GEAP: CONSELHEIROS ELEITOS, DIVULGAM NOTA PÚBLICA CONTRA FALSO REAJUSTE DE 61%

11.12.2017
Do portal  CNTSS/CUT, 08.12.17
Por conselheiros eleitos do CONAD/CONFIS-GEAP

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Nota pública dos conselheiros eleitos do Conad/Confis da Geap contra falso reajuste dos planos divulgado pela imprensa

Os Conselheiros eleitos da GEAP reiteram desconhecer os percentuais de 61% divulgados pelo Correio Brasiliense

Os conselheiros eleitos do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal da GEAP (Conad/Confis) e os próprios assistidos da GEAP foram surpreendidos, no dia 05 de dezembro, com a notícia publicada no Blog do Servidor, do Correio Brasiliense, assinado pela jornalista Vera Batista, informando que a GEAP iria reajustar em 61% os planos de saúde.

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Irineu Messias, conselheiro eleito do CONAD/GEAP, mostrou-se indignado com a divulgação do falso reajuste de 61%. “Reiteramos nosso compromisso  de continuar lutando no CONAD,  mesmo que sejamos minoria, para que não seja aplicado nenhum reajuste abusivo que inviabilize a permanência  dos servidores na GEAP”

Queremos informar a todos que, até a presente data, a direção executiva da GEAP não apresentou quaisquer informações técnicas a respeito de qualquer tipo de reajuste para o ano de 2018. Sabemos que, por determinação legal, tal estudo terá que ser apresentado com antecedência. E o reajuste do plano precisar ser aprovado pelo CONAD até 30 dias antes da entrada em vigor. Até o dia 05 de janeiro de 2018 o percentual será definido, como preceitua a Agência Nacional de Saúde.

Nós, conselheiros eleitos, sempre atuamos na defesa dos direitos e interesses dos assistidos da GEAP, que por sua vez estão fazendo um grande esforço para se manter no plano, apesar dos reajustes abusivos praticados pela operadora e contra os quais nós, conselheiros, sempre votamos contra. Em razão desses reajustes abusivos, muitos assistidos foram “expulsos” da GEAP pela incapacidade de honrar com as mensalidades.

Portanto, queremos informar a todos servidores assistidos da GEAP, que nós conselheiros eleitos, desconhecemos os percentuais de 61% divulgados pelo Correio Brasiliense, visto que nenhum debate houve junto ao Conselho de Administração a respeito do reajuste.

O fato já foi desmentido pela própria GEAP em nota pública divulgada no mesmo dia 05 de dezembro no Correio Brasiliense. Contudo, mesmo assim, nós conselheiros eleitos, ficaremos atentos para que tais especulações não venham a ser confirmadas. Entendemos que um aumento de tal magnitude vai inviabilizar a sobrevivência da própria GEAP.

É evidente que a maioria absoluta dos servidores não teria condições de arcar com um aumento tão exorbitante e ainda mais agora com os seus respectivos salários congelados, em tese, por 20 anos, por Emenda Constitucional aprovada pelo Governo Temer. Além de postergar reajustes previstos para 2018, de várias categorias de servidores, muitas das quais, filiadas à GEAP.

Nós, conselheiros eleitos, reiteramos nosso compromisso de continuar lutando contra todo e qualquer reajuste abusivo que prejudique a permanência dos servidores nos planos de saúdes da GEAP.

Vamos continuar lutando para por em prática nossa carta programa, mesmo sendo minoria no Conselho de Administração (o governo Temer dispõe do voto de minerva).

O programa pelo qual fomos eleitos reafirma, entre outros pontos, nosso compromisso de VOTAR CONTRA QUALQUER REAJUSTE ABUSIVO, além de defender um maior aporte financeiro por parte da União, visto que hoje, a GEAP é MAJORITARIAMENTE sustentada pelos servidores (77%).

E para nos ajudar a implementar nossa carta programa, contamos com o apoio de nossas entidades nacionais sindicais e classistas, CNTSS/CUT, ANASPS, CONDSEF e FENADADOS.

