JOESLEY: TEMER É O CHEFE DA MAIOR E MAIS PERIGOSA QUADRILHA DO BRASIL

18.06.2017
Do portal BRASIL247
O Brasil é hoje presidido por seu maior e mais perigoso criminoso, chamado Michel Temer; quem afirma, em entrevista concedida à revista Época, é o empresário Joesley Batista, do grupo J&F; “O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida”, afirma
247 – O empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, que controla a JBS, decidiu quebrar o silêncio e afirmou que o Brasil é hoje presidido por seu maior e mais perigoso criminoso. Sim, ele mesmo, Michel Temer.
“O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida”, disse Joesley, em entrevista à revista Época.
Na entrevista, Joesley falou sobre sua relação com Temer, sempre baseada na troca de favores. “Nunca foi uma relação de amizade. Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas. Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele – e fazer esquemas que renderiam propina. Toda a vida tive total acesso a ele. Ele por vezes me ligava para conversar, me chamava, e eu ia lá.”
Ele menciona o caso em que Temer o pediu para ajudar a financiar a guerrilha na internet, para ajudar a golpear a presidente legítima Dilma Rousseff, a quem devia lealdade institucional, e financiar o golpe de 2016. “Sempre estava ligado a alguma coisa ou a algum favor. Raras vezes não. Uma delas foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos. Quando o Wagner saiu, Temer pediu um dinheiro para ele se manter. Também pediu para um tal de Milton Ortolon, que está lá na nossa colaboração. Um sujeito que é ligado a ele. Pediu para fazermos um mensalinho. Fizemos. Volta e meia fazia pedidos assim. Uma vez ele me chamou para apresentar o Yunes. Disse que o Yunes era amigo dele e para ver se dava para ajudar o Yunes”, afirma.
Segundo Joesley, Temer acredita que os empresários lhe devem favores em razão do cargo que ocupa. “Há políticos que acreditam que pelo simples fato do cargo que ele está ocupando já o habilita a você ficar devendo favores a ele. Já o habilita a pedir algo a você de maneira que seja quase uma obrigação você fazer. Temer é assim”, diz ele.
“Temer é o chefe de Cunha”
O empresário afirma ainda que Eduardo Cunha, o ex-presidente da Câmara que aceitou o impeachment fraudulento e hoje está condenado a mais de 15 anos de prisão, é subordinado a Temer. “A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio [o operador Lúcio Funaro]. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel”, afirma.
“Em grande parte do período que convivemos, meu acerto era direto com o Lúcio. Eu não sei como era o acerto do Lúcio do Eduardo, tampouco do Eduardo com o Michel. Eu não sei como era a distribuição entre eles. Eu evitava falar de dinheiro de um com o outro. Não sabia como era o acerto entre eles. Depois, comecei a tratar uns negócios direto com o Eduardo. Em 2015, quando ele assumiu a presidência da Câmara. Não sei também quanto desses acertos iam para o Michel. E com o Michel mesmo eu também tratei várias doações. Quando eu ia falar de esquema mais estrutural com Michel, ele sempre pedia para falar com o Eduardo.”
Joesley relembra que a eleição de Eduardo Cunha para a presidência da Câmara institucionalizou o achaque. “O mais relevante foi quando Eduardo tomou a Câmara. Aí virou CPI para cá, achaque para lá. Tinha de tudo. Eduardo sempre deixava claro que o fortalecimento dele era o fortalecimento do grupo da Câmara e do próprio Michel. Aquele grupo tem o estilo de entrar na sua vida sem ser convidado”, afirma. Ele enfatizou ainda que a turma que governo o Brasil pós-golpe “é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país, liderada pelo presidente.
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GOLPISTAS, GOLPISTAS:PSDB REAFIRMA APOIO AO GOLPE PARA SALVAR AÉCIO E TIRAR SUA APOSENTADORIA

12.06.2017
Do portal BRASIL247

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/poder/300939/PSDB-reafirma-apoio-ao-golpe-para-salvar-A%C3%A9cio-e-tirar-sua-aposentadoria.htm

Renata Sorrah aos coxas: você é o bichinho de estimação dos bandidos

28.05.2017
Do portal BRASIL247

A atriz Renata Sorrah postou em seu Twitter uma mensagem aos chamados “coxinhas”, aqueles que defenderam cegamente o golpe contra a presidente deposta Dilma Rousseff e embarcaram no movimento liderado pelo senador Aécio Neves; “Você é o próprio bichinho de estimação do bandido. Votou no Aécio, foi pras ruas protestar contra a derrota que sofreu, balançou o rabinho para a aliança dele com Cunha e Temer, fez dancinha pedindo o impeachment da Dilma, rosnou nas redes sociais. E agora, quando a casa caiu, se finge de morto. Bem adestrado”, disse Sorrah; a voz da atriz surge no momento em que artistas e apresentadores, como Luciano Huck e Márcio Garcia, que apoiaram Aécio, agora, envergonhados e decepcionados, demonstram decepção com o senador mineiro; principal articulador do golpe, Aécio Neves hoje está atolado em denúncias, afastado da presidência do PSDB, além de ser acusado de cometer diversos crimes

247 – A atriz Renata Sorrah, que atua na Globo, postou em seu Twitter uma mensagem aos coxinhas: “Você é o próprio bichinho de estimação do bandido”, diz ela. No dia 10 de maio, a atriz estava em Curitiba e participou do ato de apoio ao ex-presidente Lula, que naquela ocasião prestou depoimento ao juiz Sergio Moro. “Estou nesse momento em Curitiba. Avante! #MoroPersegueLula”, tuitou Renata naquele dia.

