A reforma da Lei de Planos de Saúde: retrocessos em pauta

25.09.2017
Do blog JOTA, 21.09.17
Por Ana Carolina Navarrete  e Christian Tárik Printes
Alteração legislativa critica a incidência do CDC nos contratos de plano de saúde
Nas últimas semanas, o legislativo tem preocupado quem defende diariamente os consumidores, em especial por causa de uma reforma da lei de planos de saúde que tramita em regime de urgência e com baixa representatividade de entidades que representam os usuários de planos de saúde.
 
No bojo da reforma estão 143 projetos de lei apensados dentro de uma comissão especial na Câmara dos Deputados. Se nos projetos nada há de concretamente prejudicial, o que se verifica do conteúdo das audiências públicas é um conjunto já batido de medidas que atentam contra as garantias de cobertura e precificação de planos de saúde, combinadas com uma iniciativa de neutralizar o questionamento judicial dos contratos de plano de saúde.
 
As primeiras foram debatidas quando da elaboração da lei 9.656/98 (lei dos planos de saúde), e revisitadas na MP 2.177-44/2001, passando desde a oferta de planos com menor cobertura (regionalizados, subsegmentados), flexibilização regulatória sobre reajustes até o afastamento do ressarcimento ao SUS.
 
A segunda medida, de neutralizar o questionamento judicial dos contratos de saúde, é novidade, mas não menos preocupante do que os velhos argumentos revisitados, porque vem acompanhada de uma representação negativa da judicialização na saúde, a que o Legislativo deveria responder com contenção e convencimento de juízes, de um lado, e neutralização de diplomas legais benéficos ao usuário, como é o caso do CDC, de outro.
 
No âmbito das audiências públicas, foram reiteradamente suscitadas as consequências nefastas da judicialização, e o Código de Defesa do Consumidor foi pintado como um fator de agravo, quando não principal causa. Curioso e preocupante é o fato do debate passar por cima de quase três décadas de produção científica, seja no âmbito do direito, seja no âmbito da saúde coletiva, sobre esse fenômeno e seus significados para usuários do SUS e da saúde suplementar.
 
O que uma parte considerável da literatura jurídica e de saúde poderia ter ajudado a esclarecer é a relevância da judicialização no aprimoramento de diversas políticas públicas no âmbito do SUS, e o seu papel indicador de vazios regulatórios e problemas de dimensão difusa que não seriam detectados de outro modo no mercado de planos de saúde.
 
Também poderia ter esclarecido a natureza multicausal desse fenômeno, fortemente relacionado ao próprio descumprimento das leis, especialmente em matéria de direitos sociais bem como à ampliação do acesso à justiça e à alteração das noções de cidadania hoje predominantes, principalmente em decorrência do aumento da escolarização média.
 
O que se viu, contudo, foi a escolha por uma postura rasa, em que a uma lei (o CDC) foi atribuído o caráter de agravante, quando não principal causadora, de um fenômeno complexo como é a judicialização de direitos sociais.
 
Dados do CNJ mostram que a situação não é bem assim, já que no ano de 2016, o maior número de ações judiciais relacionadas ao CDC foi contra instituições financeiras. As ações contra planos de saúde somente representaram 8% do total das demandas ajuizadas no ano de 2016 nos Tribunais de todo país[1].
 
Demonizar a judicialização da saúde oculta as omissões nas respostas administrativas de gestores quando o usuário do SUS solicita tratamentos fora dos protocolos clínicos, e mesmo na oferta de tratamentos previstos em suas listas oficiais; todo um universo de contratos com regras pouco claras, baseadas em conceitos indeterminados. Esses são os os reais potencializadores da insegurança jurídica, que abrem margem para a solução judicial de conflitos.
 
Além disso, a massificação das demandas relacionadas à saúde pública no Poder Judiciário demonstra o total descaso do Poder Público em aplicar políticas sociais e econômicas mais eficazes para atender à população. No caso dos planos de saúde, a procura pelo Poder Judiciário ocorre diante da falta de transparência e de informações claras sobre seus direitos, bem como da recusa injustificada no efetivo cumprimento de tais direitos por quem está autorizado a prestar o serviço.
 
