Lava Jato, um modo simples de enriquecer os fiscais da probidade

05.09.2017
Do portal JORNAL GGN
Por Luís Nassif

A declaração do professor Rene Ariel Dotti, advogado da Petrobras na Lava Jato, sobre o PT, em artigo no blog, traz à luz o contexto dos custos da advocacia da Petrobras, hoje na área externa dominada pela empresa Hogan Lovells, de Washington, que já levou 300 milhões de dólares em honorários e domina completamente essa área dentro da estatal.

A Hogan chegou à Petrobras em 2012, quando o diretor jurídico da Petrobrás Venezuela S.A., Diógenes Bermudez, saiu da empresa e foi para a Hogan Lovells.

Bermudez é formado pela Universidade Central da Venezuela e com especialização na Georgetown University. Antes de ir para a Petrobras Venezuela trabalhava na PDVSA como diretor jurídico da sua subsidiária Lagoven. Quando foi para a Hogan Lovells levou junto a conta da Petrobras Venezuela e a partir de Washington, sua base hoje comanda a conta da cliente Petrobras global, um mega cliente.

Mesmo os concorrentes norte-americanos da Hogan Lovells, grandes escritórios reunidos em torno de uma associação no Brasil, consideram os honorários um exagero. Principalmente porque a Petrobras não precisa abrir licitação, pois foi dispensada por uma lei especial para contratar e pagar sem fiscalização de qualquer escritório.

Não é o único supernegócio de escritórios de advocacia com a Petrobras. Na ação junto ao Departamento de Justiça contratou o Baker Mackenzie, também caríssimo e outro escritório de monitoramento, de confiança do Departamento de Justiça, que fica dentro da própria empresa.

Com esse nível de honorários, a transparência é fundamental, pois a faxina da propina poderá custar mais caro ainda para a Petrobras do que a própria corrupção, se não houver transparência na contratação.

Hoje em dia, o mercado de compliance se tornou uma mina de ouro para os escritórios de advocacia norte-americanoa. Os honorários são tão exagerados que muitas multinacionais recriaram seus próprios departamentos jurídicos para fugir desse nível de honorários. Foi o caso da gigante de química Dupont, cuja história tornou-se reportagem da Business Week

Há suspeitas de que a Hogan possa ter sido apadrinhada por Ellen Gracie e Durval Soledade, membros da “comissão de investigação” criada para supervisionar os escritórios estrangeiros. Ambos fazem parte da CGI (Comissão de Gestão de Investigação) da Eletrobras, que também contratou o escritório Hogan. O escritório de Ellen Gracie foi contratado por R$ 4 milhões, sem licitação, justamente para supervisionar os escritórios contratados. E aumentou em cinco vezes o trabalho inicial estimado e, obviamente, os custos.

Alerta um experiente advogado da área, que se as relações do cliente com escritórios não forem claramente competitivas há um contexto perigoso no sistema de faturas mensais, com cobrança por horas trabalhadas e não por resultado: as pendências não acabam nunca porque quando acabarem cessam as faturas e se ninguém contesta a coisa vai por anos a fio. Esse é um dos grandes negócios inventados pelos EUA para vender serviços.

Seria conveniente que o presidente da Petrobras, Pedro Parente, clareasse mais os critérios de atuação dos advogados e escritórios contratados. Afinal, se a Petrobras se tornou uma “empresa ética”, como apregoa Parente, os mega custos jurídicos precisam ser transparentes e fiscalizados.

O advogado René Ariel Dotti

Chamou atenção a entrevista de Dotti ao Estadão.

Contratado a peso de ouro como advogado de acusação da Petrobras, deu uma entrevista com viés partidário. Ficou a dúvida se ele vende seus serviços como um advogado que atua tecnicamente ou se está incluído na conta o ativismo político.

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Fonte:http://jornalggn.com.br/noticia/lava-jato-um-modo-simples-de-enriquecer-os-fiscais-da-probidade-por-luis-nassif

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GOLPISTAS ESPALHAM MENTIRAS SOBRE A VENEZUELA: Assista denúncia de farsas sobre Venezuela no YouTube

16.08.2017
Do BLOG DA CIDADANIA
Por Eduardo Guimarães

O YouTube é, talvez, o maior disseminador de “fake news”. No caso da Venezuela, porém, notícias falsas saem do YouTube e vão parar nos telejornais.

A metralhadora desinformadora sobre a Venezuela foi disparada por um canal do YouTube chamado “Ideias Radicais”. É um dos muitos canais daquela rede que fazem isso.

As versões ideias radicais

As versões sobre a situação na Venezuela que esse  canal está disseminando são facilmente desmontáveis, mas alguém precisa fazer.

Confira desmonte da primeira das centenas de farsas divulgadas diariamente sobre a Venezuela. Desta vez, sobre a afirmação maluca de que 82% do povo daquele país é pobre.

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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2017/08/assista-denuncia-de-farsas-sobre-venezuela-no-youtube/

DIREITA GOLPISTA E NAZISTA:Direita xucra ignora que Hitler perseguiu judeus e comunistas

16.08.2017
Do BLOG DA CIDADANIA,15.08.17
Por Eduardo Guimarães

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“Dizer que o nazismo foi de esquerda é uma grande ignorância da História e de como as coisas aconteceram”, segundo Izidoro Blikstein, professor de Linguística e Semiótica da USP e especialista em análise do discurso nazista e totalitário disse recentemente à BBC.

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Na verdade, é mais do que isso. Não é só ignorância. Não raro, essa releitura histórica absurda é espargida por nazistas “naturais” que não sabem que são nazistas – e muito menos o que foi o nazismo.