“Recado para meu amigo coxinha: claro que você não tem bandido de estimação. Você é o próprio bichinho de estimação do bandido. Votou no Aécio, foi pras ruas protestar contra a derrota que sofreu, balançou o rabinho para a aliança dele com Cunha e Temer, fez dancinha pedindo o impeachment da Dilma, rosnou nas redes sociais. E agora, quando a casa caiu, se finge de morto. Bem adestrado”, postou Sorrah.

A voz ativa da atriz no mundo da mídia contrasta com a sentimento de decepção que tomou conta de muitos artistas que vestiram camisetas de apoia a Aécio Neves e agora estão decepcionados com senador, afundado em muitas denúncias de corrupção e outros crimes. O caso mais emblemático é o do apresentador Luciano Huck, parceiro de primeira hora do político mineiro e que agora, envergonhado, tenta justificar os laços com o senador. Huck disse que nunca misturou amizade com política ou negócios.

Outras figuras, como os atores Marcelo Serrado e Márcio Garcia, agora tentam desvincular suas imagens da de Aécio, que foi principal articulador do golpe. “Só agora a ficha caiu. E esta é a minha sensação: rasgaram o nosso país. Que vergonha pra todos nós. Acho que neste momento não há um único brasileiro orgulhoso, muito menos com orgulho do seu voto pra Presidente. Nenhum. Me incluo em primeiro lugar. Não existe um eleitor neste país que não esteja decepcionado com o seu “candidato””, escreveu Garcia.

“O Aécio foi padrinho do meu casamento. Ele e a esposa dele são meus amigos há muitos anos. Eu conheço a pessoa, e sobre a pessoa eu não tenho nada de ruim para dizer. Ele é um amigo incrível, um pai incrível e uma pessoa incrível. Eu nunca convivi com ele no exercício da profissão. Sobre todas essas denúncias, acho que primeiro as coisas têm de ser investigadas. Se ficar provado que ele fez algo errado, ele terá que pagar por isso. Todos que estão envolvidos em escândalos precisam ser investigados”, tentou justificar a cantora Wanessa Camargo.

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/298188/Renata-Sorrah-aos-coxas-voc%C3%AA-%C3%A9-o-bichinho-de-estima%C3%A7%C3%A3o-dos-bandidos.htm

Luiz Flávio Gomes: Moro pode ser processado por crime contra a segurança nacional por divulgar ilegalmente conteúdo interceptado

24.03.2017
Do blog VI O MUNDO, 18.03.16

Foto: Fábio Rodrigues Possebon/Agência Brasil, via Fotos Públicas

“Não existe uma definição de estupidez, mas há muitos exemplos” (A. Baricco)

Moro praticou crime contra a segurança nacional (como disse Dilma)?

 por  Luiz Flávio Gomes

O termômetro da crise brasileira aumenta a cada minuto. Moro diz que divulgou a interceptação onde foi captada fala de Dilma, por interesse público.

Dilma acaba de dizer (num discurso em Feira de Santana-BA) que Moro teria praticado crime contra a segurança nacional; que em qualquer lugar do mundo quem coloca em risco a pessoa do presidente vai preso; experimente fazer isso nos EUA, ela disse; todo corrupto tem que ir para a cadeia, mas para combater o crime não é preciso acabar com a democracia.  Juridicamente, tudo isso faz sentido ou não?

Moro pode ser processado por crime contra a segurança nacional? Vejamos, por etapas:

1) Ninguém mesmo, como disse Moro, “está acima da lei” (estamos numa República): nem o Lula, nem ele, nem ninguém; antes da posse do Lula, Moro tinha competência para determinar a sua interceptação telefônica;

2) Durante as interceptações foram ocorrendo “encontros fortuitos” (serendipidade), ou seja, várias pessoas com foro especial falaram com ele (Jaques Wagner, Dilma etc.); Dilma disse que não houve autorização do STF para captar sua fala. Não era necessário. Moro não investigava Dilma, sim, Lula. O “encontro” de Dilma foi “fortuito” (por acaso).

