COBERTURA IX CONESINDS-PE: Comunicação, poder e mobilização deram o tom no terceiro dia do Congresso

09.07.2018
Do portal do SINDSPREV/PE
Por Redação

No primeiro painel do dia Comunicação e Poder, com o jornalista Altamiro Borges – Presidente do Instituto Barão de Itararé – a tônica abordada foi o papel da mídia no atual cenário político e social do país. “Essa mídia apoiou o golpe parlamentar, judicial, midiático no Brasil”.

De acordo com Borges, essa mídia atual, comandada por um grupo seleto de famílias que dominam o capital e servem apenas ao interesses políticos de uma minoria, que é a elite econômica do Brasil. “Essa mídia atual prega o individualismo, já que intenção é impedir que a população se organize”, eles tiveram um papel fundamental no golpe, pois sabemos que o objetivo nunca foi acabar com a corrupção, mas sim, mudar o projeto político do País”, afirmou Borges.
CLIQUE PARA AMPLIARSegundo ele também, a mídia atual age de várias formas para construir o seu discurso. Trata as informações de forma seletiva, divulga áudios ilegais, produz notícias falsas, enfim, a maneira de tratar as necessidades da sociedade brasileira é totalmente parcial e defende um grupo político-econômico, e que todos aqui já sabem que não somos nós trabalhadores”, afirmou Borges.

De acordo com ele, também, essa atual mídia brasileira defende um projeto que é de ataque aos direitos sociais e trabalhistas. “Ontem acertaram a venda da Embraer, e o que vocês viram na nossa mídia convencional?”, questionou. “Na reforma previdência 90% da cobertura dessa mídia foi favorável, o mesmo aconteceu com a reforma da trabalhista, entrevistaram apenas Especialistas de Mercado, que são defensores também desse projeto”, sentenciou.

Para finalizar, ele faz questão de dizer que é preciso participar e incentivar a comunicação sindical. “É papel de todos nós participar e fortalecer a comunicação do nosso sindicato, tanto no jornal impresso do sindicato, como também nas redes sociais, temos que curtir e compartilhar nossos ideais, é uma participação de todos”, finalizou Borges.
CLIQUE PARA AMPLIARO debate seguiu com questionamento do deputado estadual Isaltino Nascimento, de quantas pessoas presentes tinham redes sociais, e várias levantaram. No entanto, quando a pergunta foi de quantas pessoas seguiam os perfis do Sindisprev-PE o número foi bem menor. “Isso que o Altamiro falou é muito importante, temos que fortalecer o sindicato e todas as nossas frentes, e a comunicação é uma parte muito importante nessa luta”, afirmou Isaltino.
CLIQUE PARA AMPLIARPor fim, o coordenador da mesa, Luiz Eustáquio, enfatizou o poder dessa mídia e como esse projeto propagado por ela é nocivo para a luta dos trabalhadores e que é muito importante a participação de todos nesse processo de luta. “O nosso sindicato é um instrumento, o sindicato somos cada um de nós, a luta contra esse poder da mídia que está manipulando o país é de todos nós, só unidos podemos vencer esse monopólio”, finalizou Luiz. 
CLIQUE PARA AMPLIARNo segundo e último painel temático do Congresso, foi apresentado o tema: “Emenda Constitucional 95 (congela investimentos públicos) e as perspectivas de reajuste salarial e planos de carreira”, com o advogado Cláudio Ferreira. Na ocasião, ele deixou clara a intenção do governo ao aprovar esta emenda, fazer valer os seus interesses perante os anseios da classe trabalhadora. “Com a aprovação da Emenda Constitucional 95, o governo manda uma mensagem bem clara a população: Nossa escolha é pegar os nossos custos, não atender às necessidades da população do Brasil”, atestou Cláudio.