Sabemos que a luta por uma GEAP cada vez melhor, não depende apenas dos Conselheiros eleitos e de suas respectivas entidades. Por isso, conclamamos TODAS as entidades do funcionalismo federal a se juntar conosco nesta luta por um novo modelo de sustentabilidade financeira e por uma GEAP cada vez mais voltada para os interesses de todos seus assistidos.

Em reunião, no semestre passado, com a presidência do CONAD e com a Direção Executiva da GEAP, exigimos que a operadora inicie imediatamente um debate permanente com os conselheiros eleitos e suas respectivas entidades nacionais.

É necessário que se inicie imediatamente um debate conjunto para a implementação de um novo modelo de sustentabilidade financeira. A implantação desse modelo, certamente evitará a aplicação de sucessivos reajustes abusivos que tanto tem prejudicado os assistidos e a própria GEAP.

No mais, companheiros e companheiras, continuamos lutando por uma GEAP cada vez melhor para todos nós assistidos!

Brasília, 08 de dezembro de 2017.

Conselheiros eleitos:

Irineu Messias de Araujo. CONAD

Manoel Ricardo Palmeira Lessa. CONAD

Ivete Vicentina de Amorim. CONAD

Ricardo Luiz Dias Mendonça. CONAD

Elienai Ramos Coelho. CONAD

Leonardo Alexandre Silveira Barbosa. CONAD

Socorro Lago Martins. CONFIS

Maria das Graças de Oliveira. CONFIS

Deusa Maria Duarte. CONFIS

Hervécio Cruz. CONFIS

LEIA MAIS:

CORREIO BRASILIENSE: Resposta da Geap sobre aumento nas mensalidades dos planos de saúde

SINDSPREV/PE: Nota pública dos conselheiros eleitos do Conad/Confis da Geap contra falso reajuste dos planos divulgado pela imprensa

Geap desmente informação falsa sobre reajuste absurdo de 61% nos seus planos de saúde
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Fonte:http://cntsscut.org.br/destaques/2982/nota-publica-dos-conselheiros-eleitos-do-conad-confis-da-geap-contra-falso-reajuste-dos-planos-divulgado-pela-imprensa

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CUT repudia má-fé da Folha de S. Paulo: “Não negociamos retirada de direitos dos trabalhadores!”

07.12.2017
Do blog  VI O MUNDO
Por da CUT Nacional

CUT repudia má-fé da Folha de S. Paulo

Vagner Freitas, presidente da CUT NACIONAL

Central não negocia retirada de direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, muito menos com um governo golpista, ilegítimo e corrupto

A CUT repudia a má-fé da Folha de S. Paulo que distorce e manipula informações com o claro objetivo de enfraquecer a luta do movimento sindical contra os ataques aos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Uma nota do Painel da Folha insinua que o governo irá liberar recursos em troca de apoio a nova proposta de reforma da Previdência que praticamente acaba com a aposentadoria.

Em minutos a nota virou manchete do UOL, como se fosse uma verdade incontestável.

É mais uma mentira da Folha de S. Paulo!

O governo não está liberando nada. Esse dinheiro pertence a CUT e demais centrais e foi bloqueado indevidamente pela Caixa Econômica Federal.

Temer não faz mais do que a obrigação ao liberar um dinheiro que pertence à classe trabalhadora e vai ser usado na luta contra os ataques aos direitos sociais e trabalhistas patrocinado por esse governo usurpador e corrupto, como afirmou o ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.

Folha de S. Paulo repete o que já se tornou tradição no jornal, manipula as informações para induzir o leitor a acreditar que a CUT e demais centrais estão negociando recursos em troca de apoio ao desmonte da Previdência.

A CUT, a maior e mais combativa central sindical do país, reafirma que não negocia direitos dos trabalhadores.

A CUT reafirma também que não negocia nada com o governo ilegítimo e golpista de Temer.

A CUT denuncia a manipulação e a má-fé deste jornal golpista que tem interesse em defender o fim das aposentadorias.

Um aviso a Folha e ao governo: se botar para votar, o Brasil vai parar!

