CRIADOR DA CAMPANHA DO PATO DELATA SKAF E APONTA FRAUDE NO SISTEMA S

09.11.2017
Do portal BRASIL247

*****
Fonte:https://www.brasil247.com/pt/247/sp247/326487/Criador-da-campanha-do-pato-delata-Skaf-e-aponta-fraude-no-Sistema-S.htm?utm_source=social_monitor&utm_medium=widget_vertical

Anúncios

Dois juízes, manifestações opostas sobre o impeachment: por que um é investigado e o outro não

25.10.2017
Do blog DIÁRIO DO CENTRO DO MUNDO
Por Joaquim de Carvalho

A decisão do Conselho Nacional de Justiça de investigar quatro juízes que se manifestaram contra o impeachment de Dilma Rousseff abre a discussão: e o que aconteceu com os (muitos) juízes que defenderam a retirada da então presidente do Palácio do Planalto?

Um deles, Itagiba Catta Preta, usou as redes sociais para convidar manifestantes a irem para a rua, foi para a rua, postou no facebook e não escondia que tinha sido eleitor de Aécio Neves. Não um simples eleitor, o eleitor que faz campanha, com direito a exibir fotos com adesivo no peito.

Itagiba fez mais do que isso.

Juiz federal em Brasília, ele, como magistrado, agiu como se fosse manifestante: proibiu a posse de Lula no ministério de Dilma Rousseff, no auge da crise política.

Quando se descobriu, na época, que o facebook dele era igual a de qualquer manifestante que seguiam patos amarelos na avenida, retirou a página do ar. Mas os registros foram copiados e divulgados, para desmoralização da Justiça.

Procure-se nos registros do CNJ se houve algum tipo de punição (ou investigação) para ele e nada se encontrará. Outra pesquisa interessante é sobre as manifestações nas redes sociais dos juízes agora investigados.

Na página do juiz André Nicolitt, por exemplo, juiz do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, não há nenhuma manifestação partidárias, não há menção a nome.

PUBLICIDADE
 

O que se vê é a manifestação a favor de teses, idéias, não nomes.

Por isso, é preciso, certeiro, o argumento do advogado Leonardo Isaac Yarochewsky, doutor em Ciências Penais, expressa em artigo no site Justificando, de que a manifestação dos quatro juízes agora investigados pelo CNJ foi em defesa do Estado Democrático de Direito, da Constituição, não de Dilma Rousseff.

Há algo mais nobre do que defender idéias, teses?

Os fatos que se sucederam (e estão em curso) mostram que a tese que esses quatro juízes abraçaram estava certa.

O Brasil viveu em 2016 uma violência institucional — o ministro Ricardo Lewandwiki, que presidiu a sessão do Senado que cassou Dilma, chamou de “tropeço da democracia” —, e o mínimo que um cidadão consciente (juiz ou não) pode fazer é denunciar.

Não é uma manifestação política no sentido partidário.

É a defesa de algo muito maior – a democracia – e, em certos momentos, na defesa desse bem intangível, silenciar é que seria uma falha grave.

.x.x.x.x.

PS:

Acima, a foto do juiz que se manifestou contra o golpe, André Nicolitt; ao lado, a foto do juiz que se manifestou (e agiu) a favor, Itagiba Catta Preta. Um está sendo investigado e pode ser punido, o outro não. Notou a diferença? Se você não soubesse, precisaria dizer quem é quem?

****
Fonte:http://www.diariodocentrodomundo.com.br/dois-juizes-manifestacoes-opostas-sobre-o-impeachment-por-que-um-e-investigado-e-o-outro-nao-por-joaquim-de-carvalho/

É mentira de procurador da Lava Jato que Dilma tentou acabar com a Operação

16.10.2017
Do BLOG DA CIDADANIA, 15.10.17
Por Eduardo Guimarães

O procurador federal Carlos Fernando dos Santos Lima, integrante da Lava Jato em Curitiba (PR), publicou em seu perfil no Facebook que a operação está ameaçada por Michel Temer:

O comentário acompanhava o compartilhamento de uma reportagem sobre um parecer em que o governo Michel Temer, por meio da AGU (Advocacia-Geral da União), defende no STF (Supremo Tribunal Federal) a revisão da possibilidade de prisões após condenação de segunda instância.