De acordo com ele, a luta social e sindical deve acontecer em três frentes: A criação de uma frente de luta parlamentar contra os políticos que apoiam essa Emenda; a segunda, atuar nos seus locais de trabalho (serviço público) conversando com as pessoas sobre a tragédia que pode acontecer ao Brasil; e a terceira é participando das reuniões e fortalecendo a luta sindical. “Essas três frentes devem ser encaradas de frente. Essa participação de todos é imprescindível, a luta social e sindical é o caminho para impedir essa tragédia com a população brasileira”, finalizou Cláudio.

A mesa contou também com o debatedor Sandro Cezar, Presidente da CNTSS e o secretário-geral do Sindsprev-PE, Irineu Messias, que também fizeram questão de enfatizar que a Emenda Constitucional 95 é uma verdadeira afronta aos direitos dos trabalhadores e que o caminho é a luta social e sindical.
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GRUPOS DE TRABALHO – Além das calorosas discussões, questionamentos e novidades em várias temáticas, as reuniões nos Grupos de trabalho também representaram momentos de extrema importância para a categoria. Nos dias 5 e 6 de julho, os temas como: INSS Digital e Teletrabalho, Saúde e Qualidade de Vida no Trabalho, Atuação Participação dos Aposentados na Vida Sindical, GEAP Saúde e Viva Previdência, Defesa do SUS e Valorização dos Servidores, foram discutidos amplamente com a categoria, gerando propostas muito ricas e que, com certeza, terão muita valia para nossa luta daqui para frente.

Neste sábado, a programação continua com a aprovação do Plano de Luta Sindical, logo em seguida, a apresentação das propostas dos grupos, além dos encaminhamentos finais. Ao meio-dia será formada a  Mesa de encerramento do Congresso. 

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Fonte:http://sindsprev.org.br/index.php?categoria=noticias_principais_01&cat=noticias&codigo_noticia=0000004540&pag=

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Veja, Época e IstoÉ: a mesma capa

21.02.2018
Do BLOG DO MIRO
Da revista CartaCapital:


A última edição de três das quatro principais revistas semanais brasileiras, Veja, Época e IstoÉ, exibem uma interessante coincidência nas capas, tomadas por uma propaganda do governo federal em defesa da reforma da Previdência. A econômica Istoé Dinheiro também foi às bancas com a capa publicitária.

O anúncio mostra a logomarca do governo federal e traz um aviso de que se trata de uma sobrecapa publicitária, mas páginas nas redes sociais que criticam a cobertura da mídia não pouparam a incrível “coincidência”. No anúncio, a foto de um menino e o texto “Reforma da Previdência hoje para ele se aposentar amanhã”.

No Facebook, a página Caneta Desmanipuladoraque tem 255 mil seguidores, fez sua postagem na tarde de domingo 18. Vinte horas depois eram 5,2 mil reações e 4,7 mil compartilhamentos.

Essa foi apenas mais uma investida publicitária do governo federal em defesa da reforma da Previdência. Desde meados de 2017 são frequentes as inserções, especialmente na TV aberta, com mensagens a favor da reforma.

Não bastasse, o próprio presidente Michel Temer participou de uma espécie de maratona de entrevistas para abordar o assunto. Entre os entrevistadores, Silvio Santos e Ratinho, ambos do SBT. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também concedeu entrevistas sobre a necessidade da reforma.

No caso de Sílvio Santos, uma brincadeira de Temer saiu pela culatra e virou símbolo dos gastos do governo para aprovar uma reforma rejeitada por quase 100% dos brasileiros: o emedebista entregou uma nota de 50 reais ao apresentador após este fazer uma defesa enfática das mudanças na aposentadoria.

No ano passado, o governo destinou 170 milhões para despesas com comunicação no Orçamento. Entre janeiro e junho, havia executado 100 milhões, incluídos os anúncios em defesa da reforma da Previdência. De acordo com informações veiculadas em dezembro, à época a equipe de comunicação do Planalto planejava outros 72 milhões nos últimos dias para tentar diminuir a resistência da opinião pública e reduzir o temor de sua base de enfrentar as urnas no ano que vem.

