PF encontra malas de dinheiro em ‘bunker’ ligado a Geddel em Salvador

05.09.2017
Do portal BRASIL247

Valter Campanato/Agência Brasil | Divulgação

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Fonte:https://www.brasil247.com/pt/247/bahia247/315643/PF-encontra-malas-de-dinheiro-em-‘bunker’-ligado-a-Geddel-em-Salvador.htm

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Altamiro Borges: Aos poucos, brasileiros se dão conta de que foram patos do Skaf, do MBL e do Vem Pra Rua

29.03.2017
Do blog VI O MUNDO

“Seu vagabundo, Lula da Silva, nós não temos medo! Sua ladrona, sua vagabunda, mentirosa, Dilma Rousseff, nós não temos medo! Seu Gilmar Mendes, nós não temos medo! Vagabundo!” Marcelo Madureira, discursando na Paulista

Por que a marcha fascista foi um fiasco?

Por Altamiro Borges, em seu blog

As marchas das seitas fascistoides neste domingo (26) foram um fiasco. Um baita fracasso!

Até a mídia golpista, que deu total apoio a estes grupelhos na cruzada pelo impeachment de Dilma, foi obrigada a reconhecer o mico.

O Estadão, por exemplo, registrou: “Manifestação em Brasília atrai apenas 630 pessoas, ante expectativa de 100 mil”. E ainda ironizou: “O volume de manifestantes foi praticamente o mesmo do efeito policial para fazer segurança durante o protesto”.

No mesmo rumo, o site da Folha destacou: “Em protesto com baixa adesão, manifestantes defendem Lava Jato e criticam Congresso”. Quem melhor sintetizou o fiasco, talvez sinalizando que já decidiu abandonar os fascistas mirins, foi o site G1, da golpista famiglia Marinho:

“No Rio de Janeiro, cerca de 300 pessoas foram à praia de Copacabana, na altura do Posto 5, para apoiar a operação Lava-Jato, as reformas previdenciária e trabalhista, e protestar pelo fim da corrupção. Em Maceió (AL), um grupo de 30 pessoas foi à praça Sete Coqueiros, na orla da Ponta Verde. Já em Campo Grande (MS), organizadores e Polícia Militar estimam que 400 pessoas tenham comparecido. Belo Horizonte (MG) contou com presença de 500 pessoas, em estimativa da PM… Belém teve passeata com 300 manifestantes… Em Salvador (BA), um grupo de aproximadamente 1.500 pessoas, segundo organizadores, se reuniu na Barra. A manifestação de Brasília (DF) recebeu 500 pessoas, de acordo com a secretaria de Segurança Pública”.

https://player.vimeo.com/video/210599665?title=0&byline=0&portrait=0

Vídeo enviado por Igor Felippe

Os líderes das duas principais seitas organizadoras – Movimento Brasil Livre e Vem Pra Rua – nem conseguiram esconder sua frustração com a baixíssima adesão. Eles anunciaram que o ato em São Paulo, por exemplo, reuniria mais de 100 mil otários e a Avenida Paulista ficou vazia.

E olha que os sinistros grupelhos investiram muita grana, com mais de dois meses de agito nas redes sociais e pesada logística – com o desfile de seis caminhões de som. Novamente, eles não explicaram a origem dos seus recursos financeiros.

No maior cinismo, o chefete do MBL, Kim Kataguiri – já apelidado de “Kinta Katiguria” –, culpou os jogos do Campeonato Paulista e os shows do Lollapalooza no Autódromo de Interlagos pelo esvaziamento da marcha.

As razões do fiasco, porém, são outras. Muitas pessoas que foram às ruas na campanha pelo “Fora Dilma” já perceberam que foram ludibriadas por estes grupelhos ultraliberais e fascistoides. Elas serviram de massa de manobra, de verdadeiros “patos”, para a concretização do “golpe dos corruptos”, que alçou ao poder a quadrilha de Michel Temer.

Mais atentas, elas também souberam – não através da mídia privada, que tentou ofuscar a pauta das marchas – que elas foram convocadas para defender as reformas previdenciária e trabalhista.

Errar uma vez é humano; duas vezes, é pura idiotice. Até o “coxinha” mais tacanho percebeu que o protesto serviria para retirar seus direitos e para reforçar as maldades do covil golpista.

O apelo à pressão em favor da midiática Lava-Jato também não convenceu muita gente.

A cada dia fica mais evidente, como atestam recentes pesquisas de opinião, que o “juiz” Sergio Moro serve aos interesses escusos da quadrilha de Michel Temer e “tem um caso” com Aécio Neves e outros tucanos de alta plumagem.