3) No curso de uma investigação de 1º grau, quando aparecequalquer indício de crime ou de desvio de função de umaautoridade com foro especial, compete ao juiz prontamente remeter tudo ao Tribunal competente (STF, STJ etc.);

4) Todos os juízes do Brasil fazem isso (desde 2008, quando o STF firmou o entendimento de que o Tribunal respectivo é também competente para a investigação, não só para o processo);

5) Na própria Lava Jato o juiz Moro fez isso várias vezes (contraCunha, por exemplo);

6) No caso de Dilma e de Jaques Wagner Moro inovou (quebrando uma praxe de anos);

7) Em lugar de mandar tudo que os envolvia para o STF (que é competente para julgar e investigar tais pessoas), deliberou divulgar tudo (hummmm!); quem é competente para interceptar (no caso da Dilma, o STF) é também exclusivamente o único competente para divulgar conteúdos captados por acaso;

8) Todos nós temos total interesse em saber o que as autoridades que nos representariam andam fazendo de errado (sobretudo com o dinheiro público) – queremos mesmo uma limpeza na República Velhaca;

9) A interceptação do Moro não foi ilegal, mas a divulgação sim (a captação vale, em princípio, como prova contra Lula; mas adivulgação foi juridicamente equivocada); somente o STF poderia divulgar, porque somente o STF tem competência para interceptar conversas do presidente da república;

Mais:

10) É muito relevante investigar Lula, Dilma, Aécio, Renan, Cunha etc. (todos!), mas também é muito importante observar as “regras do jogo” (do Estado Democrático de Direito); mais: essas regras devem ser observadas respeitando o princípio da igualdade;

11) Se Moro sempre mandou para o STF (e nunca divulgou) o teor daquilo que ele capta contra uma autoridade com foro especial,deveria ter seguido o que ele sempre fez;

12) Não seguindo a lei (nesse ponto) e mudando sua própria praxe, deu margem para ser criticado por falta de imparcialidade (seria antilulista ou antipetista etc.);

13) Várias representações contra Moro já estão tramitando no CNJ e podem surgir inclusive algumas ações penais, como anunciou o Ministro da Justiça (quebra do sigilo, art. 10 da Lei 9296/96; Dilma falou em crime contra a segurança nacional);

14) As críticas duras também dizem respeito a ter divulgado tudo, sem “selecionar” o que era pertinente para a investigação (conversas que não têm nada a ver com a investigação não podem ser publicadas – é crime essa divulgação);

15) Por força do direito vigente não pode ser quebrado o sigilo telefônico de advogado, enquanto advogado (havendo suspeita contra ele, sim, pode haver interceptação);

16) Ponto que será discutido é o seguinte: na hora da interceptação que captou a fala da Dilma (13:32h) a autorização do Moro já não existia; nesse caso a prova pode ser considerada ilegal pelo STF (por ter sido colhida no “diley”);

17) Moro não apontou em sua decisão os artigos legais e constitucionais do seu ato de divulgação de “tudo” (há déficit de fundamentação); invocar o interesse público não vale quando o conteúdo, por lei, não pode ser divulgado (somente o STF poderia ter divulgado, por razões de segurança nacional, diz Dilma);

18) Na Justiça nós temos que confiar (desconfiando);

19) Nossa desconfiança desaparece quando a fundamentação do juiz nos convence da razoabilidade e legalidade da decisão;

20) Não queremos aqui nem a desordem política e econômica da Venezuela nem a desordem jurídica que lá prospera;

21) Rule of law: Estado de Direito para todos;

22) A divulgação (ilegítima) do áudio da Dilma pode interferir na convicção dos congressistas no momento de votar o impeachment(mas se isso for juntado aos autos vai gerar muita confusão jurídica por ter sido divulgado ilegitimamente);

E o crime contra a segurança nacional?

A lei que cuida desse assunto é a 7.170/83. É uma lei com expressões e termos extremamente vagos (tal como a nova lei antiterrorismo, publicada em 17/03/16). Todo tipo de interpretação é possível. A desgraça dessas leis é o uso político delas. Cabe praticamente “tudo” dentro delas. Se o governo quiser enquadrar o Moro na lei (ou qualquer um de nós, que criticamos duramente os presidentes) não é difícil. Vejam o que diz a lei:

Art. 1º – Esta Lei prevê os crimes que lesam ou expõem a perigo de lesão: I – a integridade territorial e a soberania nacional; Il – o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito; III – a pessoa dos chefes dos Poderes da União [o governo dirá que a pessoa da presidenta foi atingida numa divulgação indevida; não é a interceptação, sim, a divulgação indevida é que vai ser questionada];

Art. 2º – Quando o fato estiver também previsto como crime no Código Penal, no Código Penal Militar ou em leis especiais, levar-se-ão em conta, para a aplicação desta Lei: I – a motivação e os objetivos do agente; II – a lesão real ou potencial aos bens jurídicos mencionados no artigo anterior [a lei tem um critério subjetivo – motivação – e outro objetivo – lesão ou potencial lesão aos bens jurídicos mencionados];

Art. 26 – Caluniar ou difamar o Presidente da República, o do Senado Federal, o da Câmara dos Deputados ou o do Supremo Tribunal Federal, imputando-lhes fato definido como crime ou fato ofensivo à reputação  – Pena: reclusão, de 1 a 4 anos; (grifei).

Parágrafo único – Na mesma pena incorre quem, conhecendo o caráter ilícito da imputação, a propala ou divulga.