Isso sem considerarmos a cifra oculta de problemas que não são levados ao judiciário, nem à ANS.
 
Encarar de frente a judicialização permite que os Entes Federativos, assim como os Planos de Saúde possam averiguar quais são os temas mais discutidos no Judiciário e adotar medidas preventivas para que aquele tipo de controvérsia não seja mais resolvida judicialmente. Do contrário, os temas certamente chegarão nas mãos do STJ e serão alvo de Recursos Representativos de Controvérsia Jurídica para pacificação da discussão.
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Geap lança planos de saúde sem coparticipação

10.O8.2017
Do portal da GEAP AUTOGESTÃO EM SAÚDE

Novos beneficiários já podem aderir. Quem já é inscrito poderá migrar

Os beneficiários da Geap Autogestão em Saúde já podem aderir aos novos planos com assistência integral a todas as idades, sem coparticipação. O Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP), autorizou, nesta terça-feira (08/08), a disponibilização do Geap Saúde Vida e do Geap Referência Vida aos beneficiários do Convênio Único.

Nas novas modalidades, não há cobrança de coparticipação por procedimento realizado. Pagando apenas o valor da contribuição mensal, o beneficiário tem acesso à cobertura ambulatorial e hospitalar na rede credenciada em todo o País, além dos programas de promoção à saúde e serviços especializados oferecidos pela Operadora.

O Geap Referência Vida cobre todos os procedimentos exigidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Já o Geap Saúde Vida é um plano premium, com cobertura de procedimentos além dos previstos pela ANS.

Para mais informações sobre valores e programas da Geap contemplados nos novos planos de saúde, ligue para a Central de Atendimento 0800 728 8300, acesse aqui pelo nosso site, ou vá à unidade da Geap em seu Estado.

Cuidado com a saúde em todas as fases da sua vida: esse é o nosso jeito!
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Fonte:http://www.geap.com.br/NOTICIAS/noticias-lista.asp?NroNoticia=4341

GEAP: Conheça os novos conselheiros eleitos para o CONAD e CONFINS, no dia 15 de março, para o triênio 2017/2020

23.03.2017
Por Irineu Messias

Panfleto eleição CONAD - irineu
Conselheiros eleitos para o CONAD e CONFIS, para o triênio 2017/2020,  no dia 15 de março. A posse será no dia 11 de abril, na sede da Geap, em Brasília/DF

Os assistidos da GEAP em todos país votaram no dia 15 de março e elegeram os novos conselheiros para os Conselho de Administração(CONAD) e Conselho Fiscal(CONFIS).

O resultado final foi proclamado pela Comissão Eleitoral no dia 20 de março, através da RESOLUÇÃO GEAP/CE N°014/17, assinada pela Coordenadora da Comissão, Sra. Carla Gonçalves Domingues.

Os Conselheiros eleitos reafirmam o compromisso pela defesa dos interesses dos assistidos da GEAP, principalmente no diz respeito a continuar o combate aos reajures abusivos praticados pela GEAP que expusou do Plano mais 70 mil servidores!

Não há como a GEAP continuar com o atual modelo de sustentabilidade financeira baseado unica e exclusivamente nos contracheques dos servidores, que já vinham ao longo do tempo sofrendo achatamento salarial e que a tendência e piorar por conta da aprovação da PEC 55/16, agora Emenda Constitucional 95/16, pelo Congresso Nacional.
A articulação cada vez maior dos conselheiros eleitos com suas entidades nacionais que apoiaram a CHAPA 1, NOSSA CHAPA,será importante para pressionar o Governo Federal a repensar tanto o atual de sustentabilidade financeira(criando um outro) como o modo de gerenciar a GEAP.

Abaixo algumas das propostas da CHAPA 1,NOSSA CHAPA,  vencedora das eleições para a GEAP, dia 15.03.17:

– Continuar lutando contra os reajustes abusivos praticados pela Geap
– Pressionar para que a contribuição do per capita seja paritária: 50% do governo e 50% dos trabalhadores buscando a efetivação da proposta no Poder Judiciário
– Gestão paritária da Geap
– Acabar com a coparticipação
– Lutar pela mudança do atual modelo de sustentação financeira da Geap
– Melhorar a rede credenciada em todo o país, principalmente nas cidades do interior
– Criar planos economicamente mais acessíveis para os servidores de salários mais baixos
– Dar maior flexibilidade na renegociação das dívidas dos beneficiários
– Lutar pela implantação da rede própria da Geap, primeiramente nas capitais, com a finalidade de reduzir custos
– Acompanhar e fiscalizar o cumprimento do Programa de Saneamento Financeiro da Geap
– Por uma Geap competente e mais transparente.