Os abusos do poder e o exibicionismo de setores do Ministério Público Federal e da Polícia Federal – como na desastrosa operação “Carne Fraca” – também já começam a gerar desconfiança até nos “midiotas” mais vulneráveis às manipulações da mídia falsamente moralista.

Estes e outros fatores explicam o fiasco das marchas deste domingo e podem indicar uma mudança de clima na sociedade – para azar dos fascistas mirins do MBL, do “justiceiro” Sergio Moro e da quadrilha de Michel Temer.

Leia também:

Rui Costa, do PCO, pede 100 mil com Lula em Curitiba

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/politica/altamiro-borges-aos-poucos-brasileiros-se-dao-conta-de-que-foram-patos-do-skaf-do-mbl-e-do-vem-pra-rua.html

Estudantes de Curitiba põem mercenários do MBL pra correr

21.10.2016
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

mbl

Durante a campanha eleitoral mostrei uma tática do grupo antipetista Movimento Brasil Livre (MBL), que produz vídeos para ludibriar pessoas com teorias econômicas prejudiciais aos trabalhadores (como exterminar direitos trabalhistas) e para constranger quem acalenta ideologia de esquerda.

Vídeo gravado pela minha equipe de campanha expõe as farsas promovidas por esse grupo.

Pois é esse mesmo MBL que, recentemente, foi flagrado abordando e agredindo jovens menores de idade nas escolas ocupadas em Curitiba.

O post contém informações de Francisco Toledo, co-fundador e escritor da Agência Democratize, em São Paulo. Ele relata que o Movimento Brasil Livre foi flagrado recentemente abordando e agredindo jovens menores de idade nas escolas ocupadas em Curitiba.

Em um dos vídeos publicados pelo grupo no Facebook, é possível ver o coordenador nacional do movimento, Renan Santos, que responde a mais de 60 processos na Justiça, além do “youtuber” Arthur, do recém lançado canal chamado Mamaefalei, que você vê no vídeo acima

O trabalho de Arthur é exatamente esse: ir a manifestações e mobilizações de esquerda com o objetivo de gravar vídeos ironizando o posicionamento dos manifestantes. Segundo informações de ex-membros do MBL, o youtuber é financiado pelo grupo e não possui outro trabalho.

Arthur viaja reiteradamente para fora de São Paulo a fim de gravar vídeos ironizando manifestações contra Michel Temer (PMDB), que se reuniu recentemente com o grupo para montar uma estratégia de defesa das reformas pretendidas pelo governo nos próximos meses — incluindo a PEC 241, ou a MP do Ensino Médio.

Trocando em miúdos: Temer financia Mamãe Falei e Renan Santos, entre outros espertalhões do MBL. Até agora, não se viu uma só crítica à doação de dinheiro público ao MBL.

Foi justamente por conta da PEC 241 e da MP do Ensino Médio que estudantes começaram a ocupar escolas estaduais no Paraná e no restante do Brasil. Até o momento, já são mais de 800 escolas ocupadas em todo o país — mais de 600 apenas no Paraná.

Tanto o MBL quanto Arthur não perderiam a oportunidade de tentar enfraquecer o movimento estudantil diante da opinião pública.

Mais abaixo, vídeo de momento em que Arthur e um comparsa são expulsos de uma escola na qual tentavam promover seu esquema fraudulento: encontrar pessoas “ruins de câmera”, que ficam nervosas ao ser entrevistadas e por isso não conseguem articular respostas coerentes.

Pressionado um dos integrantes do MBL, ele afirma ser fascista e, logo em seguida, ao ser perguntado novamente, responde não ser burro para responder perguntas. Mas são esses mesmos mercenários que tinham ido buscar respostas ineptas de algum militante “ruim de câmera”.

https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2F1782622331993161%2Fvideos%2F1787645184824209%2F&show_text=0&width=560

A grande maioria dos estudantes nas escolas ocupadas do Paraná é de menores de idade. Mesmo assim, sem permissão dos pais dos alunos, Arthur começou a gravar seu vídeo em uma das escolas ocupadas, o Colégio Estadual do Paraná — a maior escola do estado —, filmando os rostos dos jovens – prática proibida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

Ao lado de membros de outro grupo, chamado Direita Curitiba, Arthur é acusado pelos estudantes de entrar de maneira forçada nas dependências da escola, além de abusar sexualmente de uma jovem, que abriu um Boletim de Ocorrência na Delegacia da Mulher após o caso.

Um estudante ainda acabou sendo agredido por Arthur.