Art. 23 – Incitar: I – à subversão da ordem política ou social; II – à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições civis; III – à luta com violência entre as classes sociais; IV – à prática de qualquer dos crimes previstos nesta Lei – Pena: reclusão, de 1 a 4 anos [expressões vagas, abertas, cabe tudo dentro, se não foi feita uma interpretação prudente];

Art. 22 – Fazer, em público, propaganda: I – de processos violentos ou ilegais para alteração da ordem política ou social; II – de discriminação racial, de luta pela violência entre as classes sociais, de perseguição religiosa; III – de guerra; IV – de qualquer dos crimes previstos nesta Lei – Pena: detenção, de 1 a 4 anos.

A competência para investigar crime contra a segurança nacional é da Polícia Federal e a competência para julgar é da Justiça Militar.

O termômetro das crises brasileiras está subindo. Está alcançando octanagem extrema. O impeachment está correndo aceleradamente. Moro, por ter divulgado incorretamente, ilegalmente, um conteúdo interceptado (licitamente, repita-se), pode ser processado pelo governo por crime contra a segurança nacional (a lei é extremamente vaga, repito). Se a prudência e o equilíbrio não prosperarem, de fato nossa democracia vai embora.

CAROS internautas que queiram nos honrar com a leitura deste artigo: sou do Movimento Contra a Corrupção Eleitoral (MCCE) e recrimino todos os políticos comprovadamente desonestos assim como sou radicalmente contra a corrupção cleptocrata de todos os agentes públicos (mancomunados com agentes privados) que já governaram ou que governam o País, roubando o dinheiro público. Todos os partidos e agentes inequivocamente envolvidos com a corrupção (PT, PMDB, PSDB, PP, PTB, DEM, Solidariedade, PSB etc.), além de ladrões, foram ou são fisiológicos (toma lá dá cá) e ultraconservadores não do bem, sim, dos interesses das oligarquias bem posicionadas dentro da sociedade e do Estado. Mais: fraudam a confiança dos tolos que cegamente confiam em corruptos e ainda imoralmente os defende. 

Luiz Flávio Gomes é professor e jurista, Doutor em Direito pela Universidade Complutense de Madri e Mestre em Direito Penal pela USP. Exerce o cargo de Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Atuou nas funções de Delegado, Promotor de Justiça, Juiz de Direito e Advogado. Atualmente, dedica-se a ministrar palestras e aulas e a escrever livros e artigos sobre temas relevantes e atuais do cotidiano

Leia também:

Dilma: Grampeia o presidente dos EUA para ver o que acontece

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Fonte:http://www.viomundo.com.br/denuncias/luiz-flavio-gomes-moro-pode-ser-processado-pelo-governo-por-crime-contra-a-seguranca-nacional-por-ter-divulgado-incorretamente-ilegalmente-um-conteudo-interceptado.html#at_pco=smlwn-1.0&at_si=58d580b22b48e83c&at_ab=per-2&at_pos=0&at_tot=1

Fascista mirim ataca Janio de Freitas

19.01.2017
Do BLOG DO MIRO
Por Altamiro Borges

O fascista mirim Kim Kataguiri – também já apelidado carinhosamente de “Kinta Katiguria” – resolveu utilizar o espaço semanal gentilmente cedido pela Folha golpista para criticar um dos jornalista mais respeitados do país, o veterano Janio de Freitas. Ainda sem explicar as origens da grana do seu sinistro Movimento Brasil Livre (MBL), o fedelho afirma que “Janio de Freitas vive num mundo paralelo” por criticar a gangue que assaltou o poder em Brasília. Ele até parece um porta-voz infantil, “recatado e do lar”, do Judas Michel Temer – sabe-se lá a que preço.

Seu artigo apenas revela o desespero dos golpistas, que têm sido cada dia mais questionados – inclusive pelos “coxinhas” que saíram às ruas para gritar “Fora Dilma” e agora já percebem que foram usados como massa de manobra, como autênticos “patos amarelos”. Sua irritação é porque Janio de Freitas escreveu, também na Folha, que o resultado da ação da “direita marchadora” foi um governo lotado de corruptos – alguns deles inclusive já defecados. A dura verdade, como uma porrada, atingiu em cheio o vaidoso líder mirim da “direita marchadora”.

Daí a sua reação agressiva e infantil. Num dos trechos, Kinta Katiguria esbraveja contra Janio de Freitas. “O jornalista ainda chama Dilma de ‘presidente de reconhecida honestidade’, insistindo na imagem de ‘guerrilheira incorruptível’, criada em torno da petista para enganar a militância quadrúpede”. Noutro ele tenta justificar seu apoio militante, “quadrúpede”, ao covil golpista. “Aqueles que foram às ruas para lutar pelo impeachment de Dilma Rousseff não escolheram Michel Temer. Quem escolheu foi a Constituição”.

“De qualquer maneira, o governo Temer está sendo infinitamente melhor do que os governos petistas. Para começar, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do teto foi aprovada. O país firmou um compromisso com a responsabilidade fiscal que vai além do atual governo… O governo também conseguiu aprovar a reforma do ensino médio, que dá maior poder de escolha aos estudantes e estava travada há anos. Além disso, temos a perspectiva de debater reformas como a trabalhista, tributária, política e previdenciária, questões cuja discussão tinha sido praticamente criminalizada pelo PT”.