Sobre os custos da nova ação publicitária, não é possível estimar o preço. Os veículos de comunicação têm tabelas para seus espaços publicitários, mas elas nunca são levadas ao pé da letra. Os anunciantes costumam obter descontos, mas o governo tende a aceitar reduções menores no valor do que o setor privado. Neste caso, por se tratar de um formato inusual, quase nunca usado pelos veículos, as negociações provavelmente ocorreram caso a caso e envolveram valores também incomuns para os padrões do mercado.

PS: Crítica contumaz da reforma da Previdência, CartaCapital obviamente não foi brindada com o anúncio. A direção informa que, mesmo se procurada, teria recusado a propaganda, por considerar falsas as premissas que embasam a defesa das mudanças na aposentadoria. Não seria a primeira vez. CartaCapital recusa qualquer publicidade que considere enganosa ou prejudicial aos consumidores e cidadãos.

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2018/02/veja-epoca-e-istoe-mesma-capa.html

Juízes sugerem “guerra de lama”com mídia: auxílio vs pejotização

15.02.2018
Do blog TIJOLAÇO, 13.02.18
Por FERNANDO BRITO

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A verdade é uma planta que brota apenas quando os cúmplices na hipocrisia entram em conflito.

A Anamatra, uma das associações que se transformou em “sindicato dos juízes”  divulgou nota oficial em que ataca a mídia e manifestando o seu “mais veemente repúdio a reportagens e editoriais publicados desde o último sábado (10/2), em jornais, blogs e revistas de circulação nacional, que sugerem o percebimento de verbas indevidas no ano de 2017 por juízes de todo o país”.

E parte para a argumentação do “roto falando do esfarrapado”, dizendo que as empresas de comunicação  fraudam a legislação trabalhista usando a “pejotização”:

A condição de transparência dos dados financeiros e fiscais do Poder Judiciário e de seus agentes é superior, por exemplo, à de muitas das empresas de comunicação. Algumas  dessas empresas têm criticado diuturnamente o Poder Judiciário, destilando o mais obtuso moralismo hipócrita, enquanto mantêm em seus quadros dezenas ou centenas de empregados “pejotizados”, que prestam serviços como pessoas físicas mas são remunerados como pessoas jurídicas, o que solapa os direitos sociais de seus profissionais, por um lado, e autoriza, por outro, isenção previdenciária e duvidosos benefícios fiscais em sede de imposto de renda.

Uai, excelências, o que faltou até agora para que instassem o Ministério Público a fazer uma investigação ampla sobre isso? O medo dos “pejoteiros”  que fazem a opinião pública  como  jornalistas e que são “empresas” de comunicação subcontratadas, sem que o leitor saiba disso?

O que não se diz por consciência, que é permanente, mas como conveniência, que é ocasional, fica soando a casuísmo.

Os magistrados dizem que “ocupa-nos, agora, saber que inconfessáveis  interesses animam essa súbita campanha de pública difamação. O cidadão de bem já terá percebido, certamente, o que é uma campanha orquestrada por determinados segmentos da mídia, distinguindo-a do que possa ser, a respeito, autêntico jornalismo. ”

Dão a todos, portanto, o direito de pensar que “inconfessáveis interesses animam essa  súbita campanha” de moralidade e de “respeito às decisões judiciais’.

Agora, quando o julgamento moral passa a ser mais importante que o legal, que não se reclame de que suas excelências tenham recebido centenas de milhares de reais e queriam ser juízes da moral alheia?

É triste dizer, excelências, mas a lama suga a todos, como areia movediça.

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Fonte:http://www.tijolaco.com.br/blog/juizes-sugerem-guerra-de-lamacom-midia-auxilio-vs-pejotizacao/

O Globo não é um jornal. É o programa do Ratinho

06.02.2018
Do blog TIJOLAÇO
Por FERNANDO BRITO 

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A capa de O Globo de hoje é uma vergonha jornalística.

Os mercados mundiais sofrem um imenso abalo e os índices de votatilitade dos capitais disparam.