O nazismo entrou em pauta por conta dos choques de neonazistas e supremacistas brancos contra grupos antirracistas na cidade universitária norte-americana de Charlottesville.

Pelo menos uma pessoa morreu e outras 33 ficaram feridas neste sábado(12). Durante o confronto, um homem atropelou um grupo de pessoas que protestava contra a marcha da extrema-direita dos EUA, que é contra negros, imigrantes, gays e judeus.

A vítima, que segundo a imprensa norte-americana uma mulher de 32 anos, não teve a identidade divulgada.Além disso, dois policiais morreram na queda de um helicóptero perto do local dos confrontos. A informação foi confirmada pelo Departamento de Polícia de Charlottesville.

Vale ver ou rever reportagem sobre o caso para entender a origem de um surto que acometeu a direita xucra tupiniquim, nazifascista pela própria natureza.

Sou nazista, sim“, berrava o MBL norte-americano no último sábado (12). Os nazistas ianques pelo menos sabem que são nazistas. Os daqui, além de não saberem imputam sua ideologia – e os próprios métodos – à esquerda, em um rasgo quilométrico de burrice, falta de instrução e problemas psicológicos sérios.

Uma mocinha no Twitter definiu bem o que acontece no Brasil

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Mas, afinal, o nazismo foi um movimento de esquerda ou de direita? Há uma corrente nova de historiadores que fala em “confusão de conceitos” e afirma que o nazismo se apresentava como uma “terceira via”, não sendo, portanto, “nem de direita, nem de esquerda”…

Igualzinho ao partido inventado por Gilberto Kassab.

“Tanto o nazismo alemão quanto o fascismo italiano surgem após a Primeira Guerra Mundial para enfrentar o socialismo marxista que tinha sido vitorioso na Rússia na revolução de outubro de 1917, afirma Denise Rollemberg, professora de História Contemporânea da Universidade Federal Fluminense (UFF).

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Porém, como no caso da Venezuela, não importa quantas provas apareçam que a direita xucra não aceita e fica repetindo – e contaminando outros ignorantes – que o nazismo foi de esquerda e que Hitler era uma espécie de Lula…

nazi 7Apesar de alguns dizerem que o nazismo também não gostava da direita, isso é ridículo. Eu e tantos outros aproveitamos a onda fascista que engolfou o Brasil em 2013 – e que ainda não refluiu – para estudar a ascensão do nazifascismo na Alemanha dos anos 1920, 1930 e sabemos que tudo isso é uma enorme besteira.

Por acaso o nazismo perseguiu empresários que não fossem judeus? Por acaso o nazismo perseguiu capitalistas? Não. O nazismo foi, também, uma caça interminável e irrefreável a judeus e comunistas. Essa era a base “popular” do nazismo: apontar judeus e comunistas como “inimigos da pátria” e jogar tudo de ruim nas costas deles.

Assim como fazem em um certo país gigante da América do Sul com comunistas e nordestinos.

A história não mente e seus fatos não comportam interpretações.

Em 8 de março de 1933, Hitler aumentava a repressão ao Partido Comunista da Alemanha cassando os mandatos de seus deputados. Dirigentes foram presos ou perseguidos e, uma semana depois, a agremiação foi proibida, segundo a Deutche Welle.

A tropa de assalto nazista marchou com suas tochas pelo Portão de Brandemburgo em 30 de janeiro de 1933, dia em que Hitler foi nomeado chanceler. Políticos conservadores não acreditavam que ele permanecesse por muito tempo no poder, mas o homem do uniforme marrom estava obcecado pela conquista do mundo e começou amplas reformas na Alemanha.

Ditadores tratam e começar suas ditaduras por uma onda de reformas, para salgar a terra em que antes vigia a democracia.

Poucos dias depois, no final de fevereiro, porém, o Reichstag (sede do Parlamento) foi destruído por um incêndio. Os nazistas, muito provavelmente os autores do atentado, aproveitaram a situação para impor uma série de medidas repressivas contra os comunistas.

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O ministro Hermann Göring apresentou novas medidas voltadas principalmente contra os comunistas, acusados por Hitler de ser mentores do atentado incendiário.

Wilhelm Pieck, membro do Comitê Central, já havia advertido para o perigo nazista em 1932. Num apelo aos seus camaradas, sugeriu a movimentação em massa contra os fascistas e defendeu a aliança com a União Soviética.

No dia 15 de março de 1933, o Partido Comunista Alemão (KPD) foi proibido, colocado na ilegalidade, assim como fizeram as ditaduras militares sul-americanas no século passado.

De volta à Alemanha nazista, cada vez mais comunistas eram presos. O ministro da Propaganda, Joseph Goebbels, prometeu, então, que não deixaria a perseguição aos opositores apenas ao encargo da polícia.

Depois da Segunda Guerra Mundial, o movimento esquerdista reorganizou-se. Na Alemanha Oriental, comunistas e social-democratas criaram o Partido Socialista Unitário. De alguma forma, a República Democrática Alemã (RDA), dita Alemanha Oriental, foi resultado da perseguição de Hitler à esquerda.

No Brasil, a perseguição destro-midiático-nazifascista contra a esquerda e o comunismo tem muito da perseguição de Hitler à esquerda e ao comunismo alemães do início do século passado… Às vezes a história se repete como tragédia mesmo, como sugere o vídeo abaixo.

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Fonte:http://www.blogdacidadania.com.br/2017/08/direita-xucra-ignora-que-hitler-perseguiu-judeus-e-comunistas/

O vídeo da palestra de Lula em Angola desmoraliza a denúncia do MPF

17.10.2016
Do blog O CAFEZINHO
Por Pedro Breier, correspondente policial do Cafezinho

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Os delírios dos procuradores do MPF em sua alucinada perseguição a Lula ficam cada vez mais evidentes.