Haja bajulação, falsidade e cinismo – sabe-se lá a que preço!
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Fonte:https://altamiroborges.blogspot.com.br/2017/01/fascista-mirim-ataca-janio-de-freitas.html#more

Operação Vira Lata: Acordo garante fiscal dos EUA durante 3 anos na Odebrecht e Braskem

25.12.2016
Do portal BRASIL247, 23.12.16

O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da Operação Lava Jato, comemorou o acordo de leniência firmado pela Odebrecht e pela Braskem com o Ministério Público Federal, que incluiu uma multa de R$ 8,5 bilhões, dizendo que é possível melhorar o país a despeito do “complexo de vira-lata” de alguns de nós que achamos que “o Brasil não tem jeito”.

Ontem o ex-ministro da Justiça da presidente Dilma Rousseff, Eugênio Aragão, contestou no que chamou de uma “cartinha aberta” ao procurador, dizendo: “E o que vocês conseguiram de útil neste País para acharem que podem inaugurar um ‘outro Brasil’, que seja, quiçá, melhor do que o vivíamos? Vocês conseguiram agradar ao irmão do norte que faturará bilhões de nossa combalida economia e conseguiram tirar do mercado global altamente competitivo da construção civil de grandes obras de infraestrutura as empresas nacionais”.

A prova inconteste de que Aragão tinha razão surge hoje em reportagem do sempre suspeito O Globo.

Para celebrar acordo de leniência a Odebrecht e a Braskem tiveram que aceitar exigências das autoridades dos Estados Unidos, entre elas a de vigilância externa por três anos para poderem operar.

As empresas terão um fiscal escolhido pelas autoridades desses países que terá acesso a todos os dados, documentos, e atividades de funcionários e até diretores das empresas.

O monitoramento foi uma das exigências feitas às empresas pelo do Departamento de Justiça americano (DoJ).

Em caso de qualquer irregularidade identificadas pelo fiscal, as empresas estão sujeitas ao rompimento do acordo e a serem processadas na Justiça americana.

Nessa hipótese, segundo o sempre suspeito O Globo, as companhias ficariam sujeitas ao pagamento de multas pelo menos 10 vezes maiores do que já foram acertadas.

Evidente que o tal fiscal só estará ali para verificar se as empresas são corruptas. Ele não fornecerá outras informações de projetos estratégicos aos americanos e a quem mais o Departamento de Justiça de lá achar conveniente.

E é óbvio que ao quebrar o mundo, em 2008, no maior esquema de corrupção da história, que ficou conhecido como “crise do subprime”, os EUA permitiram ao Brasil e a outros países que passassem a fiscalizar o seu sistema financeiro. Claro, claro, claríssimo….

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Fonte:http://www.brasil247.com/pt/colunistas/renatorovai/271914/Opera%C3%A7%C3%A3o-Vira-Lata-Acordo-garante-fiscal-dos-EUA-durante-3-anos-na-Odebrecht-e-Braskem.htm

STF é frouxo, não anula o golpe e não subordina Moro e MPF à legalidade — Lula, diretas e entreguismo

20.12.2016
Do blog PALAVRA LIVRE, 12.12.16
Por Davis Sena Filho

“Se o golpe terceiro-mundista foi apoiado pelo Judiciário, então está permitido roubar o Brasil e seu povo”. (DSF)

alula

A delação da Odebrecht é a gota d’água que inunda a alma da Nação, apesar de que quase todos os brasileiros, que tenham algum discernimento e sensatez para estabelecer ou formular seus juízos de valores, compreendem, sem sombra de dúvida, que o Brasil mais uma vez foi vítima de um golpe de estado em 2016, sendo que este, ao invés de ter sido realizado por uma quartelada à moda “gorilagem”, foi idealizado e efetivado pelo golpismo via Congresso, Judiciário e imprensa de mercado, que, associados a um consórcio de direita, resolveram derrubar uma presidente constitucional e legítima, porque reeleita legalmente, não canso de ressaltar e lembrar, com 54,5 milhões de votos.

Inaceitável o golpe. E explico: toda sociedade ou nação, e estou a comentar apenas sobre os países democráticos, elegem suas lideranças, sendo que todo país tem seu cargo público principal, que geralmente é o de presidente da República ou do primeiro-ministro etc. Porém, no mundo são os dois mais importantes cargos, bem como os mais comuns, além dos monarcas e ditadores.

Entretanto, a dar sequência ao raciocínio, as sociedades são como colmeias de abelhas ou alcateias de leões, porque quando os “reis” ou as “rainhas” são derrubados por invasores ou até mesmo por indivíduos que frequentam ou são partes de “suas” cortes, quase que instantaneamente as comunidades violadas pela derrubada ou morte de suas lideranças máximas entram em um processo de desconstrução e de autodestruição quase impossível de controlar ou se reorganizar.