O procurador afirmou que “o Governo Temer está fazendo, pouco a pouco, o que o Governo Dilma queria, mas não conseguiu: destruir a Lava Jato e toda a esperança que ela representa”.

Veja, abaixo, a publicação de Santos Lima. Em seguida, o comentário do Blog da Cidadania sobre essa afirmação de que a ex-presidente Dilma tentou acabar com a Lava Jato.

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima está mentindo. Dilma nunca fez um mísero movimento para interromper a Lava Jato.

Muito pelo contrário: Dilma Rousseff propôs e sancionou a lei 12.850/13, a Lei das Organizações Criminosas, que instituiu os mecanismos pelos quais a Lava Jato vem cometendo montanhas de erros e alguns acertos insuficientes para compensar os erros.

Além disso, eu, Eduardo Guimarães, desafio esse ou qualquer outro cidadão brasileiro a citar uma única medida que Dilma Rousseff tenha tomado para prejudicar a Lava Jato. Aliás, ela foi derrubada porque não quis tomar medidas que Temer foi colocado no poder para tomar.

Abaixo, a redação da lei criada por Dilma que possibilitou à Lava Jato existir. Antes, porém, imploro a você, leitor, que divulgue estes fatos para combater a mentira torpe, irresponsável, criminosa contada por esse indivíduo. E leia o PS após a imagem.

PARA LER A ÍNTEGRA DA LEI CLIQUE AQUI


*

PS: o leitor Maurício Quirino bem lembrou que o discurso desse procurador mudou muito. Antes ele dizia que o PT os governos petistas nunca tinha interferido nas investigações; agora, desdiz o que dissera. Leia matéria sobre isso no Estadão, logo após a imagem abaixo

O Estado de S. Paulo

Governos anteriores controlavam instituições de investigação, diz procurador da Lava Jato

Questionado sobre o impacto de eventual mudança no governo federal para as investigações, Carlos Fernando dos Santos Lima manda recado para políticos e diz esperar que operação siga com independência

O Estado de S. Paulo

Ana Fernandes e Mateus Coutinho

30 Março 2016 | 11h05

São Paulo – O procurador da República Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-­tarefa da operação Lava Jato, disse esperar que a operação siga com independência para atuar, em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff, e deixou um recado implícito para eventual governo do peemedebista Michel Temer.

“Aqui temos um ponto positivo que os governos investigados do PT têm a seu favor. Boa parte da independência atual do Ministério Público, da capacidade técnica da Polícia Federal decorre de uma não intervenção do poder político, fato que tem que ser reconhecido. Os governos anteriores realmente mantinham o controle das instituições, mas esperamos que isso esteja superado”, disse em um recado a governantes em um cenário pós-­Dilma.

[…}

*****
Fonte:http://blogdacidadania.com.br/2017/10/e-mentira-de-procurador-da-lava-jato-que-dilma-tentou-acabar-com-operacao/

RESULTADO DO GOLPE: As privatizações são o fim do Brasil

01.09.2017
Do portal JORNAL GGN
Por Pedro Augusto Pinho

Mais do que patifarias, as privatizações são o fim do Brasil
 
 No Prefácio à segunda edição (1999) do livro de Adrián Salbuchi,  “El Cerebro del Mundo – La cara oculta de la Globalización”, Gerardo Palacios Hardy alerta que, embora mais questionado pelo significado econômico, o processo de globalização debilitaria os Estados Nacionais a ponto de se prognosticar suas extinções no século XXI. Também Octavio Ianni (A Era do Globalismo, 1996) assinala que “um dos signos da globalização do capitalismo é o desenvolvimento do capital, transcendendo mercados e fronteiras, regimes políticos e projetos nacionais, regionalismos e geopolíticas, culturas e civilizações”.
Com o golpe de 2016, o Estado Nacional Brasileiro voltou ao controle integral da banca, quer a entendamos como o sistema financeiro internacional quer designando esta nova ordem mundial (!). E, não por mero acaso, a marca dos períodos presidenciais de Fernando Cardoso – as Privatarias Tucanas – retorna para concluir a alienação de todos os recursos naturais, estratégicos e produtivos do Brasil para os representantes da banca.
A falta de segurança, o colapso da justiça, a ausência de controle social e a proliferação da desordem, a transferência do poder decisório do Estado para grupos privados, o desmantelamento das políticas públicas e a inexistência de objetivos nacionais não ocorrem apenas pela incapacidade dos dirigentes dos três poderes. Esta também existe, mas prevalece o projeto da banca que tem o objetivo de demonstrar que o Estado é dispensável.
 