A teoria da acusação é a de que as viagens do ex-presidente para ‘proferir palestras para empresários e agentes de governo estrangeiros, com o propósito de intensificar as relações comerciais/econômicas/empresariais entre o Brasil e tais países, tarefa que o próprio LULA, em declarações prestadas a este órgão, classificou como “natural” e “normal”, vez que assemelhadas a tarefas realizadas igualmente por outros ex-chefes de Estado do mundo inteiro’ seriam apenas um pretexto para arranjar negócios para a Odebrecht.

Para sustentar a teoria, o MPF diz que a Odebrecht disfarçava os pagamentos a Lula como remuneração por palestras. Leiam este outro trecho da denúncia (íntegra aqui):

Todavia, apesar de formalmente justificados os recursos recebidos a título de palestras proferidas no exterior, a suspeita, derivada inicialmente das notícias jornalísticas, era de que tais contratações e pagamentos, em verdade, prestavam-se tão somente a ocultar a real motivação da transferência de recursos da ODEBRECHT para o ex-Presidente LULA. As palestras, na realidade, seriam o meio utilizado pela empresa e pelo ex-Presidente para escamotear o mecanismo de “compra e venda” da influência exercida por LULA tanto em face dos órgãos de governo brasileiros (mercê de sua condição de ex-Presidente) quanto em face de governos estrangeiros com os quais o Brasil tivera e conservara boas relações (a exemplo de Angola, Cuba, Venezuela, etc), a fim de permitir à ODEBRECHT angariar contratos de obras de engenharia nesses países, mediante financiamentos a serem concedidos pelo BNDES, em decorrência de seu programa de financiamento à exportação de serviços a ente público estrangeiro.

É realmente incrível a simbiose entre a mídia corporativa e a Lava Jato: reparem que a suspeita é ‘derivada inicialmente das notícias jornalísticas’.

Uma mídia reacionária, manipuladora, golpista, lança uma suspeita qualquer através de seu jornalismo tosco e o MPF, a partir disso, produz uma denúncia delirante, mas que dá uma contribuição substancial para o clima de linchamento político de Lula que precisa ser produzido para que uma eventual prisão do ex-presidente possa ser sustentada.

A menção apenas a Cuba e Venezuela, quando a Odebrecht realizou obras em diversos outros países, dá uma pista das motivações ideológicas por trás de todo esse circo.

Em outros trechos da denúncia o MPF afirma que as palestras foram uma ‘cortina de fumaça para encobrir o real intento das viagens’ e que a Odebrecht não comprovou a efetiva realização das palestras. A denúncia fala ainda em ‘palestras supostamente proferidas em Angola’.

Na última sexta-feira, dia 14, a página de Lula no Facebook postou um vídeo de um trecho de uma das palestras ‘supostamente proferidas em Angola’, além do áudio completo, e ironizou: ‘Segundo o Ministério Público Federal, essa palestra que aconteceu em 7 de maio de 2014, em Luanda, Angola, não existe.’

Procurei na velha mídia a notícia da divulgação do vídeo por Lula, que evidentemente desmoraliza a denúncia do MPF, mas não encontrei ‘notícias jornalísticas’ sobre o fato fora dos sites e blogs progressistas.

Não vem ao caso, não é?

O circo tem que continuar pegando fogo.

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Fonte:http://www.ocafezinho.com/2016/10/17/o-video-da-palestra-de-lula-em-angola-desmoraliza-a-denuncia-do-mpf/

FRAUDES ELEITORAIS NA AMÉRICA LATINA: Como hackear uma eleição

22.07.2016

Do portal BLOOMBERG*, 31.03.16

Por Jordan Robertson, Michael Riley, e Andrew Willis**

 

Andrés Sepúlveda afirma ter alterado campanhas eleitorais por oito anos na América Latina.

 

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 Fotografia por John Arredondo/Bloomberg Businessweek

 

Pouco antes da meia-noite Enrique Peña Nieto anunciou a sua vitória como o recém-eleito presidente do México. Peña Nieto foi um advogado e milionário de uma família de prefeitos e governadores. Sua esposa foi a atriz de telenovelas. Lucia radiante como ela foi coberta com confetti vermelho, verde e branco na sede do Partido Revolucionário Institucional, ou PRI, que havia governado há mais de 70 anos antes de ser destronado em 2000. Ao devolver o poder ao PRI na noite julho 2012 Peña Nieto prometeu reduzir a violência relacionada com as drogas, combater a corrupção e dar início a uma era mais transparente na política mexicana.

 

Dois mil milhas (3.200 quilômetros), em um apartamento no bairro de classe alta de Chico Navarra, em Bogotá, Andrés Sepúlveda estava sentado em frente de seis telas de computador. Sepulveda é colombiano, muito robusto, com a cabeça raspada, cavanhaque e uma tatuagem de um código QR com uma chave de criptografia na parte de trás de sua cabeça. No seu pescoço que estão escritas as palavras “</ head>” e “”, um acima do outro em uma alusão escuro para a codificação. Sepulveda assistiu a uma transmissão ao vivo da celebração da vitória de Peña Nieto, à espera de uma declaração oficial sobre os resultados.

 

Quando Peña Nieto ganhou Sepulveda começou a destruir provas. Ele buracos perfurados em unidades flash USB, discos rígidos e telefones móveis, é calcinado seus circuitos de microondas e, em seguida, esmagado com um martelo. Ele esmagou documentos e jogou-os no vaso sanitário, juntamente com servidores alugados claras anonimamente na Rússia e na Ucrânia, utilizando Bitcoins. Ele perturba a história secreta predominante de uma das campanhas mais sujas na América Latina nos últimos anos.