Vale destacar o grande apoio que as entidades a que pertencem os conselheiros eleitos deram em todo este processo eleitoral, a saber

CNTSS/CUT: Sandro Alex de Oliveira Cezar

ANASPS: Alexandro Barreto Lisboa e Paulo César Regis de Souza

CONDSEF: Sérgio Ronaldo e Rogério Expedito

FENADADOS: Carlos Gandola

ANESG: Leonardo Barbosa

Estendendo esses agradecimentos a todas as representações estaduais e sindicatos estaduais vinculados às entidades acima que, em cada Estado, fizeram a campanha e tornaram possível a vitória da CHAPA 1, NOSSA CHAPA.

CLIQUE PARA AMPLIAR
Noé Júnior( ANASPS/PE), Graça Oliveira( SINDSEP/PE/CONDSEF), Irineu Messias( Conselheiro eleito, SINDSPREV/PE/CNTSS/CUT), Maria José( SINDPD/PE/FENADADOS)e Thiago Nascimento(ANESG/PE)

 

MPF/AL ajuíza ação contra ANS e operadoras de planos de saúde

28.09.2016
Do portal GAZETAWEB, 11.04.16
Por Gazetaweb, com assessoria do MPF-AL

MPF também quer obrigar ANS a regulamentar reajustes de planos de saúde coletivos

Órgão busca coibir reajustes abusivos de mensalidades pelas operadoras GEAP, Fundação Assefaz e CAPSESP

O Ministério Público Federal (MPF) em Alagoas ingressou, na última quinta-feira (7), com uma ação civil pública, com pedido de liminar, contra a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a GEAP – Autogestão em Saúde, a Fundação ASSEFAZ e a CAPESESP – Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde. A iniciativa da procuradora da República Niedja Kaspary busca combater aumentos abusivos das mensalidades, no que concerne aos usuários idosos. A ação também objetiva obrigar a ANS a cumprir com o seu dever de regulamentar os planos de saúde coletivos, principalmente no tocante aos reajustes das mensalidades.

A ação – já distribuída a 2ª Vara da Justiça Federal – é fruto de representações dos usuários dos referidos planos de saúde, que questionam os aumentos das mensalidades, razão pela qual buscaram a intervenção ministerial. Segundo os usuários, os planos de saúde têm sido reajustados de forma abusiva, o que vem impossibilitando o cumprimento do pagamento em dia das mensalidades, além do risco da perda da qualidade de segurados.

Para a procuradora da República Niedja Kaspary, questão torna-se de maior gravidade quando se percebe que, exatamente na idade em que o usuário mais necessita do plano de saúde, vê-se numa situação que o impossibilita de arcar com as mensalidades, terminando por ser “expulso” do plano. Por isso, o MPF busca rechaçar os reajustes abusivos de mensalidades, em especial, dos planos de saúde das pessoas com mais de 60 anos de idade, protegidas Estatuto do Idoso, pelo Código de Defesa do Consumidor e pela Lei 9.656/98 (Lei dos Planos de Saúde). Busca, ainda, a devolução, em dobro, dos valores cobrados indevidamente, além de combater a omissão e deficiência dos procedimentos regulatórios e fiscalizatórios da ANS no que concerne aos planos de saúde coletivos.

Versão das operadoras 

Já as operadoras, segundo o MPF-AL, alegaram que tais aumentos/reajustes são regulamentados por meio de resoluções que disciplinam a questão. De acordo com o Ministério Público, foi apurada prática de reajustes diferenciados por faixa etária, o que é vedado pelo Estatuto do Idoso. Foi também denunciado um aumento de mais de 400% (num período de três anos) na mensalidade de uma das representantes idosas. 