Em resposta, o youtuber afirma que a agressão começou por parte de um dos estudantes, que tentou segurar sua câmera.

Os secundaristas se defendem, acusando Arthur de não respeitar os jovens no local, que já haviam afirmado por diversas vezes que não estariam dispostos a gravar uma entrevista, principalmente após as denúncias de agressão sexual que o grupo teria cometido contra uma jovem.

O MBL promete se transformar em um dos grandes escândalos do governo Michel Temer. Apesar de a mídia tradicional não se interessar pelo uso obscuro de dinheiro público pelo governo federal para financiar esses mercenários, vai ser inevitável que essa bomba estoure.

O governo Temer está metendo dinheiro público no MBL sem dar satisfação a ninguém. Apesar do estranhíssimo desinteresse do Ministério Público e da Polícia Federal com esse uso descarado de dinheiro público com fim político, não demora alguém vai mapear a falcatrua e não vai dar pra segurar.

A colunista Monica Bergamo da Folha de São Paulo Monica Bergamo divulgou recentemente como o MBL gasta dinheiro público espalhando pistoleiros para perseguir adversários políticos.

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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2016/10/estudantes-de-curitiba-poem-mercenarios-do-mbl-pra-correr/

Greenwald: Enquanto a corrupção assombra Temer, caem as máscaras dos movimentos pró-impeachment

16.06.2016
Do blogo DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO
Por  

protesto

O impeachment da presidente do Brasil democraticamente eleita, Dilma Rousseff, foi inicialmente conduzido por grandes protestos de cidadãos que demandavam seu afastamento. Embora a mídia dominante do país glorificasse incessantemente (e incitasse) estes protestos de figurino verde-e-amarelo como um movimento orgânico de cidadania, surgiram, recentemente, evidências de que os líderes dos protestos foram secretamente pagos e financiados por partidos da oposição. Ainda assim, não há dúvidas de que milhões de brasileiros participaram nas marchas que reivindicavam a saída de Dilma, afirmando que eram motivados pela indignação com a presidente e com a corrupção de seu partido.

Mas desde o início, havia inúmeras razões para duvidar desta história e perceber que estes manifestantes, na verdade, não eram (em sua maioria) opositores da corrupção, mas simplesmente dedicados a retirar do poder o partido de centro-esquerda que ganhou quatro eleições consecutivas. Como  reportado pelos meios de mídia internacionais, , pesquisas mostraram que os manifestantes não eram representativos da sociedade brasileira mas, ao invés disso, eram desproporcionalmente brancos e ricos: em outras palavras, as mesmas pessoas que sempre odiaram e votaram contra o PT. Como dito pelo The Guardian, sobre o maior protesto no Rio: “a multidão era predominantemente branca, de classe média e predisposta a apoiar a oposição”. Certamente, muitos dos antigos apoiadores do PT se viraram contra Dilma – com boas razões – e o próprio PT tem estado, de fato, cheio de corrupção. Mas os protestos eram majoritariamente compostos pelos mesmos grupos que sempre se opuseram ao PT.

É esse o motivo pelo qual uma foto – de uma família rica e branca num protesto anti-Dilma seguida por sua babá de fim de semana negra, vestida com o uniforme branco que muitos ricos no Brasil fazem seus empregados usarem – se tornou viral: porque ela captura o que foram estes protestos. E enquanto esses manifestantes corretamente denunciavam os escândalos de corrupção no interior do PT – e há muitos deles – ignoravam amplamente os políticos de direita que se afogavam em escândalos muitos piores que as acusações contra Dilma.

Claramente, essas marchas não eram contra a corrupção, mas contra a democracia: conduzidas por pessoas cujas visões políticas são minoritárias e cujos políticos preferidos perdem quando as eleições determinam quem comanda o Brasil. E, como pretendido, o novo governo tenta agora impor  agenda de austeridade e privatização que jamais seria ratificado se a população tivesse sua voz ouvida (a própria Dilma impôs medidas de austeridade depois de sua reeleição em 2014, após ter concorrido contra eles).

Depois das enormes notícias de ontem sobre o Brasil, as evidências de que estes protestos foram uma farsa são agora irrefutáveis. Um executivo do petróleo e ex-senador do partido conservador de oposição, o PSDB, Sérgio Machado, declarou em seu acordo de delação premiada que Michel Temer – presidente interino do Brasil que conspirou para remover Dilma – exigiu R$1,5 milhões em propinas para a campanha do candidato de seu partido à prefeitura de São Paulo (Temer nega a informação). Isso vem se somar a vários outros escândalos de corrupção nos quais Temer está envolvido,  sua inelegibilidade se candidatar a qualquer cargo (incluindo o que por ora ocupa) por 8 anos, imposta pelo TRE por conta de violações da lei sobre os gastos de campanha.