 

Sepulveda, 31, diz que ele viajou por oito anos em todo o continente manipular as principais campanhas políticas. Com um orçamento de US $ 600.000, o trabalho feito para a campanha de Peña Nieto foi de longe o mais complexo. Ele liderou uma equipe de seis hackers que roubaram estratégias de campanha, manipulados redes sociais para criar falsos sentimentos de excitação e zombaria e instalados spyware na sede de campanha da oposição, tudo a fim de ajudar a Peña Nieto, candidato de centro-direita, para conseguir uma vitória. Naquela noite de julho, ele uncorked garrafa após garrafa de cerveja Negra Columbus na celebração. Como de costume na noite da eleição, ele estava sozinho.

 

A carreira de Sepulveda começou em 2005, e seus primeiros trabalhos foram foram menores – consistiu principalmente modificar campanhas e websites violam os bancos de dados adversários com informações sobre seus doadores. Ao longo dos anos ele montou equipes foram espionagem, roubo e difamação representando campanhas presidenciais na América Latina. Seus serviços não eram barato, mas o espectro era amplo. US $ 12.000 por mês, um cliente contratou uma equipe que poderia cortar em telefones inteligentes, sites falsos e clonar e enviar e-mails e mensagens de texto em massa. O pacote premium, a um custo de US $ 20.000 por mês, também incluiu uma ampla gama de intercepção digitais, ataque, e decodificação defesa. Empregos foram cuidadosamente lavado através de vários intermediários e assessores. Sepulveda disse que é possível que muitos dos candidatos que ajudou não estavam cientes de seu papel. Só conheci alguns.

 

Suas equipes trabalharam em eleições presidenciais na Nicarágua, Panamá, Honduras, El Salvador, Colômbia, México, Costa Rica, Guatemala e Venezuela. As campanhas mencionadas nesta história foram contactados por porta-vozes correntes e antigos; qualquer exceto o PRI do México e do Partido Nacional Avanço da Guatemala, ele se recusou a comentar.

 

Como uma criança, ele testemunhou a violência das guerrilhas marxistas na Colômbia. Adulto juntou direito emergente na América Latina. Ele acreditava que suas atividades como um hacker havia táticas mais diabólicas daqueles que se opõem, como Hugo Chávez e Daniel Ortega.

 

Muitos dos esforços de Sepulveda não valeu a pena, mas não tem vitórias suficientes para dizer que tem influenciado moderna liderança política latino-americana, tanto quanto qualquer outra pessoa no século XXI. “Meu trabalho era acções de guerra suja e operações psicológicas, propaganda preto, rumores, finalmente, todo o lado escuro da política que ninguém sabe existe, mas todo mundo vê”, diz ele sentado em uma mesa de plástico pequena em um pátio fora localizado profundamente nos escritórios altamente vigiado do procurador-geral da Colômbia. Atualmente servindo uma sentença de 10 anos para os crimes de uso de software malicioso, conspiração para cometer dados de criminalidade, estupro e de inteligência ligados ao cortar eleições de 2014. Colômbia concordou em ter a versão completa dos fatos, pela primeira vez na esperança de convencer o público que foi reabilitado e voltar a reduzir sua sentença.

 

Geralmente, ele aponta, foi na folha de pagamento de Juan José Rendón, um consultor político que vive em Miami e foi listado como o Karl Rove da América Latina. Rendon nega ter usado Sepulveda por qualquer ato ilegal e categoricamente refuta a versão que deu Sepulveda Bloomberg Businessweek sobre seu relacionamento, mas admite conhecê-lo e contratou-o para projetar websites. “Se você falou com ele pode ter sido uma ou duas vezes em uma sessão em grupo em que, no site”, diz ele. “Em qualquer caso, fazer coisas ilegais. Há campanhas negativas. Eles não gostam, tudo bem. Mas se é legal eu vou. Eu não sou um santo, mas eu não sou um criminoso “(destaca que apesar de todos os inimigos que ele tem acumulado ao longo dos anos por causa de seu trabalho em campanhas, nunca foi enfrentado qualquer acusação criminal). Embora política Sepulveda era destruir todos os dados após a conclusão de um trabalho, ele deixou alguns documentos com membros de sua equipe hackers e outras pessoas de confiança como um segredo “apólice de seguro”.

 

Sepulveda deu Bloomberg BusinessWeek e-mails que, segundo ele, mostram conversas entre ele, Rendon Rendon e consultoria sobre hacking e ataques cibernéticos avanços relacionados com campanhas. Rendon diz que e-mails são falsos. Uma análise realizada por uma empresa de segurança informática independente mostrou que uma amostragem de e-mails que examinaram parecem ser autênticos. Algumas das descrições de Sepulveda sobre suas atividades são consistentes com relatos publicados de eventos para várias campanhas eleitorais, mas outros detalhes não puderam ser verificadas de forma independente. Uma pessoa que trabalhou na campanha no México e que pediu para não citar confidenciais por medo de sua segurança, em grande parte confirmou a versão do Sepulveda sobre o seu papel e Rendon nesta eleição.

 
Sepúlveda disse que em Espanha oferecidos vários cargos políticos que teriam rejeitado por ser muito ocupado. Questionado sobre se a campanha presidencial norte-americana está sendo alterada, a resposta é inequívoca. “Estou cem por cento certo de que é”, diz ele.
 