A ação aponta, ainda, que uma pesquisa divulgada no dia 25 de junho de 2013 pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor – IDEC mostrou que, entre 2005 e 2013, planos de saúde coletivos chegaram a reajustar mensalidades em até 538,27%, enquanto o aumento médio de um plano de saúde individual, segundo a referida pesquisa, foi de 7,93% ao ano.

No que tange à ANS, como agência reguladora, deve esta, por imposição legal, exercer a política regulatória e fiscalizadora decorrente da competência administrativa da União em proteger os interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta dos planos de saúde. No entanto, ainda segundo o MPF, foi apurado que a referida agência se omitiu quanto à obrigação prevista na Lei 9.961/00. 

“Quando se trata de planos de saúde coletivos, a ANS descura dos encargos previstos nos artigos 3º e 4º, mormente quanto aos incisos XVII e XXI, no que tange aos reajustes e outras questões, tais como a evolução dos preços de planos de assistência à saúde e seus prestadores de serviços, conduta esta de tamanha gravidade, que vem estimulando a carência de ofertas de planos individuais, os quais representam, atualmente, apenas 30% do mercado em questão”, diz trecho da decisão.

E em razão da urgência que o caso requer, o MPF requereu, dentre outras medidas, a concessão de tutela liminar no sentido de determinar a suspensão imediata dos efeitos das resoluções que implementaram os aumentos abusivos.

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Fonte:http://gazetaweb.globo.com/portal/noticia.php?c=7670&?utm_source=whatsapp&utm_medium=share-bar-desktop&utm_campaign=share-bar

ANFIP na mídia: ANS acende o alerta (Correio Braziliense)

20.06.2016
Do portal da ANFIP

A situação da Geap, que pode pagar caro pela guerra política que embaça seu horizonte, acendeu o sinal de alarme da Agência Nacional de Saúde (ANS). Os riscos para os associados aumentaram muito.

Atualmente, segundo informações da Geap, do total de 560 mil beneficiários, somente os filiados ao Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais da Saúde e Previdência do Social do Estado de Pernambuco (Sindsprev/PE), da Associação Nacional dos Servidores da Previdência e da Seguridade Social (Anasps), da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) e da Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho, Previdência e Assistência Social (Fenasps), que representam 91.290 assistidos, haviam sido contemplados pelos efeitos da Resolução 129/2016 revogada pela liminar da União, que garantia reajuste de 20% no convênio, índice que passará a valer para todos os participantes.

Caso prevalecesse o aumento de 37,55%, eles teriam que ressarcir a Geap. Mas a operadora já havia tranquilizado os associados, a maioria acima dos 50 anos, de que não haveria pressão ou constrangimento. “A Geap tem a preocupação de manter os beneficiários em seus planos em condição plena de atendimento. A partir de agora, as demandas serão analisadas caso a caso, de acordo com o perfil de cada usuário e de sua categoria, considerando faixa salarial, idade, valor de eventuais débitos e outros”, informou. Apesar dos argumentos, a briga judicial com os representantes dos beneficiários promete ser longa.

Por meio de nota, antes da decisão do desembargador Souza Prudente de derrubar a limitar que definia reajuste dos planos da Geap em 37,55%, a Anasps informou que seus associados não pagariam esse índice”. “Os associados da entidade continuarão pagando 20%, na forma definida pela juíza federal Iolete Maria Fialho de Oliveira, Titular da 22/ SJDF”, destacou. Condsef, Fenasps, CNTSS, haviam decidido reunir suas assessorias jurídicas na próxima quarta-feira, 22, com o objetivo de debater e discutir estratégias, na tentativa de reverter judicialmente “o aumento abusivo de 37,5% imposto ao plano de saúde”. Agora, não precisarão mais – não até que haja nova reviravolta na Justiça.
Fonte: Correio Braziliense (DF) – 18/06/2016
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Fonte:http://www.anfip.org.br/informacoes/noticias/ANFIP-na-midia-ANS-acende-o-alerta-Correio-Braziliense_20-06-2016

CNTSS/CUT realiza ato em 17 de fevereiro contra Agência Nacional de Saúde e o reajuste abusivo de 37,55% da GEAP

11.02.2016
Do portal da CNTSS/CUT, 05.02.16
Por José Carlos Araújo*

Ato, que acontece em Brasília, a partir das 10 horas, é uma deliberação da Plenária Nacional dos Sindicatos Federais filiados à Confederação

Os sindicatos dos servidores federais filiados à CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social realizarão Ato contra o aumento abusivo das mensalidades da GEAP – Auto-Gestão em Saúde e contra as medidas tomadas pela ANS – Agência Nacional de Saúde, que vêm prejudicando a entidade e os servidores. A manifestação acontecerá na quarta-feira, 17 de fevereiro, a partir das 10 horas, em Brasília. Os trabalhadores se concentração em frente ao prédio do Ministério da Saúde.