Vagner Freitas

Presidente Nacional da CUT

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/cut-repudia-ma-fe-da-folha-de-s-paulo-nao-negociamos-retirada-de-direitos-dos-trabalhadores.html

MENTIRA DA IMPRENSA GOLPISTA:Lula não vai se aliar a golpistas. É pegadinha da mídia

24.11.2017
Do BLOG DA CIDADANIA, 06.11.17
Por Eduardo Guimarães

Produziu-se uma imensa polêmica após Lula ter dito uma frase sobre “perdoar golpistas” que foi distorcida e mal-entendida por muitos devido ao fato de que hoje, no Brasil, a grande maioria só lê manchetes, sobretudo nos links colocados no Twitter  e no Facebook.

Em um discurso em Belo Horizonte, o ex-presidente Lula afirmou, como metáfora, que estava “perdoando os golpistas” como fizeram Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek.

Veja só, leitor, o que foi, exatamente, que Lula disse:

Toda as vezes em que a direita nesse País resolveu usurpar o poder, a primeira coisa que fez foi destruir moralmente seus adversários. Foi assim com Getúlio (Vargas), depois com Juscelino Kubitschek, depois com Jango (João Goulart). Sou mais paciente que Getúlio e João Goulart e talvez mais que JK, que tentaram tirar três vezes e ele sempre perdoou. Estou perdoando os golpistas desse País

Porém, o problema é que as pessoas só leem manchetes, hoje em dia.

Como se vê, Lula não disse nada sobre se aliar a golpistas, mas cheguei a ver gente comentando que ele teria confessado planos de aliar àqueles que derrubaram Dilma e flagelaram o PT se eles apoiassem sua candidatura e/ou seu governo.

Mas de onde tiraram essa ideia de que Lula vai se aliar a golpistas? Tudo se precipitou devido, sobretudo, a uma foto dele com o senador Renan Calheiros e com o governador de Alagoas, Renan Filho, que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff.

O Blog da Cidadania apurou que o que fez eclodir essa onda de indignação e crença de que Lula pretendia se aliar a golpistas e esquecer o discurso do golpe partiu de interpretação sobre matéria do Estadão sobre a fala dele sobre perdoar golpistas.

Como sempre, gravei um comentário em vídeo sobre esse assunto e, também, sobre  minha posição pessoal em relação à pré-candidatura da camarada comunista Manuela D’Ávila a presidente da República na eleição do ano que vem.

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PERSEGUIÇÃO POLÍTICA NO JUDICIÁRIO: CNJ diz que juiz não pode falar de política. Só a favor da direita…

25.10.2017
Do blog TIJOLAÇO
Por FERNANDO BRITO 

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Com o voto de Carmem Lúcia, aquela que pregava a aplicação da máxima rodrigueana sobre os “homens de bem terem a ousadia dos canalhas”, o Conselho Nacional de Justiça decidiu processar os juízes  André  Nicolitt, Cristiana de Faria Cordeiro, Rubens  Casara e Simone Nacif Lopes por terem participado de um ato contra o golpe, no Rio, ano passado.

Para juízes que foram aos atos “coxinha” ou para Gilmar Mendes, claro, nada contra.

O curioso é que o relator do processo,  João Otávio de Noronha (na foto sendo condecorado por Aécio Neves), contra os quatro fez várias manifestações e até organizou jantares para a turma golpista, como relata, em detalhes, a colunista Monica Bergamo, na Folha:

O ministro João Otávio de Noronha, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que relatou na terça (24) processo defendendo que quatro juízes sejam investigados pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) por terem se manifestado, em ato público, contra o impeachment de Dilma Rousseff, também fez declarações públicas, em 2016, sobre o afastamento da então presidente do cargo. Com uma diferença: eles diziam que o afastamento era “golpe”. O magistrado afirmava, em entrevistas, o contrário: “Não é golpe de modo algum”.

Noronha também opinou, na época, sobre as manifestações em relação ao governo. “Uma [a favor de Dilma] é induzida, organizada. A outra [que pregava o impeachment] é natural”, disse ele.

Em julho de 2016, um mês antes da saída definitiva de Dilma do cargo, Noronha homenageou o então presidente interino Michel Temer com um jantar em sua casa, em Brasília, que reuniu ministros do STJ, do STF (Supremo Tribunal Federal) e os tucanos José Serra (PSDB-SP) e Aécio Neves (PSDB-MG).