 Sepúlveda cresceu em meio à pobreza em Bucaramanga, oito horas ao norte de Bogotá de carro. Sua mãe era uma secretária. Seu pai era um ativista e ajudou os agricultores a procurar melhores produtos para crescer coca, assim que a família mudou-se constantemente por causa de ameaças de morte de traficantes de drogas. Seus pais se divorciaram e aos 15 anos, depois de ter falhado na escola, onde seu pai mudou-se em Bogotá e usou um computador pela primeira vez. Mais tarde, ele se matriculou em uma escola local de tecnologia e através de um amigo que ele conheceu lá ele aprendeu a programar.
 

Em 2005, o irmão mais velho de Sepulveda, publicitário, ajudou em campanhas parlamentares, um partido alinhado com o então presidente da Colômbia Alvaro Uribe. Uribe foi um dos heróis dos irmãos, um aliado dos EUA, que reforçou o exército para lutar contra as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC). Durante uma visita à sede do partido, Sepulveda tirou seu laptop e começou analisando a rede do campus sem fios. interceptado facilmente computador Rendon, estrategista de partido, e baixou a agenda Uribe e seus próximos discursos. Sepulveda disse que Rendon ficou furioso e contratou-o ali mesmo. Rendon diz que isso nunca aconteceu.

 

Durante décadas, as eleições foram manipuladas na América Latina e não ganhou, e os métodos foram bastante direta. eleições locais responsáveis pela adulteração distribuído a partir de pequenos aparelhos para descontar em troca de votos. No entanto, na década de 1990 reformas eleitorais espalhados por toda a região. Os eleitores eram impossíveis de falsificar cartões e identificação apartidistas entidades encarregado das eleições foram feitas em vários países. A campanha moderna eleição, ou pelo menos uma versão com a qual a América estava familiarizado, tinha vindo para a América Latina.

 

Rendon já havia lançado uma carreira de sucesso que os críticos – e mais de uma demanda – foi baseado no uso de truques sujos e espalhar boatos. (Em 2014, Carlos Mauricio Funes, ex-presidente de El Salvador, acusado Rendón de orquestrar campanhas de guerra suja na América Latina. Rendon processado na Flórida por difamação, mas o tribunal rejeitou o caso afirmando que não poderia processar Funes por seus atos oficiais). Filho de ativistas pela democracia, estudou psicologia e trabalhou em publicidade antes de aconselhar os candidatos presidenciais em sua Venezuela nativa. Em 2004, depois de acusar o então presidente Hugo Chávez, da fraude eleitoral, ele deixou voltou para casa e nunca mais.

 

Sepulveda diz que seu primeiro emprego como um hacker era infiltrar-se o site de uma Uribe rival, roubar um banco de dados de e-mails e enviar aos usuários mensagens em massa com informações falsas. Ele recebeu US $ 15.000 em dinheiro por um mês de trabalho, cinco vezes mais do que ganhava em seu trabalho anterior como um web designer.

 

Rendon, que era dono de uma frota de carros de luxo, usando relógios chamativos e gastou milhares de dólares em ternos costurados, deslumbrado Sepulveda. Como Sepulveda, Rendon era um perfeccionista. Ele esperava que seus funcionários veio a trabalhar cedo e ir embora tarde. “Ele era muito jovem, fez o que eu gostava, eu era pago bem e estava viajando, era o trabalho perfeito.” Mas mais do que qualquer outra coisa, as suas políticas de direita concordou. Sepulveda diz que viu Rendon como um gênio e mentor. budista devoto praticante de artes marciais, de acordo com o seu próprio website, Rendon cultivado uma imagem de mistério e perigo, vestindo apenas roupas pretas em público e até mesmo ocasionalmente usando a roupa de um samurai. Em seu site chamado o “mais bem pagos, mais temido e os mais solicitados e eficiente” estrategista político. Sepulveda ser parcialmente responsável por isso.

 

Rendon, disse Sepulveda, notou que os hackers poderiam integrar plenamente em operação política moderna, a realização de ataques de publicidade, a oposição a investigar e encontrar maneiras de suprimir a participação de um adversário. Quanto Sepulveda, sua contribuição foi entender que os eleitores confiar mais no que eles acreditavam que eram as expressões espontâneas de pessoas reais em redes sociais que os especialistas que aparecem na televisão ou jornais. Eu sabia que era possível criar contas falsas e tendências em redes sociais, tudo a um preço relativamente baixo. Ele escreveu um software, agora chamado de Predator Redes Sociais, para gerenciar e executar um exército virtual de contas de Twitter falso. O software permitiu-lhe mudar rapidamente nomes, imagens de perfil e biografias para atender qualquer circunstância. Com o tempo ele descobriu que manipular a opinião pública foi tão fácil como mover as peças em um tabuleiro de xadrez, ou em suas palavras “, mas quando eu percebi que as pessoas acreditam mais no que diz Internet do que a realidade Eu descobri que ‘tinha o poder “para fazer as pessoas acreditar em quase tudo”.

 

A cabeça de Sepúlveda

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A cabeça de Sepúlveda. Tatuagem acima é um código QR com uma chave de criptografia.

De acordo com Sepúlveda, ele recebeu seu salário em dinheiro, metade com antecedência. Ao viajar usado um passaporte falso e estava hospedado sozinho em um hotel longe dos membros da campanha. Ninguém podia entrar no seu quarto com um telefone inteligente ou câmera.

 

A maioria das obras foram acordados em pessoa. Rendon Sepulveda entregou uma folha com nomes objetivos, e-mails e telefone. Sepulveda levou a lâmina para o hotel, introduziu os dados em um arquivo criptografado e, em seguida, queime o papel e jogou-o no vaso sanitário. Se Rendon necessário para enviar um e-mail, ele usou linguagem cifrada. “Dê Petting” significava para atacar; “Ouvir música” significava para interceptar telefonemas de um alvo.