A iniciativa foi aprovada em Plenária Nacional realizada em 27 de janeiro, em Brasília. Entre os pontos da pauta do encontro estava o debate sobre a GEAP. Na ocasião, os dirigentes reiteraram as posições contrárias ao aumento abusivo de 37,55% e às medidas recentes que a ANS vem tomando e que colocam em risco a continuidade da existência de todas as auto-gestoras de saúde, principalmente a GEAP. Medidas que favorecem os interesses dos planos privados.

As lideranças também definiram que o a Assessoria Jurídica da CNTSS/CUT entre na Justiça questionando a abusividade deste aumento imposto pela Agência Nacional à GEAP. Esta mesma proposta será sugerida às demais entidades nacionais dos servidores federais.

Para o presidente da Confederação, Sandro Cézar, os sindicatos federais devem mobilizar suas bases para entrar nesta luta. “É importante que os sindicatos estejam mobilizados para esta causa. É absurdo e totalmente fora da condição de razoabilidade este aumento. A medida tende a prejudicar a GEAP. Ao contrário de ajudar o Plano a se equilibrar financeiramente, vai excluir um número imenso de beneficiários em virtude dos valores abusivos das mensalidades”, destaca.

edit 1
CNTSS/CUT na reunião na ANFIP, 18.11.14, um dia após o CONAD aprovar  o reajuste abusivo de 37,55( com votos contrários dos Conselheiros eleitos), que definiu estratégias contra a ANS e contra o reajuste.

O representante da CNTSS/CUT no CONAD – Conselho Nacional de Administração da GEAP, Irineu Messias, do Sindsprev PE, manifestou a preocupação que toma conta dos representantes dos trabalhadores no Conselho no que diz respeito à sustentabilidade financeira da GEAP. O dirigente relembrou que a ANS é quem regula os planos de saúde privados e de auto-gestão e que tem agido pesadamente contra a GEAP.

“O aumento nas mensalidades não resolve o problema e não garante a sustentabilidade da GEAP. A ANS está fazendo exigências de reservas financeiras astronômicas. A Diretoria Executiva da GEAP destacou que o aumento nas contribuições cumpre as determinações da Agência e que o custeio é projetado para 2017. Nos três representantes dos trabalhadores no CONAD – eu, Luís Carlos Correia Braga e Elienai Ramos Coelho – votamos contra o aumento, mas não conseguimos reverter a medida, tendo em vista que o “voto de Minerva”, que coube ao presidente, garantiu o desempate na votação”, afirma Messias.

O dirigente concorda com a opinião do presidente da Confederação de que, a partir destes aumentos abusivos, uma grande parte dos trabalhadores não consiga arcar com estes custos e seja excluída da GEAP. São aproximadamente 580 mil pessoas que serão atingidas por este aumento.

Apesar da pressão que os servidores fizeram para aumentar a “per capta”, o governo não fez o reajuste de sua contribuição conforme a perda histórica que vem se acumulando.  Hoje os trabalhadores arcam com quase 85% das despesas da GEAP.