Na Justiça brasileira, a balança tem dois pratos. Um cheio, na direita, um pires vazio na esquerda.

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Fonte:http://www.tijolaco.com.br/blog/cnj-diz-que-juiz-nao-pode-falar-de-politica-so-favor-da-direita/

Estudo contesta crença de que empresário se sai melhor na gestão pública

22.09.2017
Do portal da BBC BRASIL,21.09.17
Por Fernanda Odilla, BBC Brasil,  em Londres 

Homem caminha pela rua segurando uma pastaEstudo feito por pesquisadores da universidade britânica LSE revela que a performance de homens de negócios à frente de prefeituras é similar a de políticos com outra formação

Um estudo realizado na London School of Economics (LSE) – uma das mais renomadas universidades do Reino Unido – contesta o argumento de que empresários são melhores administradores públicos.

Instigados pelo anúncio, feito em meados de 2015 pelo então megaempresário do setor imobiliário Donald Trump de que pretendia concorrer à Presidência dos Estados Unidos, dois pesquisadores da universidade londrina resolveram averiguar empiricamente se a experiência na direção de empresas se revertia em boas gestões públicas.

“Na época, muita gente se perguntou se um empresário estaria apto a ser um político melhor. Fomos tentar responder a essa pergunta”, diz Eduardo Mello, professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas que concluiu este ano o doutorado na LSE.

A pesquisa, ainda em andamento, foca em prefeitos de cidades brasileiras, segundo os autores, por causa do fácil acesso a dados que permitissem comparações adequadas.

Os primeiros achados do estudo indicam que prefeitos que se declararam empresários, comerciantes, vendedores e os que têm quotas ou participam da administração de empresas não são nem mais nem menos eficientes que seus colegas que vieram de outras áreas.

A análise de indicadores de gastos públicos sugere que a performance dos empresários é muito parecida com a dos demais ao executar o orçamento e ao investir em saúde e educação. Homens e mulheres de negócios não são melhores em reduzir o deficit fiscal nem na execução do orçamento, tampouco são melhores em conseguir mais verbas do governo federal.

Trump com um taco de golfeEstudo foi inspirado em anúncio de que Donald Trump concorreria à Presidência do EUA

“Não achamos o efeito Trump (a crença de que empresários seriam melhores administradores). Analisamos todos os indicadores (que medem a performance de empresários como prefeitos) e nada apareceu como estatisticamente significante”, assinala Mello.

“Empresários não produzem indicadores melhores. A princípio, se comportam como todos os políticos.”

Mello, que assina o estudo com Nelson Ruiz-Guarin, também da LSE, cruzou dados de fontes diversas, como Tribunal Superior Eleitoral, Receita Federal, DataSus, e Censo Escolar.

Os pesquisadores analisaram dados de candidatos eleitos prefeitos em cinco eleições, entre 2000 e 2016. Por meio de regressões estatísticas, eles selecionaram municípios com cenários de disputa acirrada entre um empresário e outro candidato e depois compararam o desempenho dos prefeitos – levando em conta diferentes variáveis.

Assim, selecionaram cerca de 200 a 300 municípios por eleição. Em nenhum dos cruzamentos, contudo, foram identificados sinais de que empresários no comando de prefeituras melhoraram as contas públicas.

Mello disse à BBC Brasil ter se surpreendido com os resultados, pois acreditava que a experiência pregressa em administração poderia fazer uma diferença.

“É uma premissa na qual os eleitores acreditam tanto”, afirmou o pesquisador. “Mas parece que é um mito. Precisamos repensar quais são as habilidades que formam um bom prefeito.”

Mello disse que ainda quer averiguar se há diferença significativa entre a performance dos empresários de primeiro mandato e a dos que estão na política há mais tempo. Ainda assim, ele considera que dificilmente os resultados principais do estudo vão mudar.

Respostas à crise

Comentando a pesquisa, o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda observa que a aposta eleitoral em um candidato que não se parece com um político tradicional é um fenômeno mundial que normalmente surge como resposta à uma crise política ou de representatividade.