É o que acontece com o Brasil. E não é pela primeira vez que ocorre um golpe de estado de terceiro mundo, bem como todos eles promovidos pela direita brasileira, uma das mais poderosas e cruéis deste planeta, que em hipótese alguma teve e tem a responsabilidade de pensar o Brasil, porque apenas se preocupa em manter seus benefícios e privilégios, além de cuidar de seus interesses patrimoniais e financeiros, a ter o Estado nacional como o instrumento que viabiliza a transferência das riquezas do País para uma casta irresponsável, incompetente e que jamais em sua história indigna e violenta se compromissou com a independência do Brasil e a emancipação de seu povo.

Agora estamos a atingir os estertores da Lava Jato. Para quem pensa que tal força-tarefa vai sair incólume de seus crimes, abusos e covardias está redondamente enganado. Após Lula não ser citado em quaisquer listas de pessoas que se beneficiaram com propinas e corrupções de toda monta, a Lava Jato chegou a uma encruzilhada: ou prende Lula pela força do arbítrio ou reconhece que Lula não cometeu crimes ou quaisquer malfeitos que possam macular sua imagem de político e cidadão. Estamos a falar de um político que lidera todas as pesquisas eleitorais sobre candidatos a presidente, depois de ser linchado moralmente em público, diuturnamente, por dois anos.

Após ser perseguido por toda sua vida política, ou seja, por cerca de 40 anos, Lula se reergue para levantar voo igual à Fênix, pois, nos últimos dois anos foi perseguido ferozmente e covardemente pela imprensa mais corrupta e golpista do mundo ocidental e especialmente pelas Organizações(?) Globo, além de ser vítima de lawfare, o que significa que o ex-presidente Lula, como se tem comprovado por meio das acusações e denúncias seletivas e vazias, é alvo de uma guerra travada por meio da manipulação das leis perpetrada, incrivelmente, por togados.

Exatamente, Lula está a ser tratado por procuradores e juízes como inimigo político a ser derrotado e, com efeito, o Direito e as leis passam a ser usados de forma abusiva, como arma de guerra para se obter sucesso político, partidário, jurídico e judicial. Ou alguém tem dúvida de que Moro, Gilmar, Dallagnol et caterva atuam mais como políticos do que servidores do Judiciário? Se tiver dúvida, por favor, vá procurar um analista ou alguém que possa explicar melhor a história dos golpes que aconteceram no Brasil. Porque, definitivamente, não é possível tolerar tanta alienação e burrice…

Trata-se, na verdade, de estratégia coordenada e organizada pelo Judiciário, a exemplo da Vara do juiz Sérgio Moro e pelo MPF de Curitiba dos procuradores Deltan Dallagnol e Carlos Fernando dos Santos Silva, com a aquiescência e a cumplicidade dos juízes do STF, à frente da conspiração o Juiz Gilmar Mendes e cia., que permitiram que um bandido desse sequência ao processo de impeachment (golpe) contra Dilma Rousseff, sendo que somente tal sujeito foi preso depois de quase um ano, porque esperaram que ele terminasse o trabalho sujo da sedição desavergonhada.

A patifaria evidenciada por bandoleiros da pior espécie e laia em tamanho macro, que tirou da cadeira da Presidência da República uma mandatária honesta e que não cometeu crime de responsabilidade. Inaceitável! Os golpistas deveriam estar presos por traição à Pátria, a colocar em risco o Estado de Direito, a democracia e os direitos civis, trabalhistas e previdenciários do povo trabalhador brasileiro, a desmontar, irresponsavelmente e criminosamente, o Estado nacional como ocorre, agora, com a venda do Pré-sal às corporações estrangeiras e aos plutocratas sempre de plantão, que se comportam como as aves de rapinas à espera da morte do animal ferido ou doente.

O ex-deputado e agora o preso, Eduardo Cunha, fez o que fez porque teve a permissão para dar o pontapé inicial do golpe cucaracha, mas violento, por parte do STF, que poderia, se também não estivesse envolvido com o golpe bananeiro, ter impedido tal desditosa aventura orquestrada por aventureiros da pior espécie, pois comprometidos com seus inconfessáveis interesses, bem como determinados a destruir ou desmontar, sem quaisquer hesitações, o estado de bem-estar social que estava a ser edificado por intermédio dos governos trabalhistas, que, a despeito de suas falhas e erros, acertaram muito mais do que erraram, porque, efetivamente, a história registrará os grandes avanços sociais, econômicos e diplomáticos conquistados nos governos essencialmente democráticos e plurais dos presidentes Lula e Dilma.

A verdade é que está a acontecer a desmoralização dos ataques, dos atos e ações inconsequentes contra Lula por parte de servidores públicos do Judiciário, que resolveram participar da luta política. Estão tão envolvidos que chega a ser uma afronta à Constituição e ao Direito, além de serem contestados por grande parcela da sociedade, que percebe as más ações de procuradores, delegados e juízes, que desde as eleições de 2014 e as manifestações de junho de 2013 estão claramente a demonstrar que têm lado, partido, ideologia e preferência ao escolher seus parceiros e correligionários, que geralmente são os políticos do PSDB, do DEM e PPS, que são protegidos e blindados de tal forma que só resta à população mais politizada sentir imensa vergonha e revolta de ver um Judiciário capcioso, sectário, seletivo e injusto como o que atua no Brasil.