Todos os repórteres políticos avaliam como desesperadora a situação do Governo para aprovar a reforma previdenciária.

Mas aí a manchete vai para um dos centos de “estudos” sobre o déficit da Previdência, o de um certo economista André Gamerman, da ARX Investimentos.

Com um déficit que, se impressiona pelos “170 bilhões”, em dez anos, é absolutamente insignificante perto do que o Governo diz ter sido o de apenas um ano, o passado: R$ 269 bilhões.

Mesmo se considerado apenas o déficit do INSS, como ressalva o título, é menos que os R$ 183,923 bilhões que o rombo que se alega ter tido o instituto em 2017.

Mais curioso ainda é de onde irão tirar este “saldo” de R$ 170 bilhões das aposentadorias de quem trabalhou na iniciativa privada se, no discurso oficial, estes trabalhadores não terão prejuízo algum, que nada mudará e que as regras de transição na aposentadoria por idade são tão suaves que só fazem efeito total em 20 anos?

A verdade é que O Globo se equipara ao Programa do Ratinho, ao Amaury Jr e ao Programa Silvio Santos.

Não é um jornal, é um veículo de propaganda.

Onde se publica, para vergonha de ótimos profissionais que há por lá, a publicação de matérias “pagas” pelo mercado.

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Fonte:http://www.tijolaco.com.br/blog/o-globo-nao-e-um-jornal-e-o-programa-do-ratinho/

GEAP: CONSELHEIROS ELEITOS, DIVULGAM NOTA PÚBLICA CONTRA FALSO REAJUSTE DE 61%

11.12.2017
Do portal  CNTSS/CUT, 08.12.17
Por conselheiros eleitos do CONAD/CONFIS-GEAP

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Nota pública dos conselheiros eleitos do Conad/Confis da Geap contra falso reajuste dos planos divulgado pela imprensa

Os Conselheiros eleitos da GEAP reiteram desconhecer os percentuais de 61% divulgados pelo Correio Brasiliense

Os conselheiros eleitos do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal da GEAP (Conad/Confis) e os próprios assistidos da GEAP foram surpreendidos, no dia 05 de dezembro, com a notícia publicada no Blog do Servidor, do Correio Brasiliense, assinado pela jornalista Vera Batista, informando que a GEAP iria reajustar em 61% os planos de saúde.

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Irineu Messias, conselheiro eleito do CONAD/GEAP, mostrou-se indignado com a divulgação do falso reajuste de 61%. “Reiteramos nosso compromisso  de continuar lutando no CONAD,  mesmo que sejamos minoria, para que não seja aplicado nenhum reajuste abusivo que inviabilize a permanência  dos servidores na GEAP”

Queremos informar a todos que, até a presente data, a direção executiva da GEAP não apresentou quaisquer informações técnicas a respeito de qualquer tipo de reajuste para o ano de 2018. Sabemos que, por determinação legal, tal estudo terá que ser apresentado com antecedência. E o reajuste do plano precisar ser aprovado pelo CONAD até 30 dias antes da entrada em vigor. Até o dia 05 de janeiro de 2018 o percentual será definido, como preceitua a Agência Nacional de Saúde.

Nós, conselheiros eleitos, sempre atuamos na defesa dos direitos e interesses dos assistidos da GEAP, que por sua vez estão fazendo um grande esforço para se manter no plano, apesar dos reajustes abusivos praticados pela operadora e contra os quais nós, conselheiros, sempre votamos contra. Em razão desses reajustes abusivos, muitos assistidos foram “expulsos” da GEAP pela incapacidade de honrar com as mensalidades.

Portanto, queremos informar a todos servidores assistidos da GEAP, que nós conselheiros eleitos, desconhecemos os percentuais de 61% divulgados pelo Correio Brasiliense, visto que nenhum debate houve junto ao Conselho de Administração a respeito do reajuste.

O fato já foi desmentido pela própria GEAP em nota pública divulgada no mesmo dia 05 de dezembro no Correio Brasiliense. Contudo, mesmo assim, nós conselheiros eleitos, ficaremos atentos para que tais especulações não venham a ser confirmadas. Entendemos que um aumento de tal magnitude vai inviabilizar a sobrevivência da própria GEAP.