 

Rendon e Sepúlveda tentou não ser vistos juntos. Eles se comunicavam através de telefones criptografados substituídos a cada dois meses. Sepúlveda disse que enviados diariamente relatórios de progresso e relatórios de inteligência de contas de e-mail descartáveis a um intermediário na empresa de consultoria Rendon.

 

Cada trabalho culminou com uma sequência específica de destruição, codificados por cores. No dia da eleição, Sepulveda destruir todos os dados classificados como “vermelho”. Estes foram os arquivos que podem mandá-lo para a prisão e que tinham estado em contacto com eles telefonemas e interceptado e-mails, listas de vítimas de hackers e relatórios confidenciais elaborados para campanhas. Todos os celulares, discos rígidos, drives flash USB e servidores de computador foram destruídos fisicamente. informações “Yellow” menos sensíveis – agendas de viagem, formas de salários, planos de angariação de fundos – foram armazenados em um dispositivo de memória de criptografia é entregue a campanhas para uma revisão final. Uma semana depois, também ela seria destruída.

 

Para a maioria dos empregos Sepulveda reuniu uma equipe e operado a partir de casas alugadas e apartamentos em Bogotá. Ele tinha um grupo de 7 a 15 hackers foram rotativo e provenientes de diferentes partes da América Latina, aproveitando as diferentes especialidades da região. Na sua opinião, o brasileiro desenvolver o melhor malware. Venezuelanos e equatorianos são especialistas em sistemas e software de varredura de vulnerabilidades. Os argentinos são artistas quando se trata de interceptar telefones celulares. Os mexicanos são principalmente hackers mas especialistas falam demais. Sepulveda chegou a eles apenas em emergências.

 

Estas obras adiada por um par de dias a vários meses. Em Honduras, Sepulveda defendeu o sistema computacional e de comunicação do candidato presidencial Porfirio Lobo Sosa de hackers contratados por seus oponentes. Na Guatemala, digitalmente ele interceptou dados de seis caracteres do campo da política e negócios e diz que deu a informação para Rendon em drives USB criptografados que deixaram nos pontos de segredos de entrega. (Sepulveda disse que este era um pequeno trabalho para um cliente Rendon ligada ao direitista Partido Avanço Nacional (PAN). O PAN disse que nunca mais contrato Rendon e diz que ele não tem conhecimento de quaisquer actividades que diz Sepulveda). Na Nicarágua em 2011, Sepulveda atacou Ortega, que apresentou o seu terceiro mandato presidencial. Em uma das poucas ocasiões em que ele trabalhou para outro cliente e não para Rendon, se infiltrou na conta de email de Rosario Murillo, da esposa e porta-voz-chefe para a comunicação do governo Ortega, e roubou uma riqueza de segredos pessoais e governamentais.

 

Na Venezuela, em 2012, impulsionado por sua aversão à Chavez, a equipe colocar de lado sua cautela habitual. Durante a campanha de Chávez para concorrer a um quarto mandato presidencial, Sepulveda postou um vídeo no YouTube anónima que remexeu no e-mail de uma das pessoas mais poderosas na Venezuela, Diosdado Cabello, então presidente da Assembleia Nacional. Ele também deixou o seu círculo apertado de hackers confiáveis e mobilizou Anonymous, o grupo de hackers ativistas para atacar o site de Chávez.

 

Trabalho  sujo

 

Colômbia

 

Ele apoiou a reeleição de Álvaro Uribe como presidente, de 2006; As eleições parlamentares de 2006; falhou campanha Óscar Iván Zuluaga à presidência nas eleições de 2014

 

Alvaro Uribe

Honduras

Ele apoiou Porfirio Lobo Sosa, eleito presidente em 2009

 

Porfirio Lobo Sosa

Nicarágua

Contra Daniel Ortega em 2011

 

México

Ele apoiou Enrique Peña Nieto, por um período de três anos

 

Enrique Peña Nieto

Venezuela

Contra Chávez e Maduro em 2012 e 2013

 

Costa Rica

Ele apoiou Johnny Araya, falhou o candidato presidencial do Partido de Libertação Nacional de centro-esquerda nas eleições de 2014

 

Panamá

Ele apoiou Juan Carlos Navarro, candidato presidencial de centro-esquerda Partido Revolucionário Democrático nas eleições de 2014.

 

Juan Carlos Navarro

 

Após o ataque Sepúlveda para a conta de Twitter de cabelo, Rendon teria parabéns. “Você é notícia :)”, escreveu em um e-mail em 09 de setembro de 2012 anexado um link para uma história sobre a falha de segurança. Sepúlveda deu vislumbres de dezenas de e-mails e vários de o hacker originais escritos mails slang ( “Possuído!” Ler um e-mail, referindo-se ao fato de ter comprometido a segurança de um sistema) que mostram que, durante novembro de 2011 e setembro 2012 o governo Sepúlveda enviou longas listas de sites que tinham se infiltrado em várias campanhas a um membro sênior da empresa de consultoria Rendon. Duas semanas antes da eleição presidencial na Venezuela, Sepúlveda enviou capturas de tela mostrando como ele havia se infiltrado no website Chávez e como poderia ativar e desativar a vontade.

 

Chávez ganhou a eleição, mas morreu de câncer cinco meses depois, o que levou a realizar uma eleição extraordinária em que Nicolas Maduro foi eleito presidente. Um dia antes Maduro proclamou sua vitória, Sepulveda invadiu sua conta no Twitter e publicou alegações de fraude eleitoral. O governo da Venezuela culpou “conspiradores fora hacks” e internet deficientes em todo o país por 20 minutos.