Trata-se da Justiça burguesa, que se transformou, inapelavelmente, em capitão do mato ou feitor da casa grande de índole e caráter escravocrata. É o Judiciário que vê o Brasil ser entregue, os investimentos serem congelados por 20 anos e não faz nada, porque é cúmplice do desmonte do estado de bem-estar social. Lamentável para muitos brasileiros ter de conviver com uma classe, sem generalizar, como essa. É por demais insuportável, pois quem tem um mínimo de discernimento do que é justo e injusto, defensável e indefensável, factível e infactível sabe muito bem que a razão para o Brasil estar numa situação de País pária e bananeiro é porque a direita tupiniquim, a burguesia colonizada quer governar para se beneficiar mesmo se for pela força de um golpe terceiro-mundista e digno de canalhas.

A verdade é que os procuradores, os delegados e os juízes se prenderem Lula, que não roubou, que até hoje mora em seu apartamento de classe média em São Bernardo, assim como não tem dinheiro no exterior estão desesperados e, como não são idiotas, sabem que prender o maior líder da América Latina e um dos maiores do mundo vai ter uma enorme consequência em âmbitos mundiais e domésticos. Não se destrói uma liderança eminentemente popular e que não roubou sem pagar um preço muito alto, tanto no aspecto histórico quanto na vida real, agora e neste momento — já!

A verdade é que Lula lidera todos os cenários de primeiro turno pela disputa da cadeira presidencial — o Palácio do Planalto. E o consórcio de direita, formado por togados, donos da imprensa de negócios privados e seus jornalistas inconsequentes, além de, obviamente, a direita partidária, à frente os partidos golpistas que estão a esculhambar com o Brasil sem ter vencido as eleições, estão, volto a ressaltar, completamente de-ses-pe-ra-dos!

Luiz Inácio Lula da Silva no poder é sinônimo de luta pela independência do Brasil e a abertura do acesso ao consumo, à educação, à saúde, ao emprego e ao estudo por parte do povo brasileiro. Aquele mesmo que a burguesia estúpida e malandra, além de violenta quer ver na condição eterna de mão de obra barata, escrava, bem como não ser dono de seu próprio nariz — de seu destino. Lula no poder significa o Brasil diplomaticamente democrático ao tempo que independente e autônomo, que luta para ser desenvolvido, porque exige que seus tratados diplomáticos, científicos e tecnológicos sejam definidos por uma política de conteúdo. É a exigência, a contrapartida para que os estrangeiros mais desenvolvidos se estabeleçam no Brasil ou vendam seus produtos, de forma que repassem o conhecimento.

É o que a direita não faz, a burguesia não faz, a casa grande não faz e ainda tem coxinha a apoiar tal selvageria, traição, idiotice e burrice. A estupidez proposital para que não se exija contrapartida, porque a direita brasileira entrega o País sem o gringo pedir ou pressionar. Surreal! Coisa de vermes! Coisa de subalternos e provincianos, que se consideram chiques porque têm dinheiro e fazem viagens para o exterior há décadas sem compreender o porquê de os países ricos serem desenvolvidos.

Que miudeza. Que gente diminuta, que dá um golpe de estado travestido de legal e legítimo e começa a tirar, a toque de caixa, com a fome dos lobos, os benefícios, os direitos e os avanços dos pobres. Deram um golpe para roubar o pobre e as riquezas do País. Inacreditável! São uns animais! Eternamente subdesenvolvidos e por isso desrespeitados e desconsiderados pelas autoridades e a imprensa estrangeira. *mi-shell temer e sua camarilha são adeptos da patuscada.

São uns golpistas miseráveis e endinheirados, que não sabem nem por que estão vivos, porque não servem a ninguém e muito menos ao Brasil. São uns pulhas, além de covardes, porque destruíram a economia e a estabilidade política do Brasil para impedir que o projeto de País social-democrata do PT fosse adiante. O golpe, antes de tudo e qualquer coisa, foi para recolocar o Brasil no círculo de influência dos Estados Unidos, ou seja, trazer de volta a grande Nação brasileira para a órbita da globalização, que, na verdade, trata-se do neoliberalismo mais sofisticado, além do Consenso de Washington de 1989.

O Brasil está a retroceder ao neoliberalismo da década de 1980 e até mesmo de 1970, quando os chicago-boys do general Augusto Pinochet arrebentaram com a economia e a previdência social do Chile. Agora querem arrebentar com a previdência brasileira para entregá-la aos bancos, que controlam as previdências privadas. São bilhões e bilhões, bem como a “quebra” da Previdência Social é mentira, covardia e entreguismo aplicado diretamente nas veias do povo trabalhador brasileiro. Não há essa… Trata-se de roubo perpetrado por bandidos que tomaram o poder de assalto.