É evidente que a maioria absoluta dos servidores não teria condições de arcar com um aumento tão exorbitante e ainda mais agora com os seus respectivos salários congelados, em tese, por 20 anos, por Emenda Constitucional aprovada pelo Governo Temer. Além de postergar reajustes previstos para 2018, de várias categorias de servidores, muitas das quais, filiadas à GEAP.

Nós, conselheiros eleitos, reiteramos nosso compromisso de continuar lutando contra todo e qualquer reajuste abusivo que prejudique a permanência dos servidores nos planos de saúdes da GEAP.

Vamos continuar lutando para por em prática nossa carta programa, mesmo sendo minoria no Conselho de Administração (o governo Temer dispõe do voto de minerva).

O programa pelo qual fomos eleitos reafirma, entre outros pontos, nosso compromisso de VOTAR CONTRA QUALQUER REAJUSTE ABUSIVO, além de defender um maior aporte financeiro por parte da União, visto que hoje, a GEAP é MAJORITARIAMENTE sustentada pelos servidores (77%).

E para nos ajudar a implementar nossa carta programa, contamos com o apoio de nossas entidades nacionais sindicais e classistas, CNTSS/CUT, ANASPS, CONDSEF e FENADADOS.

Sabemos que a luta por uma GEAP cada vez melhor, não depende apenas dos Conselheiros eleitos e de suas respectivas entidades. Por isso, conclamamos TODAS as entidades do funcionalismo federal a se juntar conosco nesta luta por um novo modelo de sustentabilidade financeira e por uma GEAP cada vez mais voltada para os interesses de todos seus assistidos.

Em reunião, no semestre passado, com a presidência do CONAD e com a Direção Executiva da GEAP, exigimos que a operadora inicie imediatamente um debate permanente com os conselheiros eleitos e suas respectivas entidades nacionais.

É necessário que se inicie imediatamente um debate conjunto para a implementação de um novo modelo de sustentabilidade financeira. A implantação desse modelo, certamente evitará a aplicação de sucessivos reajustes abusivos que tanto tem prejudicado os assistidos e a própria GEAP.

No mais, companheiros e companheiras, continuamos lutando por uma GEAP cada vez melhor para todos nós assistidos!

Brasília, 08 de dezembro de 2017.

Conselheiros eleitos:

Irineu Messias de Araujo. CONAD

Manoel Ricardo Palmeira Lessa. CONAD

Ivete Vicentina de Amorim. CONAD

Ricardo Luiz Dias Mendonça. CONAD

Elienai Ramos Coelho. CONAD

Leonardo Alexandre Silveira Barbosa. CONAD

Socorro Lago Martins. CONFIS

Maria das Graças de Oliveira. CONFIS

Deusa Maria Duarte. CONFIS

Hervécio Cruz. CONFIS

LEIA MAIS:

CORREIO BRASILIENSE: Resposta da Geap sobre aumento nas mensalidades dos planos de saúde

SINDSPREV/PE: Nota pública dos conselheiros eleitos do Conad/Confis da Geap contra falso reajuste dos planos divulgado pela imprensa

Geap desmente informação falsa sobre reajuste absurdo de 61% nos seus planos de saúde
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Fonte:http://cntsscut.org.br/destaques/2982/nota-publica-dos-conselheiros-eleitos-do-conad-confis-da-geap-contra-falso-reajuste-dos-planos-divulgado-pela-imprensa

CUT repudia má-fé da Folha de S. Paulo: “Não negociamos retirada de direitos dos trabalhadores!”

07.12.2017
Do blog  VI O MUNDO
Por da CUT Nacional

CUT repudia má-fé da Folha de S. Paulo

Vagner Freitas, presidente da CUT NACIONAL

Central não negocia retirada de direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, muito menos com um governo golpista, ilegítimo e corrupto

A CUT repudia a má-fé da Folha de S. Paulo que distorce e manipula informações com o claro objetivo de enfraquecer a luta do movimento sindical contra os ataques aos direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras.