E tudo isso independentemente de como dois dos novos ministros de Temer  foram forçados a renunciar depois que gravações revelaram que eles estavam conspirando para barrar a investigação na qual eram alvos, incluindo o que era seu ministro anticorrupção e outro – Romero Jucá, um de seus aliados mais próximos em Brasília – que agora foi acusado por Machado de receber milhões em subornos. Em suma, a pessoa cujas elites brasileiras – em nome da “anticorrupção” – instalaram para substituir a presidente democraticamente eleita está sufocando entre diversos e esmagadores escândalos de corrupção.

Mas os efeitos da notícia bombástica de ontem foram muito além de Temer, envolvendo inúmeros outros políticos que estiveram liderando a luta pelo impeachment contra Dilma. Talvez o mais significante seja Aécio Neves, o candidato de centro-direita do PSDB derrotado por Dilma em 2014 e quem, como Senador, é um dos líderes entre os defensores do impeachment. Machado alegou que Aécio – que também já havia estado envolvido em escândalos de corrupção – recebeu e controlou R$ 1 milhão em doações ilegais de campanha. Descrever Aécio como figura central para a visão política dos manifestantes é subestimar sua importância. Por cerca de um ano, eles popularizaram a frase “Não é minha culpa: eu votei no Aécio”; chegaram a fazer camisetas e adesivos que orgulhosamente proclamavam isso:

Evidências de corrupção generalizada entre a classe política brasileira – não só no PT mas muito além dele – continuam a surgir, agora envolvendo aqueles que antidemocraticamente tomaram o poder em nome do combate a ela. Mas desde o impeachment de Dilma, o movimento de protestos desapareceu. Por alguma razão, o pessoal do “Vem Pra Rua” não está mais nas ruas exigindo o impeachment de Temer, ou a remoção de Aécio, ou a prisão de Jucá. Porque será? Para onde eles foram?

Podemos procurar, em vão, em seu website e sua página no Facebook por qualquer denúncia, ou ainda organização de protestos, voltados para a profunda e generalizada corrupção do governo “interino” ou qualquer dos inúmeros políticos que não sejam da esquerda. Eles ainda estão promovendo o que esperam que seja uma marcha massiva no dia 31 de julho, mas que é focada no impeachment de Dilma, e não no de Temer ou de qualquer líder da oposição cuja profunda corrupção já tenha sido provada. Sua suposta indignação com a corrupção parece começar – e terminar – com a Dilma e o PT.

Neste sentido, esse movimento é de fato representativo do próprio impeachment: usou a corrupção como pretexto para os fins antidemocráticos que logrou atingir. Para além de outras questões, qualquer processo que resulte no empoderamento de alguém como Michel Temer, Romero Jucá e Aécio Neves tem muitos objetivos: a luta contra a corrupção nunca foi um deles.

*Publicado no Intercept. POR GLENN GREENWALD
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Fonte:http://www.diariodocentrodomundo.com.br/greenwald-enquanto-a-corrupcao-assombra-temer-caem-as-mascaras-dos-movimentos-pro-impeachment/

Mercenários do MBL usaram os ‘midiotas’