Então que se faça uma auditoria ampla e total na Previdência Social. O País exige saber qual é a verdadeira situação da Previdência. Chega de conversa fiada, de papo borracha, de disse me disse. Degradaram o País propositalmente para derrubar a presidenta Dilma Rousseff. Só que tem o Lula. O Lula, segundo a Datafarsa, tem 25% da intenções de voto; o Aécio Neves tem 11%. O tucano é o principal político do golpe, pois o maior responsável pela sabotagem ao Governo Trabalhista de Dilma, a partir do primeiro dia após as eleições de outubro de 2014. Marina Silva, oportunista como sempre, calou-se após perceber que o golpe de terceiro mundo é uma furada, mas tem 15% das intenções. Seu papel aventureiro e sua imensa incoerência vão ficar registrados na história.

Contra Geraldo Alckmin, Lula tem 26%. O político trabalhista vence também o tucano José Serra, o sujeito sem eira nem beira que está a vender a Petrobras às transnacionais estrangeiras do petróleo. A exceção é Marina Silva. Segundo o Datafarsa, ela teria 43% contra 34% de Lula, no segundo turno. Contudo, e todo mundo sabe que a banda não toca assim e que Lula com espaço no horário eleitoral e na mídia, a debater o País e a brigar e discutir com seus adversários é difícil de segurar.

E por quê? Porque, além de ser um homem corajoso ele governou oito anos o Brasil e saiu do poder com 87% de aprovação. Seu legado é mais do que imenso, é histórico. Lula tem o que mostrar e lembrar. E a Marina? Vai mostrar o quê? Que ela é golpista? Que ela ficou do lado dos ricos? Que ela é omissa e negligente? Que ela se calou quando aconteceu o golpe cucaracha? Que ela não tem compromisso com ninguém, a não ser com ela? Marina é do partido da Marina, e nada mais… Lula a derrota porque se trata de um político que é parte indissociável do roteiro da história do Brasil. Não tem jeito. A casa grande golpista e usurpadora terá de engolir… Ou prender o Lula. Ou o Lula morrer. O Datafarsa não importa. Ponto.

O STF tem de avaliar todos essas questões que são colocadas neste texto e em inúmeros artigos escritos por colunistas e comentaristas da blogosfera progressista. Do contrário, se avaliarem a conjuntura política a ler apenas jornalistas conservadores, cúmplices e protagonistas do golpe das bananas vão se dar mal, porque tem de ouvir os dois lados, coisa que a imprensa burguesa e empresarial não faz e não fará enquanto o PT e os políticos de esquerda tiverem chances de vencer eleições presidenciais.

Os juízes do STF, na verdade, deveriam urgentemente acabar com o golpe, colocar os golpistas no lugar que merecem: a lixeira da história. O STF ainda tem tempo para salvar sua credibilidade, ao apoiar as diretas já e fazer com que o Brasil retome seu crescimento econômico e social e recupere sua autoestima sequestrada por vagabundos da pior espécie, que rasgaram 54,5 milhões de votos sem terem moral para isso e muito menos direito. O consórcio golpista e de direita está no limbo da história, a chafurdar na lama fétida da traição.

O STF não puniu o juiz que vazou o áudio de Lula e Dilma, liberou o Eduardo Cunha para dar início ao golpe, apoiou os crimes de Sérgio Moro, a seletividade daninha de Rodrigo Janot, submeteu-se às negociações debaixo do pano com Renan Calheiros, permitiu que Lula fosse até agora linchado e perseguido sem os togados comprovarem dolos por parte do líder trabalhista e, não satisfeito, seus membros não conhecem as realidades brasileira e cruzam os braços enquanto o Brasil é vendido como se fosse um reles produto das Casas Bahia.

A verdade é que o jogo de xadrez político e jurídico está a chegar ao seu fim. E o fim se dará com a prisão ou não de Lula — o presidente que não roubou e nada se comprovou contra ele, a não ser que o político de esquerda é perseguido caninamente e linchado publicamente. O Brasil paga para ver! É isso aí.

*mi-shell temer – o nome de tal peçonha é sempre escrito em minúsculo, por se tratar de um pigmeu moral, político, citadino e golpista.

*mi-shell temer, além de ter seu nome sempre escrito em minúsculo, a partir de agora terá seu primeiro nome escrito com as letras m-i-s-h-e-l-l. Portanto, o nome de tal desditosa peçonha passa a ser escrito no Palavra Livre como *mi-shell temer. PS: sempre em minúsculo.

*mi-shell é também conhecido pelo vulgo Amigo da Onça — o Usurpador Traidor.

*Golpista é palavra sinônima de *mi-shell temer.

*mefistófeles é *mi-shell temer.

*mi-shell temer é *mefistófeles.

*mefistófeles é sempre escrito em minúsculo.

*FHC é o Neoliberal Golpista I, aquele tucano que governou para os ricos, foi ao FMI três vezes, de joelhos, humilhado e com o pires nas mãos, porque quebrou o Brasil três vezes. 

*FHC, o grão-tucano de direita e defensor da plutocracia, jogou o que restava de sua biografia na lixeira da história, porque se tornou cúmplice e protagonista do golpe de estado terceiro-mundista de 2016, que derrubou do poder a mandatária trabalhista Dilma Rousseff — a presidente legítima e constitucional.

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Fonte:https://davissenafilho.blogspot.com.br/2016/12/stf-e-frouxo-nao-anula-o-golpe-e-nao.html