 

No México, o domínio técnico de Sepulveda ea grande visão de uma máquina política implacável Rendon totalmente convergente, impulsionado pelos vastos recursos da PRI. Os anos sob o governo do Partido da Ação Nacional do presidente Felipe Calderon, PAN) foram atormentado por uma guerra devastadora contra os cartéis de drogas, o que fez seqüestros, assassinatos e decapitações em vias públicas eram atos comuns. Em 2012 se aproximou, o PRI deu o entusiasmo juvenil de Peña Nieto, que tinha acabado de terminar o seu mandato como governador.

 

A Sepulveda não gostava da ideia de trabalhar no México, perigoso envolver-se no país de domínio público. Mas Rendon o convenceu a fazer breves passeios desde 2008 e muitas vezes voando em seu avião particular. Durante um trabalho em Tabasco, no Golfo do México sufocante, Sepulveda invadiu um chefe político que acabou por ter links para um cartel de drogas. Depois que a equipe de segurança Rendon tomou conhecimento de um plano para assassinar Sepulveda, este passou a noite em um blindado van Suburban antes de retornar à Cidade do México.

 

Na prática, o México tem três principais partidos políticos e Peña Nieto enfrentou dois adversários direita e esquerda. À direita, o PAN havia nomeado Josefina Vazquez Mota, o primeiro candidato do partido à presidência. À esquerda, o Partido da Revolução Democrática (PRD), eleito Andrés Manuel Lopez Obrador, ex-prefeito da Cidade do México.

 

As primeiras sondagens lhe deu 20 pontos à frente de Peña Nieto, mas os seus apoiantes não iria correr riscos. equipamentos Sepúlveda instalado Malware em roteadores no comando do candidato do PRD permitindo-lhe telefones interceptores e computadores de qualquer um que usou a rede, incluindo o candidato. Ele fez ações semelhantes contra Vazquez Mota do PAN. Quando as equipes dos candidatos a preparar discursos políticos, Sepúlveda teve acesso às informações assim que os dedos de quem escreveu o discurso tocou no teclado. Sepúlveda tinha conhecimento das reuniões futuras e programas de campanha antes de os membros de cada equipe.

 

Dinheiro não era problema. Sepulveda uma vez gastou US $ 50.000 em software high-end da Rússia interceptado rapidamente telefones da Apple, BlackBerry e Android. Ele também passou uma soma significativa na melhor falso perfis do Twitter, perfis que foram mantidos pelo menos um ano, o que lhes deu uma patina de credibilidade.

 

Sepulveda administrada milhares de falsos perfis deste tipo e usou as contas para fazer a discussão girava em torno de questões como o plano de Peña Nieto para acabar com a violência relacionada ao tráfico de drogas, inundando as redes sociais com vistas usuários real, eles responderiam. Para tarefas menos nuances, ele tinha um exército maior de 30.000 contas de Twitter automatizados que realizaram publicações para gerar tendências na rede social. Uma das tendências em redes sociais que se espalham pânico começou, sugerindo que quanto mais se Lopez Obrador nas pesquisas, mais peso cairia. Sepulveda sabia a respeito da moeda foi uma grande vulnerabilidade. Eu tinha lido em uma das notas internas campanha pessoal próprio candidato.

 

Eles forneceram Sepulveda e sua equipe quase tudo artes digitais escuros podem oferecer a campanha de Peña Nieto ou aliados locais importantes. Durante a noite da eleição, ele fez computadores chamar milhares de eleitores no estado estratégica e competitiva de Jalisco, em 3h00, com mensagens pré-gravadas. Chamadas parecia vir de campanha do candidato a governador populares Enrique Ramirez Alfaro esquerda. Isto irritou os eleitores ‘Esse foi o pensamento e Alfaro perdeu por uma margem estreita. Em outra corrida para governador, Sepulveda criado falso Facebook contas homens homossexuais que reivindicam para apoiar um candidato católico conservador que representa o PAN, manobra projetado para alienar os seus apoiantes. “Eu sempre suspeitei que havia algo errado”, disse Gerardo Priego candidato para saber como a equipe tratadas redes sociais Sepulveda na campanha.

 

Em maio, Peña Nieto visitou o Universidad Iberoamericana na Cidade do México e foi bombardeado com slogans e vaiado pelos estudantes. O candidato desconcertada retirou com os seus guarda-costas para um edifício adjacente, e de acordo com algumas mensagens de mídia social se escondeu em uma casa de banho. As imagens foram um desastre. Lopez Obrador reuniu.

 

O PRI conseguiu se recuperar depois de um dos assessores de López Obrador foi gravado pedindo um homem de negócios de US $ 6 milhões para financiar a campanha do seu candidato, que estava com falta de fundos, que supostamente violaram a lei mexicana. Embora o hacker diz ignorar a origem dessa gravação em particular, Sepulveda e sua equipe tinha interceptado comunicações Luis Costa Bonino conselheiro durante meses. (Em 2 de fevereiro de 2012, Rendon I enviar três e-mails e números de telefone de Costa Bonino em um e-mail intitulado “Trabalho”). A equipe de Sepulveda desativado o site pessoal do consultor e dirigido a jornalistas para um site clonado. Há eles publicaram o que parecia ser um extenso escrito por Costa Bonino, sutilmente levantou dúvidas sobre se as suas raízes uruguaios México violado as restrições à participação estrangeira nas eleições defesa. Costa Bonino deixou a campanha de alguns dias mais tarde. Recentemente, ele disse que não sabia que estava sendo espionado, só não sei como. Eles são parte do trabalho na América Latina: “Ter um telefone cortado pela oposição não é uma novidade. Na verdade, quando eu campanha, parto do princípio de que tudo o que falar ao telefone será ouvido pelos adversários “.