Silvio Berlusconi Na Itália pós-Mão Limpas, Silvio Berlusconi, um controlador de um grupo de mídia e dono de um time de futebol

Ele cita o caso do italiano Silvio Berlusconi, magnata da mídia e dono de time de futebol que foi eleito premiê depois que a Operação Mãos Limpas investigou e prendeu políticos de diferentes partidos na Itália por corrupção.

Lavareda atribui a vitória de Trump nos EUA ao fato de que boa parte do eleitorado não se via representada por nenhum político de carreira.

“Toda vez que há uma crise política, é comum a busca por alternativas. Empresários e técnicos são beneficiados com esse discurso de não ser político e de saber administrar”, observa Lavareda.

Segundo o sociólogo, há ainda a crença, “no imaginário do eleitor, de que um empresário rico não roubaria os cofres públicos porque já fez fortuna no mundo dos negócios”, e lembra que muitos empresários se deram bem nas urnas e moldaram carreiras na política.

Lavareda cita os nomes do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), um dos donos da Eucatex, e dos senadores Tasso Jereissati (PSDB-CE), da família que controla uma rede de shoppings e uma empresa de telefonia, e Blairo Maggi (PP-MT), magnata da soja. Maggi atualmente é ministro da Agricultura do governo de Michel Temer.

Por outro lado, dinheiro e experiência não são garantia de votos, lembra Lavareda, citando o caso do empresário Antônio Ermírio de Moraes, que foi um dos homens mais ricos do Brasil, mas perdeu a eleição para o governo do Estado de São Paulo em 1986.

“Ter empresários e técnicos na política não é um fenômeno tão singular, é natural e esperado”, salienta Lavareda.

Eduardo Mello, o coautor do estudo da LSE que avalia o desempenho de empresários no Executivo municipal, salienta que “o Estado não é uma empresa”. “O objetivo do Estado não é gerar lucro. Não tem clientes, mas precisa cuidar de cidadãos. E negociar com o Legislativo não é o mesmo que tratar com fornecedores”, avalia Mello.

Dificuldades

De fato, administrar uma prefeitura, por exemplo, pode estar longe de ser uma tarefa fácil para um empresário experiente.

Kalil visita obras em aglomerado Santa Lúcia Dono de construtora e ex-presidente do Atlético Mineiro, prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil disse que ‘tá f*da’ cumprir promessas de campanha (Foto: Facebook)

Em julho deste ano, o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), entrou ao vivo no Facebook para fazer um balanço do início de seu governo. Dono de construtora e ex-presidente do Atlético Mineiro, Kalil disse que “tá f*da” cumprir as promessas feitas na campanha.

“Estamos aqui trabalhando para burro. Não somos o melhor do mundo, não somos o pior do mundo. A única coisa que aqui não tem é que ninguém está delatado, ninguém vai ser delatado”, disse, admitindo as dificuldades e salientando que na sua equipe ninguém teve o nome associado à corrupção.

Kalil foi um dos empresários que se elegeu em 2016 com o discurso de que não era político. A estratégia também funcionou em São Paulo, onde João Doria, que é dono de empresa, usou a mesma retórica para conquistar a cadeira de prefeito pela primeira vez.
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Fonte:http://www.bbc.com/portuguese/brasil-41206401

Reforma da Previdência subiu no telhado

15.09.2017
Do blog CONVERSA AFIADA, 09.05.17
Por Paulo Henrique Amorim

Hoje, não passa nem na Câmara!

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Como diz o Ataulpho, o Golpe só serve se fizer a reforma da Previdência (leia em tempo sobre essa estultícia).

A Reforma da Previdência do MT é um plof!
Como ele.

Como diz a ex-Cegonhóloga, só vai começar a funcionar em 2038, quando Michelzinho voltar de Harvard!

O mais interessante é que os açougueiros desse tal neolibelismo dizem que no momento em que reforma for aprovada, a Economia vai melhorar!
Aprovou quarta-feira, o PIB sofre uma ereção na quinta!

Lembra quando bastava depor a Dilma?

Não há matemática do físico Samuel Pessoa – aquele da centralidade do cocô na equação neolibelista, segundo o Professor Wanderley Guilherme não há Fisica Quântica que demonstre que a aprovação dessa Previdência, desse monstrengo que está aí, vá elevar o PIB – e a instalar confiança no empresariado!