E para um Estado dispensável qualquer bem é inútil ou supérfluo. Logo venda-se tudo, como no fim da feira.
No entanto, o que mais nos importa é a defesa do Estado Nacional, do interesse nacional e do nosso projeto de nação. E aí que “a coisa pega”. Não aprendemos a ser cidadãos; somos senhores ou escravos, ontem e hoje.
Veja o caro leitor um único exemplo de como funciona a estratégia da banca, com o uso das técnicas econômicas e psicossociais que ela aplica ao redor do mundo.
O exemplo que apresento é da reestruturação organizacional, desfigurando os objetivos institucionais, facilitando a corrupção e a privatização de qualquer  empresa.
Este tema não tem sido aprofundado não só pelas complexidades técnicas e absoluta falta de visibilidade de seus processos, como pelo descaso que os veículos de comunicação de massa o tratam, ou melhor, o escondem.
Ele foi aplicado na Petrobrás, em 2000, no governo de FHC, e se repete agora, com o Banco do Brasil, no governo Temer.
Desculpem-me discorrer, ainda que com brevidade, sobre um tema técnico. As empresas, na imensa maioria, se organizam conforme princípios enunciados há um século pelo francês Henri Fayol e pelo estadunidense Frederick Taylor.
A Petrobrás, estruturada por Hélio Beltrão, em 1954, não fugiu à regra. Este competente brasileiro usou o que se denomina modelo departamental, aplicando-o conforme dois princípios – funcional e regional. Isto quer dizer que a estatal petroleira era gerenciada pelas técnicas empregadas: exploração e produção, refino, transporte, engenharia, pessoal, finanças etc e pelas regiões onde atuava, Refinaria de Mataripe, Região de Produção do Nordeste, Grupo Executivo para Bacia de Campos etc. O mais notável do trabalho de Hélio Beltrão foi associar ao modelo organizacional um modelo gerencial que definia hierarquicamente suas competências e, no topo, estabelecia a decisão colegiada. Com isso, a empresa tinha, simultaneamente, independência e controle das decisões. Os casos de corrupção, existentes até na Igreja Católica, eram mínimos e com frequência identificados e, de algum modo, punidos. O modelo Beltrão triunfara, numa empresa que, pelo próprio negócio, se agigantaria e se expandiria em diversas direções.
O que foi feito sob a direção da banca em 2000? Quebrou-se este modelo, fracionando-o integralmente não mais como um empresa de petróleo, mas como um empreendimento comercial, de qualquer tipo de negócio, que, como um estabelecimento colonial, deve dar o maior lucro no menor tempo possível. A isto se chamou unidades ou centros de negócio, como se houvesse outro além do petróleo. Apenas para que meu caro leitor tenha a noção da monstruosidade, não há, em qualquer outra empresa de petróleo, tal estrutura organizacional. 
Ao contrário, e o digo como participante de Grupo de Trabalho, nos anos 1980, da ONU, sobre a empresa integrada de petróleo, e autor de trabalho, também sobre a empresa integrada de petróleo, para a Escola Superior de Guerra, em 1992.
Mas como foi acontecer isto na Petrobrás?
Logo no início do governo de Fernando Cardoso – num processo semelhante ao  que o Presidente da Associação de Engenheiros da Petrobrás (AEPET), Felipe Coutinho, tratou com profundidade no artigo “A caixa preta das Consultorias na Petrobrás” (24/08/2017) – foram contratadas duas empresas estrangeiras para reformar a Petrobrás: Booz Allen Hamilton e a SAP, esta na área de sistemas.
Conheci ambas e jamais as contrataria para assessorar minha empresa. E nem por questões éticas ou morais, mas pela capacitação técnica. Durante 16 anos trabalhei com diversos governos estrangeiros em consultoria organizacional, gerencial e de planejamento. Tive contato com estas duas e outras que atuavam nesta área. Elas trazem pacotes prontos, nem sempre discutidos com o cliente, sem atentar para as condições sociais, políticas e econômicas, e nem mesmo trato das possibilidades tecnológicas, dos países ou regiões onde serão implantadas.
Ora, a implementação destes modelos, e aqui apenas suponho, acordados com o governo Cardoso, levou ao desastre administrativo da Petrobrás e possibilitou a exploração política desta competentíssima empresa, ganhadora, por anos, de troféus internacionais por desempenho e capacitação técnica.
Agora, com o furor demolidor de um governo golpista e ilegítimo, a vítima é o Banco do Brasil, que é um símbolo de capacitação e de resultados em favor do Brasil, como a atividade agropastoril indica.
A coluna Fatos & Comentários do jornal Monitor Mercantil, em 30 de agosto de 2017, comenta a contratação da Falconi Consultores de Resultados, que tem,  entre seus dirigentes, um dos donos do Banco Itaú. E numa contratação sem licitação, como as que critica o Engenheiro Felipe Coutinho. Por conseguinte, caros leitores, preparem-se para os “escândalos do Banco do Brasil”, que antecederão sua temerosa privataria.
 