 

A assessoria de imprensa se recusou a comentar Peña Nieto. Um porta-voz PRI disse que o partido não tem conhecimento de que Rendon tinha servido para a campanha Peña Nieta ou qualquer outra campanha do PRI. Rendon diz que ele já trabalhou em nome de candidatos do PRI no México por 16 anos, de agosto de 2000 até à data.

        Fotógrafo: Comércio / PRESS GDA / ZUMA

Juan José Rendón

Juan José Rendón, assessor político.

 

Em 2012, o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, sucessor de Uribe, inesperadamente iniciou negociações de paz com as FARC, na esperança de acabar com uma guerra de 50 anos. Furioso, Uribe, cujo pai foi morto por guerrilheiros das FARC, formou um partido e um candidato independente apoiado Oscar Ivan Zuluaga, que se opunha ao diálogo.

 

Rendon, que trabalhava para Santos, Sepulveda queria fazer parte de sua equipe, mas este último recusou. Considerou que a prestação de Rendon para trabalhar com um candidato que apoiou um acordo de paz com as FARC era suspeito traição e o assessor estava deixando o dinheiro fora mais forte do que os seus princípios. Sepulveda disse que a ideologia era a sua principal motivação, então veio o dinheiro, e se o seu pedido tinha sido rico, poderia ter ganhado muito mais hacking em sistemas financeiros, em vez de eleições. Pela primeira vez, ele decidiu opor-se seu mentor.

 

Sepulveda se associou a equipe oposição e se reportava diretamente ao chefe da campanha Zuluaga, Luis Alfonso Hoyos. (Zuluaga nega qualquer conhecimento de hacking, Hoyos não pôde ser encontrado para comentar o assunto). Sepulveda disse que, juntos, traçaram um plano para desacreditar o presidente para mostrar que os guerrilheiros estavam envolvidos no tráfico de drogas e da violência, apesar de falar de um acordo de paz. Depois de alguns meses, Sepulveda tinha cortado os telefones e contas de e-mail de mais de 100 militantes, incluindo o líder Rodrigo Londoño FARC, também conhecido como Timoshenko. Depois de fazer uma pasta grossa sobre as FARC, que incluiu provas de como o grupo suprimidos os votos dos agricultores em áreas rurais, Sepulveda concordou em acompanhá-Hoyos a estudos de um programa de notícias de TV em Bogotá e apresentar provas.

 

Talvez não tenha sido um trabalho muito inteligente tão teimoso e tão pública contra um partido no poder. Um mês depois, Sepulveda fumou um cigarro na varanda de seu escritório em Bogotá, quando viu se aproximar de um comboio de veículos da polícia. Quarenta agentes técnicos Unidade de Investigação do Instituto da Colômbia vestindo preto invadiu seu escritório e o prenderam. Sepulveda disse que seu descuido na estação de TV é o que levou à sua prisão. Ele acha que alguém lhe deu de distância. No tribunal, ele usava um colete à prova de balas e foi cercado por guardas. Na parte de trás dos homens que detinham fotografias judiciais de sua família e passou os dedos em suas gargantas, simulando cortar seus pescoços, ou colocar as mãos em suas bocas dando a entender que eles devem manter em silêncio ou enfrentar as consequências. Abandonado por seus antigos aliados, ele acabou se declarar culpado de espionagem, pirataria e outros crimes em troca de uma sentença de 10 anos.

 

Três dias depois de chegar ao La Picota prisão em Bogotá, ele visitou o dentista e foi emboscado por homens com facas e navalhas, mas foi resgatado pelos guardas. Uma semana depois, os guardas acordou-o e levou-o rapidamente a partir de sua cela, dizendo que tinha informações sobre um plano para matá-lo com uma pistola silenciada enquanto ele dormia. Após a Polícia Nacional interceptado telefonemas que eles perceberam um novo enredo, ele foi enviado para a solitária em uma prisão de segurança máxima localizada em uma área reduzida do centro de Bogotá. Dorme com um cobertor e uma jaqueta à prova de balas ao lado de sua cama por trás de portas à prova de bombas. Guarda vai ver a cada hora. Como parte de seu acordo judicial, ele diz que se tornou uma testemunha do governo e ajuda os pesquisadores a avaliar possíveis casos contra o ex-candidato e seu estrategista Hoyos Zuluaga. As autoridades emitiram um mandado de prisão contra Hoyos, mas de acordo com informações da imprensa colombiana ele fugiu para Miami.

 

Quando Sepúlveda trata de reuniões com os promotores no bunker, na sede da Procuradoria-Geral da Colômbia, viajando em um comboio armado inclui seis motocicletas que cruzam o capital para 60 milhas por hora e recolher os sinais de telefones celulares como trânsito para bloquear rastreamento de seus movimentos ou detonar bombas ao longo do caminho.

 

Em julho de 2015, Sepúlveda sentou-se em um pequeno pátio central do Bunker, um café e uma garrafa térmica e serviu-se de um maço de cigarros Marlboro. Ele diz que quer contar a sua história, porque as pessoas não sabem a extensão do poder exercido por hackers em eleições modernas ou conhecimentos especializados necessários para detê-las.

 

*Traduzido do Espanhol para Português, pelo Google Translator

**Com Carlos Manuel Rodríguez y Matthew Bristow

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