Uma nota do Painel da Folha insinua que o governo irá liberar recursos em troca de apoio a nova proposta de reforma da Previdência que praticamente acaba com a aposentadoria.

Em minutos a nota virou manchete do UOL, como se fosse uma verdade incontestável.

É mais uma mentira da Folha de S. Paulo!

O governo não está liberando nada. Esse dinheiro pertence a CUT e demais centrais e foi bloqueado indevidamente pela Caixa Econômica Federal.

Temer não faz mais do que a obrigação ao liberar um dinheiro que pertence à classe trabalhadora e vai ser usado na luta contra os ataques aos direitos sociais e trabalhistas patrocinado por esse governo usurpador e corrupto, como afirmou o ex-Procurador Geral da República, Rodrigo Janot.

Folha de S. Paulo repete o que já se tornou tradição no jornal, manipula as informações para induzir o leitor a acreditar que a CUT e demais centrais estão negociando recursos em troca de apoio ao desmonte da Previdência.

A CUT, a maior e mais combativa central sindical do país, reafirma que não negocia direitos dos trabalhadores.

A CUT reafirma também que não negocia nada com o governo ilegítimo e golpista de Temer.

A CUT denuncia a manipulação e a má-fé deste jornal golpista que tem interesse em defender o fim das aposentadorias.

Um aviso a Folha e ao governo: se botar para votar, o Brasil vai parar!

Vagner Freitas

Presidente Nacional da CUT

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/cut-repudia-ma-fe-da-folha-de-s-paulo-nao-negociamos-retirada-de-direitos-dos-trabalhadores.html

MENTIRA DA IMPRENSA GOLPISTA:Lula não vai se aliar a golpistas. É pegadinha da mídia

24.11.2017
Do BLOG DA CIDADANIA, 06.11.17
Por Eduardo Guimarães

Produziu-se uma imensa polêmica após Lula ter dito uma frase sobre “perdoar golpistas” que foi distorcida e mal-entendida por muitos devido ao fato de que hoje, no Brasil, a grande maioria só lê manchetes, sobretudo nos links colocados no Twitter  e no Facebook.

Em um discurso em Belo Horizonte, o ex-presidente Lula afirmou, como metáfora, que estava “perdoando os golpistas” como fizeram Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek.

Veja só, leitor, o que foi, exatamente, que Lula disse:

Toda as vezes em que a direita nesse País resolveu usurpar o poder, a primeira coisa que fez foi destruir moralmente seus adversários. Foi assim com Getúlio (Vargas), depois com Juscelino Kubitschek, depois com Jango (João Goulart). Sou mais paciente que Getúlio e João Goulart e talvez mais que JK, que tentaram tirar três vezes e ele sempre perdoou. Estou perdoando os golpistas desse País

Porém, o problema é que as pessoas só leem manchetes, hoje em dia.

Como se vê, Lula não disse nada sobre se aliar a golpistas, mas cheguei a ver gente comentando que ele teria confessado planos de aliar àqueles que derrubaram Dilma e flagelaram o PT se eles apoiassem sua candidatura e/ou seu governo.

Mas de onde tiraram essa ideia de que Lula vai se aliar a golpistas? Tudo se precipitou devido, sobretudo, a uma foto dele com o senador Renan Calheiros e com o governador de Alagoas, Renan Filho, que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff.

O Blog da Cidadania apurou que o que fez eclodir essa onda de indignação e crença de que Lula pretendia se aliar a golpistas e esquecer o discurso do golpe partiu de interpretação sobre matéria do Estadão sobre a fala dele sobre perdoar golpistas.

Como sempre, gravei um comentário em vídeo sobre esse assunto e, também, sobre  minha posição pessoal em relação à pré-candidatura da camarada comunista Manuela D’Ávila a presidente da República na eleição do ano que vem.

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