de auditoria nas contas, prevista constitucionalmente, demonstram a iniquidade dos interesses que direcionam tais medidas. “A confluência de um presidente não eleito, um Legislativo venal e um Judiciário inconsistente ameaça garantias e direitos duramente conquistados pelos mais necessitados.”

Igrejas históricas

A Aliança de Batistas no Brasil é uma das entidades que congregam as várias igrejas de identidade batista no país. Outras, como a Convenção Batista Brasileira e a Convenção Batista Nacional, se juntaram a setores luteranos, metodistas e presbiterianos – que compõem as chamadas igrejas evangélicas históricas – em manifestação contrária à reforma da Previdência.

Esses evangélicos consideram que o atual sistema previdenciário cumpre fundamental papel redistributivo e realocativo de renda, atuando no combate à desigualdade social e na segurança alimentar a uma parcela significativa da população.

Para eles, é injusta e incoerente com a realidade a exigência de idade mínima de 65 anos para aposentadoria tanto de homens quanto de mulheres e de um tempo mínimo de contribuição de 25 anos que, na prática, requer 49 anos para aposentar-se com 100% dos proventos.

E que as mulheres, com dupla jornada, e os trabalhadores mais pobres, sem qualificação e registro em carteira, jamais poderão contribuir por 49 anos, como exige a proposta de Temer.

Além disso, apontam os graves desequilíbrios regionais e as diferenças de expectativa de vida entre as populações das regiões mais pobres em contraponto com as mais ricas, a injustiça na sistemática de cálculos proposta e a necessidade de investigação criteriosa e divulgação de dados quanto aos recursos arrecadados para sustentar a previdência e a seguridade social. Por fim, defendem a redução das desonerações fiscais concedidas aos segmentos privados, em detrimento da saúde financeira do Estado.

A cruzada contra a reforma da Previdência conta ainda a participação dos católicos. 

No último dia 19, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) voltou a se manifestar contra a reforma da Previdência, juntamente com o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e o Conselho Federal de Economia (Cofecon).

No dia 23 de março, a CNBB, por meio do seu Conselho Permanente, divulgou nota convocando “os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados”.

****
Fonte:http://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2017/04/para-pastores-batistas-reforma-da-previdencia-piora-relacao-capital-trabalho

Aposentados protestam contra reforma da Previdência no Senado

13.02.2017
Do portal do JORNAL GGN
Por Luís Nassif

Aposentados e pensionistas protestam contra PEC da reforma da Previdência

Jornal GGN – Nesta segunda (13), cerca de 300 aposentados e pensionistas foram ao Senado Federal protestar contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que fala da refomra da Previdência. 
 
A PEC tramita na Câmara dos Deputados e pode ser votada ainda no primeiro semestres por senadores e deputados. A manifestação foi organizada pela Confederação Brasileira dos Aposentados, Pensionistas e Idoso e pelo Movimento dos Servidores Público Aposentados e Pensionistas.
 
Pela manhã, os manifestantes, que representavam 180 entidades de todo o país, participara de uma missa na Catedral de Brasília, e depois seguiram em caminhada pela Esplanada dos Ministérios até chegar no Senado. 
 
A Poçlícia Legislativa do Senado afirma que todos os participantes do ato entraram na galeria do plenário para acompanhar uma sessão de homenagem ao Dia Nacional do Aposentado, convocada pelo senador Paulo Paim (PT-RS). 
 
Nos próximos dias, os aposentados pretende entregar para os parlamentares propostas de mudanças para a reforma da Previdência. Eles pretendem interromper a tramitação da matéria e são contra a idade mínima de 65 anos para aposentadoria e o tempo de contribuição de 49 anos para ter o valor integral do benefício.
 
Para o movimento, é necessário que a reforma considera as diferenças entre as regiões e entre os trabalhadores das áreas rural e urbana. Os manifestantes também planejam ir ao Ministério da Fazenda e realizar um panelaço contra a PEC. 
 
Com informações da Agência Brasil

****
Fonte:http://jornalggn.com.br/noticia/aposentados-protestam-contra-reforma-da-previdencia-no-senado