Pedro Augusto Pinho, avô, administrador aposentado
*****

JOESLEY: TEMER É O CHEFE DA MAIOR E MAIS PERIGOSA QUADRILHA DO BRASIL

18.06.2017
Do portal BRASIL247
O Brasil é hoje presidido por seu maior e mais perigoso criminoso, chamado Michel Temer; quem afirma, em entrevista concedida à revista Época, é o empresário Joesley Batista, do grupo J&F; “O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida”, afirma
247 – O empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, que controla a JBS, decidiu quebrar o silêncio e afirmou que o Brasil é hoje presidido por seu maior e mais perigoso criminoso. Sim, ele mesmo, Michel Temer.
“O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida”, disse Joesley, em entrevista à revista Época.
Na entrevista, Joesley falou sobre sua relação com Temer, sempre baseada na troca de favores. “Nunca foi uma relação de amizade. Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas. Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele – e fazer esquemas que renderiam propina. Toda a vida tive total acesso a ele. Ele por vezes me ligava para conversar, me chamava, e eu ia lá.”
Ele menciona o caso em que Temer o pediu para ajudar a financiar a guerrilha na internet, para ajudar a golpear a presidente legítima Dilma Rousseff, a quem devia lealdade institucional, e financiar o golpe de 2016. “Sempre estava ligado a alguma coisa ou a algum favor. Raras vezes não. Uma delas foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos. Quando o Wagner saiu, Temer pediu um dinheiro para ele se manter. Também pediu para um tal de Milton Ortolon, que está lá na nossa colaboração. Um sujeito que é ligado a ele. Pediu para fazermos um mensalinho. Fizemos. Volta e meia fazia pedidos assim. Uma vez ele me chamou para apresentar o Yunes. Disse que o Yunes era amigo dele e para ver se dava para ajudar o Yunes”, afirma.
Segundo Joesley, Temer acredita que os empresários lhe devem favores em razão do cargo que ocupa. “Há políticos que acreditam que pelo simples fato do cargo que ele está ocupando já o habilita a você ficar devendo favores a ele. Já o habilita a pedir algo a você de maneira que seja quase uma obrigação você fazer. Temer é assim”, diz ele.
“Temer é o chefe de Cunha”
O empresário afirma ainda que Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara que aceitou o impeachment fraudulento e hoje está condenado a mais de 15 anos de prisão, é subordinado a Temer. “A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio [o operador Lúcio Funaro]. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel”, afirma.
“Em grande parte do período que convivemos, meu acerto era direto com o Lúcio. Eu não sei como era o acerto do Lúcio do Eduardo, tampouco do Eduardo com o Michel. Eu não sei como era a distribuição entre eles. Eu evitava falar de dinheiro de um com o outro. Não sabia como era o acerto entre eles. Depois, comecei a tratar uns negócios direto com o Eduardo. Em 2015, quando ele assumiu a presidência da Câmara. Não sei também quanto desses acertos iam para o Michel. E com o Michel mesmo eu também tratei várias doações. Quando eu ia falar de esquema mais estrutural com Michel, ele sempre pedia para falar com o Eduardo.”
Joesley relembra que a eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara institucionalizou o achaque. “O mais relevante foi quando Eduardo tomou a Câmara. Aí virou CPI para cá, achaque para lá. Tinha de tudo. Eduardo sempre deixava claro que o fortalecimento dele era o fortalecimento do grupo da Câmara e do próprio Michel. Aquele grupo tem o estilo de entrar na sua vida sem ser convidado”, afirma. Ele enfatizou ainda que a turma que governo o Brasil pós-golpe “é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país, liderada pelo presidente.
****