Para Messias, o governo é o maior responsável pelo problema porque caberia a ele contribuir com um percentual maior. As entidades dos trabalhadores vão continuar a pressionar o governo para que ele aumente sua participação na saúde complementar do servidor federal

*Assessoria de Imprensa CNTSS/CUT

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Fonte:http://www.cntsscut.org.br/destaques/2612/cntss-cut-realiza-ato-em-17-de-fevereiro-contra-agencia-nacional-de-saude-e-o-reajuste-abusivo-de-37-55-da-geap

Diretoria Executiva Geap emite nota explicativa sobre Direção Fiscal da ANS

21.10.2015

Do portal da GEAP AUTOGESTÃO EM SAÚDE

Direção Fiscal: nota de esclarecimento

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A respeito da instauração de Regime de Direção Fiscal, determinado em Resolução Operacional da Agência Nacional de Saúde Suplementar, publicada nesta terça-feira (20/10), no Diário Oficial da União, a Diretoria Executiva da Geap Autogestão em Saúde informa aos seus beneficiários, instituições conveniadas e prestadores de serviço que:

O diretor fiscal indicado pela ANS, Jaime de Carvalho Leite, foi empossado pelo diretor Executivo da Geap, Luís Carlos Saraiva Neves, na tarde de terça-feira (20/10), na sede da operadora, em Brasília-DF.

A Direção da Geap está a postos para apresentar de forma transparente e clara todos os documentos, dados e informações relativas à situação administrativa e econômico-financeira atual da operadora que demonstram tanto o equilíbrio das contas quanto o processo contínuo de qualificação da rede credenciada e de melhoria dos indicadores de atenção à saúde dos beneficiários.

A assistência aos cerca de 600 mil brasileiros que têm planos de saúde da Geap segue normalizada nas clínicas, hospitais e laboratórios que compõem a rede credenciada da operadora em todo o país, assim como não haverá qualquer alteração nos fluxos de pagamentos aos prestadores de serviços.

As ações de promoção à saúde e prevenção de doenças, marcas registradas desta autogestão, também continuam sua programação cotidiana nos estados. Neste mês, por exemplo, está em curso a campanha Outubro Rosa na Geap, de incentivo à detecção precoce do câncer mama.

Nos últimos dois anos, a Geap Autogestão em Saúde passou por mudanças estruturais, administrativas e de gestão que impactaram positivamente na recuperação do equilíbrio econômico-financeiro da operadora, na ampliação da rede credenciada, com regularização dos pagamentos a todos os prestadores, na melhoria dos indicadores de atenção à saúde dos beneficiários e, por consequência, no aumento da procura pelos planos de saúde da empresa.

O mais recente Balanço Patrimonial e Financeiro da Geap, relativo ao exercício de 2014 demonstra claramente este novo momento, marcado por uma gestão focada no profissionalismo e na transparência das ações. Avalizado por uma renomada auditoria independente, uma das quatro maiores do mundo, e aprovado sem ressalvas pelos Conselhos de Administração e Fiscal da operadora, o documento com todas as demonstrações financeiras e contábeis da empresa está disponível para consulta irrestrita no site www.geap.com.br.

O aprimoramento constante do serviço prestado pela Geap está refletido também na melhoria dos indicadores assistenciais e na redução acentuada do número de reclamações dos clientes, conforme avaliações recentes da agência reguladora de planos de saúde. No último resultado do Índice de Desenvolvimento da Saúde Suplementar (IDSS), divulgado em setembro, por exemplo, a nota da Geap subiu de 0,44, em 2013, para 0,65 em 2015, aproximando-se mais do indicador máximo. Este índice, calculado pela ANS, avalia a atenção à saúde; a satisfação do cliente; a estrutura e os aspectos econômico-financeiros da empresa.

A Geap é a operadora de plano de saúde que agrega o maior número de idosos. Para se ter uma ideia, já são mais de 280 mil beneficiários a partir de 59 anos, dentre os quais 70 mil assistidos com mais de 80 anos. Um dos principais diferenciais da Geap em relação aos planos comerciais é o compromisso de acolher e cuidar de todos sem fazer qualquer tipo de discriminação por idade ou doença preexistente.

Certamente os dados numéricos não conseguem traduzir de forma plena os grandes saltos de qualidade que a Geap Autogestão em Saúde deu nos últimos anos rumo à retomada da sua credibilidade no mercado de saúde suplementar. Também não dão a real dimensão de uma das maiores vitórias conquistadas pela empresa recentemente: o resgate da confiança dos milhares de servidores públicos e familiares que entregam a sua saúde aos nossos cuidados.

Diretoria Executiva
Geap Autogestão em Saúde

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Fonte:http://www.geap.com.br/_geap/ge_notic_publi_ultim_notic.asp?NroNoticia=4089