29.05.2016
Do BLOG DO MIRO,27.05.16
Por Altamiro Borges

A marchas “contra a corrupção” e pelo “Fora Dilma”, que atraíram multidões no ano passado, foram alardeadas pela Globo, Veja, Folha, Estadão e outros veículos como “espontâneas” e convocadas por “jovens apartidários e idealistas”. Alguns dos grupelhos que comandaram as manifestações, como o Movimento Brasil Livre (MBL), até aproveitaram a aura de “santinhos” para garfar uma grana dos “midiotas”, os otários manipulados pela mídia. Mas agora, concluído o trabalho sujo do impeachment da presidenta, a imprensa golpista começa a revelar os podres dos fascistas mirins, que não têm nada de “puros” ou “apartidários”. Áudios vazados pelo UOL nesta sexta-feira (27) provam que as marchas foram financiadas por partidos da direita, que reúnem políticos mais sujos do que pau de galinheiro.
Segundo a reportagem, “o MBL, entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma, recebeu apoio financeiro, como impressão de panfletos e uso de carros de som, de partidos políticos como o PMDB e Solidariedade. O movimento negociou também com a Juventude do PSDB ajuda financeira às suas caravanas, como pagamento de lanches e aluguel de ônibus, e teria tido apoio da ‘máquina partidária’ do DEM. Quando fundado, o movimento se definia como apartidário e sem ligações financeiras com as siglas políticas. Em suas páginas em redes sociais, fazia campanhas permanentes para receber ajuda financeira das pessoas, sem ligação com partidos”, descrevem os jornalistas Pedro Lopes e Vinícius Segalla.
Um dos áudios confirma as doações feitas pelo PMDB do correntista suíço Eduardo Cunha, do Judas Michel Temer e de outros chefes do “golpe dos corruptos”. Procurado, o presidente da Juventude do PMDB, Bruno Júlio, “informou ao UOL que solicitou ao presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco [ministro do governo “interino”], que custeasse 20 mil panfletos de divulgação dos atos, com a inscrição ‘Esse impeachment é meu’. A assessoria de Moreira Franco nega”. 
A ligação da seita fascistoide também é íntima com os tucanos. Numa das gravações, “o secretário de Mobilização da Juventude do PSDB do Rio de Janeiro, Ygor Oliveira, dá detalhes a seus colegas de partido sobre a ‘parceria com o MBL’ para financiar uma manifestação que ocorreu no dia 11 de maio, em Brasília, durante votação no Senado que resultou no afastamento de Dilma Rousseff… Procurado pela reportagem, o MBL confirmou a ‘aproximação ao PSDB’, mas não informou se a parceria com o partido para pagar o lanche e o transporte de manifestantes efetivamente se concretizou”.
Outro áudio, gravado em fevereiro último, mostra as íntimas relações do MBL com o DEM, o partido mais corrupto do Brasil. “Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz em mensagem a um colega que tinha fechado com os partidos políticos para divulgar os protestos de 13 de março usando as ‘máquinas deles [dos demos] também'”. Há também áudios sobre as negociatas com o Solidariedade, sigla chefiada pelo arrivista Paulinho da Força. 
Os áudios divulgados pelo UOL, que pertence ao Grupo Folha – que até arrumou uma boquinha para o líder do MBL, Kim Kataguiri, no jornal – cobrem curto período do tempo. Não há explicações sobre a origem do vazamento. Talvez a famiglia Frias já tenha decidido descartar como bagaço os fascistas mirins, que serviram aos seus propósitos golpistas. Recentemente, a Folha publicou uma reportagem com críticas à falta de transparência do grupo, que nunca prestou contas das suas receitas e despesas. A matéria reforçou as suspeitas de que o MBL também recebe recursos de empresas e organizações estrangeiras, como a fundação dos bilionários irmãos Koch dos EUA – que financiam grupos fascistas e terroristas em várias partes do mundo sempre de olho nas riquezas do petróleo.
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Leia também:

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Fonte:http://altamiroborges.blogspot.com.br/2016/05/mercenarios-do-mbl-usaram-os-midiotas.html

MBL FOI FINANCIADO POR PMDB, PSDB, DEM E SD, MOSTRAM ÁUDIOS

27.05.2016
Do portal BRASIL247

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247 – Uma reportagem dos jornalistas Pedro Lopes e Vinícius Segalla (leia aqui) revela que o Movimento Brasil Livre, liderado por Kim Kataguiri, recebeu apoio financeiro e material dos quatro principais partidos que se engajaram no impeachment da presidente Dilma Rousseff: PSDB, DEM, Solidariedade e, claro, o PMDB.

A reportagem traz áudios em que se negocia o apoio financeiro a atividades do grupo, como a impressão de folhetos, cartazes, camisetas e a organização de manifestações pelo impeachment.

Um dos personagens citados é Moreira Franco, braço direito de Michel Temer, que teria ajudado a custear 20 mil panfletos para o MBL por meio da Fundação Ulysses Guimarães, com o lema “esse impeachment é meu” – Moreira nega ter feito pagamentos ao MBL.

Num dos áudios, Renan Santos, um dos líderes do MBL, confirma como o movimento se articulou com os partidos políticos.

Questionado sobre o apoio, o MBL não confirmou o custeio dos panfletos, disse apenas que o PMDB fazia parte da comissão pró-impeachment.

A reportagem também traz imagens que comprovam a proximidade entre integrantes do MBL e políticos que hoje simbolizam a corrupção, como Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Confira abaixo:

Arquivo Pessoal/reprodução Facebook

Em imagem de dezembro de 2015, coordenadores do MBL (entre eles, Fernando Holiday, coordenador nacional, abaixo, à direita) posam para foto ao lado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), então presidente da Câmara dos Deputados
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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/234665/MBL-foi-financiado-por-PMDB-PSDB-DEM-e-SD-mostram-%C3%A1udios.htm