É uma lógica de botequim – ou melhor, de caverna do Ali Babá.
Para enganar os trouxas na Bolsa.

Anabolizar as ações dos bancos que vendem previdência privada e que contratam “palestrantes” globais…

Como está hoje, a Reforma do Ataulpho não passa na Câmara.

No Senado, só se passar por cima do cadáver do Renan, que já avisou que, no Senado, não passa nem…!

Não passa a da Previdência nem a da Abolição da Lei Áurea.

Em tempo: mesmo morto-vivo, Ataulpho, o Governo do MT serve para saciar os abutres do Professor Bercovici. Esses que incriminam o Pedro Malan de “receptação dolosa”. Que compram bens da Petrobras a preço sabidamente vil, os mesmos que, depois, serão devidamente renacionalizados…

Em tempo2: petroleiros já entraram em contato com o professor Bercovici para se orientar sobre como mandar o Parente para cadeia o mais rápido possivel.

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Fonte:https://www.conversaafiada.com.br/brasil/reforma-previdencia-subiu-no-telhado

Mídia esconde culpados por tráfico de drogas

15.09.2017
Do BLOG DO MIRO, 14.09.17
Por Cecília Oliveira, no site The Intercept-Brasil:

Resultado de imagem para Mídia esconde culpados por tráfico de drogas

O Brasil continua atraindo holofotes. Outrora pela Copa do Mundo e Olimpíadas, agora pelo o caos político e a violência generalizada, uma diretamente ligada a outra, inclusive. A situação é tão ruim, as políticas públicas são tão equivocadas, que o Rio – especialmente – virou um lugar em que todo bom pesquisador de política de drogas precisa fazer pelo menos uma peregrinação na sua carreira. Para o professor de neurociência da Universidade Columbia, Carl Hart, esta já é a sexta.

Desta vez, Hart se encontrou com jovens que integram o Movimentos um grupo de jovens de várias favelas e periferias do Brasil que acredita que uma nova política de drogas é urgente e precisa ser discutida com eles, que sofrem o impacto direto da “guerra às drogas”. O papo foi no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio de Janeiro, na última sexta feira (08). “Nós somos a população que mais morre em circunstância dessa ‘guerra’, mas a gente não faz parte de nenhum dos debates que pensam as políticas para a sociedade e especificamente para dentro da favela”, reitera Jéssica Souto, membro do Movimentos, fundadora do Estúdio Abaeté, uma empresa de serviços em audiovisual, e moradora do Complexo do Alemão.

Hart é autor do livroUm Preço Muito Alto“, que conta a história da sua infância e juventude num dos bairros mais violentos de Miami e como – a despeito da desigualdade e da falta de oportunidades – tornou-se o primeiro professor negro da Universidade de Columbia e foi levado a um trabalho inovador no terreno da dependência química e das drogas. E exatamente por isso ele vê muitas similaridades com o Brasil, mas sempre destacando o atraso gritante do país ao lidar com as questões que envolvem drogas.

“Uma das coisas que me perturbam quando venho ao Brasil: Eu odeio ouvir as pessoas falando sobre os traficantes. O tipo de linguagem coloca a culpa no lugar errado. As pessoas que estão lucrando com o tráfico de drogas no Brasil são os poderosos, políticos, autoridades. Mas na mídia e na TV o que se mostra é que a juventude negra é o problema das drogas. Fizemos isso nos EUA 30 anos atrás e percebemos que é uma cilada, um truque. Mas era tarde demais, porque todos os meninos e homens negros dos EUA já estão na prisão. E vejo que o mesmo pode vir a acontecer ou já está acontecendo aqui no Brasil”, compara.

De fato, o Brasil importa políticas de segurança racistas e falidas implantadas nos EUA do século passado, e mesmo John Ehrlichman, então chefe de política doméstica do presidente Nixon, tendo admitido para o jornalista Dan Baum o objetivo claramente racista da política de drogas, as coisas seguem intocadas, com negros matando negros na base da pirâmide, enquanto o dinheiro do tráfico de drogas movimenta bilhões, inclusive na economia formal.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2017/09/midia-esconde-culpados-por-trafico-de.html