GOLPISTAS, GOLPISTAS:PSDB REAFIRMA APOIO AO GOLPE PARA SALVAR AÉCIO E TIRAR SUA APOSENTADORIA

12.06.2017
Do portal BRASIL247

****
Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/300939/PSDB-reafirma-apoio-ao-golpe-para-salvar-A%C3%A9cio-e-tirar-sua-aposentadoria.htm

Renata Sorrah aos coxas: você é o bichinho de estimação dos bandidos

28.05.2017
Do portal BRASIL247

A atriz Renata Sorrah postou em seu Twitter uma mensagem aos chamados “coxinhas”, aqueles que defenderam cegamente o golpe contra a presidente deposta Dilma Rousseff e embarcaram no movimento liderado pelo senador Aécio Neves; “Você é o próprio bichinho de estimação do bandido. Votou no Aécio, foi pras ruas protestar contra a derrota que sofreu, balançou o rabinho para a aliança dele com Cunha e Temer, fez dancinha pedindo o impeachment da Dilma, rosnou nas redes sociais. E agora, quando a casa caiu, se finge de morto. Bem adestrado”, disse Sorrah; a voz da atriz surge no momento em que artistas e apresentadores, como Luciano Huck e Márcio Garcia, que apoiaram Aécio, agora, envergonhados e decepcionados, demonstram decepção com o senador mineiro; principal articulador do golpe, Aécio Neves hoje está atolado em denúncias, afastado da presidência do PSDB, além de ser acusado de cometer diversos crimes

247 – A atriz Renata Sorrah, que atua na Globo, postou em seu Twitter uma mensagem aos coxinhas: “Você é o próprio bichinho de estimação do bandido”, diz ela. No dia 10 de maio, a atriz estava em Curitiba e participou do ato de apoio ao ex-presidente Lula, que naquela ocasião prestou depoimento ao juiz Sergio Moro. “Estou nesse momento em Curitiba. Avante! #MoroPersegueLula”, tuitou Renata naquele dia.

“Recado para meu amigo coxinha: claro que você não tem bandido de estimação. Você é o próprio bichinho de estimação do bandido. Votou no Aécio, foi pras ruas protestar contra a derrota que sofreu, balançou o rabinho para a aliança dele com Cunha e Temer, fez dancinha pedindo o impeachment da Dilma, rosnou nas redes sociais. E agora, quando a casa caiu, se finge de morto. Bem adestrado”, postou Sorrah.

A voz ativa da atriz no mundo da mídia contrasta com a sentimento de decepção que tomou conta de muitos artistas que vestiram camisetas de apoia a Aécio Neves e agora estão decepcionados com senador, afundado em muitas denúncias de corrupção e outros crimes. O caso mais emblemático é o do apresentador Luciano Huck, parceiro de primeira hora do político mineiro e que agora, envergonhado, tenta justificar os laços com o senador. Huck disse que nunca misturou amizade com política ou negócios.

Outras figuras, como os atores Marcelo Serrado e Márcio Garcia, agora tentam desvincular suas imagens da de Aécio, que foi principal articulador do golpe. “Só agora a ficha caiu. E esta é a minha sensação: rasgaram o nosso país. Que vergonha pra todos nós. Acho que neste momento não há um único brasileiro orgulhoso, muito menos com orgulho do seu voto pra Presidente. Nenhum. Me incluo em primeiro lugar. Não existe um eleitor neste país que não esteja decepcionado com o seu “candidato””, escreveu Garcia.

“O Aécio foi padrinho do meu casamento. Ele e a esposa dele são meus amigos há muitos anos. Eu conheço a pessoa, e sobre a pessoa eu não tenho nada de ruim para dizer. Ele é um amigo incrível, um pai incrível e uma pessoa incrível. Eu nunca convivi com ele no exercício da profissão. Sobre todas essas denúncias, acho que primeiro as coisas têm de ser investigadas. Se ficar provado que ele fez algo errado, ele terá que pagar por isso. Todos que estão envolvidos em escândalos precisam ser investigados”, tentou justificar a cantora Wanessa Camargo.

****
Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/298188/Renata-Sorrah-aos-coxas-voc%C3%AA-%C3%A9-o-bichinho-de-estima%C3%A7%C3%A3o-dos-bandidos.htm